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Foto: PPGCL

Andrade Filho e Rauen publicam artigo sobre Modelagem Matemática

 

(08/07/2020) Bazilicio Manoel de Andrade Filho e Fabio Jose Rauen publicaram o artigo “Modelagem Matemática de transformações isovolumétricas: análise conforme a teoria de conciliação de metas” na revista Educação Matemática e Pesquisa. O artigo compõe o dossiê Modelagem Matemática e Resolução de Problemas, que está sendo publicado no volume 4 da Revista.

 

Modelagem Matemática em pauta


No artigo, Andrade Filho e Rauen analisam a pertinência da arquitetura abdutivo-dedutiva da teoria de conciliação de metas para descrever e explicar processos cognitivos em tarefas de Modelagem Matemática.
“Nesta pesquisa, nós observamos o desempenho de um grupo de estudantes do segundo ano do Curso Técnico de Química Integrado ao Ensino Médio do Instituto Federal de Santa Catarina, campus Criciúma, na tarefa de modelar transformações gasosas isovolumétricas com o auxílio de um simulador de propriedades gasosas”, disse Andrade Filho.


As evidências produzidas na pesquisa mostram que os estudantes foram capazes de modelar as transformações, negociando colaborativamente planos de ação intencional menores associados às diferentes fases e ações cognitivas de modelagem, com os quais, relacionando Matemática e Físico-Química, mobilizaram o objeto matemático adequado de seu repertório didático; propuseram um modelo; interpretaram e validaram os resultados; e refletiram sobre limitações e potencialidades do modelo.


“Nosso estudo sugere que a arquitetura pode contribuir para descrever e explicar processos cognitivos em atividades de Modelagem Matemática, oferecendo ao professor ferramentas para gerar e avaliar intervenções didáticas”, complementa Rauen.


Educação Matemática Debate é um periódico editado pelo Grupo de Pesquisa em Educação Matemática (GPEMat), vinculada ao Departamento de Ciências Exatas (DCEx) da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes). O periódico visa a contribuir com a reflexão e a socialização de conhecimento sobre os processos de ensino e de aprendizagem da Matemática, sobre diferentes elementos do desenvolvimento profissional docente e sobre aspectos epistemológicos, filosóficos, didáticos, metodológicos e conceituais da Matemática e da Educação Matemática. Além disso, divulga processos e resultados de pesquisas e de experiências de práticas pedagógicas que tem como foco de análise as teorizações do campo da Educação Matemática.


Acesse o artigo aqui.
 

 


 

Foto: PPGCL

Comparando registros de representação

 

(03/07/2020) O estudante Guilherme Rossi de Melo defendeu na manhã desta sexta (03) a dissertação “Análise pragmático-cognitiva de efeitos do registro de representação semiótica na resolução de sistemas lineares por estudantes do ensino médio”. Em pauta, a suposta predileção por resolver sistemas lineares pictóricos.

 

Preferimos sistemas lineares pictóricos?


À parte do formalismo acadêmico, Melo questiona em sua dissertação por que problemas envolvendo sistemas lineares cujas variáveis algébricas x, y ou z são trocadas por figuras tão díspares como sapatos, estrelas ou frutas são tão populares na internet como desafios de entretenimento. Conforme o autor, o fato é que problemas desse tipo, especialmente aqueles com diversas armadilhas ou “pegadinhas”, portanto, aspectos deliberadamente escondidos ou ambíguos, promovem engajamento em direção à solução, ou seja, trata-se de um sucesso de adesão dos participantes da rede social em que é inserido. “O mesmo problema representado algebricamente não alcançaria esse mesmo sucesso”, especula.

 

Considerando esse cenário, Melo se propôs a verificar se essa predileção por problemas com figuras se repetiria quando problemas de mesma dificuldade fossem colocados lado a lado em igualdade de condições e, além disso, se a forma como os problemas fossem apresentados influenciaria nas estratégias de resolução. Em outras palavras, em sua dissertação, o pesquisador “analisou efeitos dos registros algébrico, linguístico e pictórico na ordem e na mobilização de estratégias de resolução de sistemas lineares possíveis e determinados.


Melo mobilizou as noções teóricas de registros de representação semiótica, relevância e conciliação de metas e realizou um experimento de caráter exploratório em duas etapas. Na primeira etapa, ele propôs que 30 estudantes do primeiro ano do Ensino Médio Escola de Educação Básica Irmã Maria Teresa de Palhoça (SC) escolhessem e resolvessem três problemas envolvendo sistemas lineares apresentados em registro algébrico, linguístico e pictórico. Na segunda etapa, ele aplicou um protocolo verbal para investigar a ordem e os métodos de resolução dos problemas conforme a perspectiva dos estudantes.


