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Foto/divulgação: CAPES

CAPES lança Campanha de Prevenção a Cursos Irregulares

 

(20/02/2019) Campanha visa a esclarecer a sociedade em geral e aos agentes do Sistema Nacional de Pós-Graduação em particular sobre a questão dos cursos irregulares de pós-graduação stricto sensu.

 

Diferenças entre Cursos Regulares e Irregulares

Conforme a CAPES, Programas de Pós-graduação com cursos regulares de mestrado e de doutorado são aqueles que foram avaliados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), reconhecidos pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CES/CNE) e homologados pelo Ministro de Estado da Educação. Somente esses Programas podem emitir diplomas com validade nacional.

 

Por sua vez, segundo a campanha, os programas que desrespeitam a legislação em vigor são aqueles com cursos de mestrado e/ou de doutorado oferecidos no Brasil, que não foram avaliados pela CAPES, nem reconhecidos pela CES/CNE, nem homologados pelo Ministro de Estado da Educação. Esses programas “não respeitam carga horária, são oferecidos sem apoio/suporte de orientação e possuem o valor de investimento baixo. Em alguns casos, o pagamento é feito diretamente a uma pessoa e não a uma instituição”.

 

“O problema mais sério, a meu ver, é que os diplomas ou certificados que esses programas emitem não tem qualquer validade no país”, explica o professor Fábio Rauen, coordenador do PPGCL da Unisul.

 

Um diploma com validade nacional, segundo a CAPES, é aquele emitido por um programa de pós-graduação regular, o qual está apto para a produção dos seus efeitos legais. Por exemplo, progressão na carreira, aumento salarial, comprovação de titulação.

 

A CAPES ainda alerta que é preciso prestar atenção às instituições intermediárias brasileiras ou estrangeiras de programas de pós-graduação stricto sensu que são oferecidos no exterior. Como muitos desses programas não são reconhecidos nos países de origem, eles não serão validados no Brasil.

Os diplomas emitidos por instituições brasileiras que possuem programa de pós-graduação stricto sensu regular possuem validade automática e não requerem nenhum documento adicional para produzir seus efeitos legais. Os diplomas estrangeiros, por sua vez, não têm validade no Brasil até que sejam reconhecidos por uma universidade brasileira, conforme Portaria Normativa MEC nº 22/2016.

 

O que fazer

 

A Campanha sugere que, ao identificar programas assim, a pessoa deve coletar o máximo de dados possíveis e informar ao Ministério Público Federal, à Polícia ou à Capes.

 

“É importante que faça a comunicação, pois só assim conseguiremos acabar com programas irregulares e evitaremos que novas pessoas sejam prejudicadas. Como cidadão, faça sua parte!”, alerta o site

 

Para saber se um curso é regular, basta acessar a Plataforma Sucupira no site da CAPES e selecionar a página de buscas. Para maiores informações sobre validação acesse: http://carolinabori.mec.gov.br. Veja também a página e o vídeo da campanha aqui.

 

CAPES, com adaptações pontuais do PPGCL


Foto/divulgação: Unicentro

Recortes e entremeios

 

(19/02/2019) Professora Nádia Neckel apresentou a conferência "O discurso artístico: recorte e entremeio" nesta última sexta (15) na Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná, em Guarapuava (PR). A apresentação faz parte do Evento "Conversa com o pesquisador" do curso de mestrado em Letras daquela instituição.

 

Um olhar discursivo

 

Docentes e estudantes da Unicentro de Guarapuava participaram nesta última sexta (15) de mais uma Conversa com o Pesquisador no Laboratório de Estudos Linguísticos e Literários do Mestrado em Letras (LABELL). Nesta oportunidade, a professora Dra. Nádia Neckel falou sobre recortes e entremeios do discurso artístico.

 

"Minha apresentação abordou o pensar as imagens em discurso, tomando-as como práticas de resistência na história, produto de projeções sensíveis inscritas na arte e, por isso mesmo, política", comenta.

Em seu gesto analítico, Nádia partiu de duas produções videográficas em momentos históricos, autorias e territórios geográficos distintos.

 

"Para refletir sobre tais produções/projeções sensíveis, eu recorri à abordagem a teórico-metodológica da Análise do Discurso, principalmente a partir de formulações de Michel Pêcheux (1997) a respeito das práticas técnicas e práticas de gestão social e também à uma escuta teórica tomando o pensamento de Butler a respeito da noção de vida precária (2009) e as provocações que traz em seu livro "Quadros de guerra" edição brasileira (2017)", explica.

 

Em sua apresentação Nádia discutiu duas análises sobre o mesmo material: Lagazzi "O sangue na cor das letras. O agudo no tom da voz. A resistência na imprevisibilidade das derivas" e Neckel "Projeções sensíveis e/ou Práticas de Resistência? Sarajevos ou Rios de Janeiros? Pensando em quadros de guerra e na precariedade da vida".

 

Esses materiais foram recentemente publicados no livro "Resistirmos, a que será que se destina?" organizado pelos professores: Lucília Maria Abrahão e Sousa (USP), em co-organização com os professores Adonai Takeshi Ishimoto (E-L@DIS-USP), Elaine Pereira Daróz (E-L@DIS-USP) e Dantielli Assumpção Garcia (UNIOESTE).