“Escolhi estudantes do primeiro ano porque eles já dominam os métodos formais de resolução de sistemas lineares”, explica o pesquisador. “Para poder comparar a influência dos registros é preciso primeiro garantir que os indivíduos conheçam esses métodos”, complementa.


As evidências da pesquisa apontam para uma predileção pelos registros pictórico e linguístico, desempenho superior nesses registros – ainda que insuficiente – e mobilização abdutiva de estratégias menos que formais com diferentes níveis de desempenho de conhecimentos matemáticos incluindo soluções criativas ad hoc.


“Os estudantes em geral, deixam para resolver por último o problema apresentado algebricamente e, mesmo quando estão resolvendo problemas nesse registro tendem a usar métodos menos que formais, notadamente o método de tentativa e erro”, destaca o autor. “Esse tipo de comportamento revela que as estratégias tecnicamente mais sofisticadas e potentes fornecidas pela Matemática não são espontaneamente mobilizadas na resolução de problemas desse tipo”, lamenta.


A dissertação de Guilherme Rossi de Melo, que foi orientada pelo professor Dr. Fábio José Rauen, foi aprovada por banca formada pelas professoras Dra. Suelen Francez Machado Luciano (Unisul/Faculdade SENAC) e Dra. Marleide Coan Cardoso (Instituto Federal de Santa Catarina). A banca contou com a suplência do professor Dr. Mário Abel Bressan Júnior (Unisul).

 


 

 

Foto: PPGCL

A verdade estética de Orsobn Welles

 

(02/07/2020) A estudante Cristina de Marco defendeu sua dissertação intitulada “A verdade estética pelo olhar do outro: de Rogério Sganzerla para Orson Welles". Sob orientação do professor Alexandre Linck Vargas, a pesquisa foi aprovada nesta quinta-feira, 2.

 

Orson Welles filmou no Brasil, em 1942, dois episódios de um documentário que chamaria Tudo é Verdade, um projeto desenvolvido dentro da Política de Boa Vizinhança do governo Roosevelt. O primeiro, Carnaval, traria a origem da festa popular brasileira. O segundo, Jangadeiros - Quatro Homens em uma Jangada, contaria um fato épico ocorrido no ano anterior e que foi, inclusive matéria na Revista Time americana. O filme, no entanto, nunca foi concluído. Orson Welles teve que retornar ao seu país e nunca mais teve contato com o material filmado.

 

“Sobre este fato, o cineasta catarinense Rogério Sganzerla produziu quatro filmes: Nem Tudo é Verdade (1986); Linguagem de Orson Welles (1990), Tudo é Brasil (1997) e O Signo do Caos (2003) - o que eu chamarei de Tetralogia da Verdade. Através da análise destes filmes, com o auxílio dos conceitos de Antropofagia e Corpo Sem Órgãos, busquei a verdade estética de Rogério Sganzerla pelo olhar do outro”, contou Cristina. 

 

A dissertação foi aprovada em banca composta pelos professores Dr. Alexandre Linck Vargas – UNISUL (orientador); Dr. Jair Tadeu da Fonseca – UFSC (avaliador); Dr. Mário Abel Bressan Júnior – UNISUL (avaliador) e Dra. Chirley Domingues - UNISUL (suplente).  

 


 

Foto: PPGCL

Dissertação descreve conjunto poético de Hilda Hilst

 

(02/07/2020) “As transfigurações do mito de Ariadne e Dionísio em Hilda Hilst”, este foi o título da dissertação defendida nesta quinta-feira, 2, pela mestranda Luana Franciele Fernandes Alves. A pesquisa visou (re)discutir temas contemporâneos.

 

De acordo com a pesquisa de Luana, as artes buscam nos mitos inspiração para (re)discutir temas contemporâneos, como é possível observar no conjunto poético que compõe o livro Júbilo, Memória, Noviciado da Paixão (1974), de Hilda Hilst e que é o objeto de estudo do trabalho, buscando descrever a transfiguração em “Ode descontínua e remota para flauta e oboé. De Ariana para Dionísio”.

 

“Realizou-se uma pesquisa de caráter exploratório em bibliografias, periódicos e sites, além de pesquisa nos documentos do Instituto Hilda Hilst, localizado em Campinas – SP, e análise documental no Centro de Documentação Cultural "Alexandre Eulálio" da Unicamp. A partir disso, percebemos que a transfiguração está presente em toda a obra pesquisada, seja na figura do deus que se faz humano diante da amada, ou na transposição de Ariadne da mitologia para Ariana de Hilda Hilst”, explicou a estudante.