 

Na foto principal, Nádia apresenta seu trabalho. Nas fotos abaixo, flagrantes da participação de estudantes e docentes da Unicentro.

 

Foto/divulgação: Unicentro

 

PPGCL


Foto/divulgação: Bazilicio Andrade Filho

Doutorado Sanduíche possibilita internacionalização da pesquisa

 

(15/02/2019) Desde o final de agosto de 2018 o doutorando em Ciências da Linguagem (PPGCL) da Unisul, Bazilício Manoel de Andrade Filho, está morando na França e realizando parte de seu doutorado no país. Esta possibilidade é feita por meio do chamado Doutorado Sanduíche, um programa fomentado pela Capes e custeado pelo órgão. Anualmente, o PPGCL recebe uma cota que equivale a doze meses de permanência no exterior.

 

Modelagem matemática
 

Bazilício tem analisado como os estudantes utilizam a linguagem matemática em atividades de modelagem matemática. Ele descreve a experiência com o Doutorado Sanduíche como uma experiência ímpar. “Além da possibilidade de aperfeiçoar os meus conhecimentos relativos à didática matemática, pude também aprimorar o meu idioma e conhece a cultura francesa”, relata.

O Doutorado Sanduíche possibilita também a internacionalização da pesquisa. Além disso, garante uma formação mais qualificada, com pesquisadores renomados. “Nos últimos anos o professor Fábio Rauen vem desenvolvendo uma teoria que se chama Teoria de Conciliação de Metas. Esta teoria eu irei utilizar em minha tese. Dessa forma, venho apresentando elementos desta teoria durante meu estágio, o que acabou despertando a curiosidade dos meus supervisores na França”, conta o doutorando.

O trabalho do doutorando está sendo supervisionado pelo professor Dr. Fábio José Rauen, coordenador do PPGCL. Os dois, professor e orientando, participaram de uma conferência online com outros docentes da Universidade de Bordeaux, na cidade de Pau (França), que se interessaram pelas pesquisas.

 

“Uma experiência como essa é de mão dupla. Nesta reunião de trabalho eu tive a oportunidade de explicar aspectos de minha teoria, que Bazilício está utilizando, aos professores franceses e eles tiveram a oportunidade de fazer o mesmo”, esclarece professor Fábio.

 

Na foto, Bazilício posa em frente a Escola Superior de Professores e de Educação na cidade de Pau (França) onde faz seu doutorado sanduíche.

 

UnisulHoje (adaptado)


Foto/divulgação: PPGCL

Tese analisa Buscador Google Hummingbird

 

(13/02/2019) O estudante Pedro Augusto Bocchese defendeu na manhã desta quarta (13) a tese "Buscador Google Hummingbird: análise discursiva do processo de individuação a partir do conceito do filtro invisível". A sessão pública aconteceu no Laboratório de Linguagem - Sala 111B, da Unidade Pedra Branca.

 

O objetivo geral da tese de Bocchese é analisar discursivamente o processo de individuação a partir do conceito do Filtro Invisível no buscador Google versão Hummingbird, avaliando em que medida as pessoas estão submetidas a concordar com formas de funcionamento dos buscadores.

 

Para o autor, o conceito de filtro invisível foi apresentado por Eli Pariser em palestra do TED (acrônimo de Technology, Entertainment, Design; em português: Tecnologia, Entretenimento, Design). Para ele, Pariser trouxe uma reflexão a respeito da forma que os algoritmos criados pelos buscadores e redes sociais retornam registros.

 

"As formas de personalizar o indivíduo, gerado por esses mecanismos de busca faz com que as pessoas não tenham ciência do que não está retornado, e sim, que estejam sujeitos ao efeito de que tudo aquilo que está visível é o que existe", comenta Bocchese.

 

"Minha pesquisa, fundamentada na Análise do Discurso, produz gestos de interpretação desse processo de personalização a partir de noções como as de arquivo, formação discursiva, memória discursiva e metálica e o processo de individuação.

 

Foto/divulgação: PPGCL

 

Orientado pela professora Dra. Giovanna Gertrudes Benedetto Flores, o trabalho de Bocchese foi aprovado por banca formada pelos professores Dr. Rafael Evangelista (Unicamp), Dr. Ricardo Augusto Manfredini (UFRGS), Dra. Nádia Régia Maffi Neckel (Unisul), Dra. Solange Maria Leda Gallo (Unisul), Dra. Juliana da Silveira (Unisul, suplente) e Dr. Gilmar Luis Mazurkievicz (UnC, suplente).

 

PPGCL


Foto/divulgação: Lumen Juris

Livro analisa Lei Maria da Penha em perspectiva discursiva

 

(12/02/2019) A Dra. Márcia Cristiane Nunes Scardueli publicou em dezembro o livro "Lei Maria da Penha e Violência Conjugal: Discursos, Sujeitos e Sentidos", pela editora Lumen Juris, do Rio de Janeiro. O livro é fruto da tese de Doutorado defendida no PPGCL em 2015 e foi prefaciado pelo professor Dr. Maurício Maliska, orientador à época.