 

A banca avaliadora foi composta pelas professoras Dra. Ramayana Lira de Sousa – UNISUL (orientadora); Dra. Alessandra Brandão – UFSC (avaliadora); Dra. Ana Carolina Cernicchiaro – UNISUL (avaliadora) e Dra. Dilma Beatriz Rocha Juliano - UNISUL (suplente) e emitiu conceito Aprovado para dissertação.  

 


Foto: PPGCL

Crítica Cultural publica dossiê

 

(02/07/2020) Revista Crítica Cultural publica dossiê sobre “Cenografias da voz, ontografias do sentido: corpo e enunciação, historicidade e ontologia”. Número foi organizado por Ana Carolina Cernicchiaro (UNISUL), Fábio Roberto Lucas (UFPR) e Roberto Zular (USP). Conforme os organizadores, o dossiê é uma continuidade do simpósio homônimo sediado no XVI Congresso Internacional da Abralic, que se realizou em junho de 2019, em Brasília.

 

Ontografias

 

O dossiê foi organizado em quatro segmentos. O primeiro segmento, “ontografias”, reúne ensaios que respondem explicitamente ao desafio - posto pela antropologia e pela escuta das filosofias, metafísicas, línguas e povos ameríndios - de repensar a historicidade e a ontologia do que chamamos de “literatura”, especialmente no confronto com momentos cruciais da história da experiência literária brasileira.

 

Assim, em “No fluxo dos recados: sobredeterminação e variações ontológicas em ‘O Recado do Morro’ de Guimarães Rosa e A Queda do Céu de Kopenawa e Albert”, Roberto Zular vem desdobrar o percurso de ressonâncias entre as duas obras mencionadas no título, estabelecido a partir de um diálogo entre José Miguel Wisnik e Eduardo Viveiros de Castro.

 

Em seguida, Alexandre Nodari apresenta “A metamorfologia de Macunaíma: notas iniciais” de uma pesquisa que propõe uma leitura da rapsódia mário andradina sobredeterminada (via Maniglier e Zular) por regimes de enunciação e imaginação heterogêneos, tal como o “ocidental” e o “ameríndio”, que se processa, como em Rosa e Kopenawa, pela sobredeterminação de duas séries narrativas.

 

Se Zular e Nodari, sob impacto da antropologia e do perspectivismo ameríndio, retomam dois autores cruciais da literatura brasileira do século XX, Ana Carolina Cernicchiaro, por sua vez, chega ao limiar deste primeiro segmento com “A poética indígena como resistência: por uma abertura na literatura brasileira contemporânea”, onde expõe a complexa contemporaneidade da literatura ameríndia.

 

Sentidos

 

O segundo segmento, “Sentidos”, encontra os artigos que, em ressonância com bases teóricas propostas para o simpósio e para o dossiê, fazem questionamentos que tocam a própria noção de literatura.

 

Na primeira delas, “Literatura e Erotismo”, Marília Librandi propõe uma erótica da arte literária, que experimente o signo tensor sob o signo semiótico, o tesão sob as tensões, como se o texto literário só se desnudasse no seu elo com os espasmos musculares, ou ainda, na experiência de um vínculo limítrofe, inexistente no campo do que pode ser contabilizado ou contado, pois, como toda relação sexual, “não é uma substância, não é nem um, nem dois, mas o que ocorre entre”.

 

Na segunda passagem deste segmento, “Fronteiras e feridas na escrita de Carolina Maria de Jesus”, Mariana Patrício Fernandes sonda o enlaçamento entre as obras da escritora brasileira e suas condições sociais e existenciais, entre a escrita da vida e a vida da escrita, associação que pressionaria pela possibilidade de afirmar outra noção de autonomia literária, não mais condicionada por um isolamento em relação aos interesses da máquina econômico-produtiva da sociedade, nem pela afirmação da razão livre sobre a anarquia da sensação nem mesmo por uma superação a priori das intempéries da sobrevivência, mas que, pelo contrário, faz-se no corpo a corpo com essas, sempre em curso, sem o ponto final que marcaria a instituição da obra autônoma, separada e desinteressada, em sua acepção mais tradicional.

 

No limiar deste segundo segmento, e bem no meio de nosso dossiê, temos a tradução de um artigo de Patrice Maniglier que teve forte impacto sobre a proposta de discussão iniciada no simpósio da Abralic e continuada nesta edição de Crítica Cultural. Originalmente publicado na revista Savoirs et Cliniques, nº 6, de 2005, “Sobredeterminação e duplicidade do signo: de Saussure a Freud” apresenta alguns dos elementos nucleares do livro La Vie Énigmatique des Signes: Saussure et la naissance du structuralisme (cuja tradução para o português está em curso), onde Maniglier relê a linguística saussuriana a partir dos manuscritos do linguista suíço postumamente encontrados nos anos 1990.

 

Voz

 

Chegamos assim ao terceiro segmento do dossiê, “Voz”, noção que tem sido construída por diferentes correntes do pensamento moderno e contemporâneo justamente para compreender esse feixe entre literatura, psicanálise e saber, visado no artigo de Maniglier.

 

“Voz, potência, ressonância e corpo na linguagem poética”, de Maria Rosa Duarte, é o artigo que abre a seção com uma ampla reflexão sobre a ontologia e a antropologia da voz, em diálogo com Giorgio Agamben, Jean-Luc Nancy, Adriana Cavarero e Paul Zumthor, cujos trabalhos estão entre os mais profícuos dentro desse debate.

 

No segundo artigo desta seção, “A escrita da voz nos versos do manuscrito Notas sobre uma possível A casa de farinha, de João Cabral de Melo Neto”, Gislaine Goulart dos Santos leva a reflexão sobre o conceito de voz justamente para esse limiar da escritura do poema, ainda em latência, nesse passo onde se cruzam as diferentes historicidades e ritmos da fala e da escrita, da vida e do poema, das técnicas tradicionais de memorização dos trabalhadores da casa de farinha e das técnicas literárias - rima toante, repetição, jogo de palavras - do poeta.

 

Para terminar esta seção, “Emplasto Sísmico?”, pergunta de Gabriel Salvi Philipson, leva a reflexão sobre a voz a pensar sobre o modo como a filosofia uspiana se institucionaliza em corpo-a-corpo problemático com a literatura e suas múltiplas virulências.

 

Cenografias

 

Na dobra entre início e inacabamento do dossiê, chegamos enfim ao segmento “Cenografias”. Nele se desdobram estudos que procuram pensar esse lugar aporético da voz, a um só tempo contínuo e pivotante, nas cenas contemporâneas, de historicidade densa e multiplicante, em especial aquelas que se formaram durante a problemática redemocratização brasileira, tempo em que, como temos visto, transforma-se justamente a própria noção de literatura, em seus limiares e acoplagens com as provocações da antropologia e com as inquietações da filosofia.

 

Nessa via, delineiam-se as “Termodinâmicas do ato poético: modulações do (fim do) poema na década perdida”, de Fábio Roberto Lucas. Trata-se ali de trabalhar no campo de possibilidades ainda abertas para se pensar a poesia na década de 1980. Com esse campo mais vasto de questões e na fímbria das teorias da voz , Lucas propõe uma leitura de Paulo Leminski e Sebastião Uchôa Leite atenta às vibrações entre as diferentes escalas: do campo sonoro dos poemas às tensões com as tecnologias, do roçar da palavra ao resvalar de diferentes mundos, passando pelas produtivas hesitações entre ritmo e metáfora, poema e imagem, poesia e prosa.

 

Em seguida, Fernando Mendonça Serafim adensa ainda mais as percepções críticas sobre o arco histórico da redemocratização ao tratar de um “Bartleby do Brasil: o gesto interrompido na poesia de Paulo Henriques Britto”. O artigo vê na fórmula da recusa enunciada pelo célebre personagem de Melville uma via de leitura para a poética da neutralização e da inoperosidade que o poeta agenciaria para mostrar os sedimentos “emplástricos” da redemocratização. Em suma, trata-se da recusa de um mundo, de um certo modo de funcionamento do real que articula outra posição na linguagem, como uma dupla recusa da linguagem e do mundo, como comunicação e como “real”, que permite a emergência de um complexo espaço entre agir e não agir, pondo em xeque as trocas banalizadas entre linguagem e mundo nas quais vivemos.

 

Chegamos assim ao umbral desta última seção e do dossiê como tal, onde André Goldfeder propõe “A deusa, o cavalo: duas figuras de Nuno Ramos” como um percurso interpretativo dos trabalhos do escritor e artista visual durante as últimas décadas, até chegar a um diálogo entre “as duas figuras ficcionais-poéticas extraídas dos livros Sermões (2015) e Adeus, cavalo (2017)” e os conceitos de voz e de signo, formulados em proximidade com alguns dos autores mobilizados ao longo do dossiê, sobretudo Lacan no primeiro caso e Maniglier, no segundo. 

 


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