 

Discursos, Sujeitos e Sentidos

 

A aplicação da Lei 11.340/2006, mais conhecida como "Lei Maria da Penha", é o instrumento legal com o qual é possível fazer o enfrentamento de situações de violência doméstica conjugal no cenário da justiça criminal. Contudo, objetivamente, é somente a partir de uma denúncia, que é feita em geral pelas vítimas, que a violência doméstica passa a existir linguisticamente nos documentos oficiais. Isso permite, segundo a autora, a discussão e a interpretação de efeitos de sentido que circulam nesse contexto.

 

Fruto de tese de doutorado defendida em 2015 e orientada pelo professor Dr. Maurício Maliska do PPGCL, Márcia discute no livro os efeitos de sentido (re)produzidos na aplicação da Lei Maria da Penha no cenário policial, judicial e nas falas de homens e mulheres em situação de violência conjugal e, para tanto, ampara-se na Análise do Discurso de linha francesa.

 

Conforme resenha a editora Lumen Juris, "a análise discursiva apontou uma generalização das situações, que silencia enredos, histórias de vida e a violência ocorrida, além de evidenciar marcas de gêneros que reforçam os lugares sociais ocupados por vítimas e agressores, mantendo desiguais as relações entre homens e mulheres".

 

"Por tratar de uma das principais frentes de lutas do campo dos Estudos Feministas: as violências contra as mulheres, a obra marca um espaço nesse cenário, bem como fica situada também nos estudos da Linguística Forense, revelando a importância do intercâmbio entre os profissionais do Direito e da Linguagem", complementa a editora.

 

Para mais informações e aquisição da obra, clique aqui.

 

PPGCL


 

Foto/divulgação: Pedro e João Editores

Docentes do PPGCL participam de coletânea sobre resistência

 

(07/02/2019) As professoras Andreia Daltoé e Nádia Neckel participam da coletânea "Resistirmos, a que será que se destina?" da Pedro e João Editores. Em pauta, formas de movimentos de resistência, revolta e rebeldia diante de discursos mortíferos da intolerância, ódio e extermínio.

 

Resistirmos, a que será que se destina?

 

A elaboração do livro "Resistirmos, a que será que se destina?" surge logo após o impacto do assassinato de Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro, e de seu motorista Alexandre Gomes. Este projeto foi liderado pela professora Lucília Maria Abrahão e Sousa (USP), em co-organização com os professores Adonai Takeshi Ishimoto (E-L@DIS-USP), Elaine Pereira Daróz (E-L@DIS-USP) e Dantielli Assumpção Garcia (UNIOESTE).

 

Segundo os organizadores, em meio aos discursos da intolerância, ódio e extermínio que vêm ganhando força e escancarando seu horror, a iniciativa do livro foi analisar e estudar, não os discursos mortíferos da intolerância, ódio e extermínio, mas os movimentos de resistência, revolta e rebeldia diante deles.

 

A proposta, conforme a carta-convite encaminhada em março de 2018 pela professora Lucília, era que, "pela via da arte e da poesia, no funcionamento de coletivos, nas redes sociais, em manifestos, os espaços de discordância, denúncia e repúdio são bordados de modo a revirar, torcer e assoprar sentidos de justiça, liberdade e direitos".

 

Conforme a sinopse, nesta coletânea, "os discursos mortíferos do preconceito e da intolerância produzem efeitos de naturalização da violência que nos assolam cotidianamente. "Resistirmos, a que será que se destina?" propõe uma reflexão dos movimentos de ruptura, reviravolta, revolta e rebeldia diante dessas discursividades, com base nos estudos da Análise do Discurso Francesa de Pêcheux, e também dos trabalhos da psicanálise de Freud e Lacan. A obra entrelaça pesquisas científicas, a arte visual e a poesia, e busca tecer novas formas de refletir, pensar e quiçá desconstruir o horror que nos assombra, possibilitando a emergência de outros efeitos de sentidos em que pesem o respeito às diferenças e o direito à vida.

 

"‘Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas’ é o que o poeta nos dá como pistas para seguir adiante em momentos sombrios, dizem os organizadores no prefácio. "‘Está anotado, está selado, está feito, está aqui, Drummond’. Nossa voz de mãos dadas, nossas mãos de escreventes, fotógrafos e poetas dadas umas às outras, nosso sim ao ato singular de invenção em enlace com o outro, nosso gesto tão necessário de não esmorecer, de continuar a dizer algo que possa fazer luz, de seguir adiante contando que o tempo é nossa "matéria, o tempo presente, os homens presentes, a vida presente", complementam.

 

As professoras Andréia Daltoé, com o texto "Comissão da Verdade e Intervenção no RJ: a charge e seu modo polêmico nas maneiras de ler" e Nádia Neckel, com o texto "Projeções Sensíveis e Práticas de Resistência: Sarajevos ou Rios de Janeiros? Pensando em quadros de guerra e na precariedade da vida", participaram do desafio deste Projeto.

 

O livro está disponível para aquisição aqui.

 

PPGCL


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