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Foto/divulgação: PPGCL

Uma mirada para os gestos em levantes

 

(12/08/2019) O estudante Muhamad Subhi Mahmud Hasan Husein defendeu, na tarde desta segunda (12), a tese "A intifada como gesto". Evento ocorreu no Laboratório de Linguagens da Unisul Pedra Branca.

 

Sobre muros e intifadas

 

O trabalho de Husein teve como objetivo estudar os gestos de levantes na Palestina, visualizando possíveis sobrevivências e introduzindo a teoria da força do desejo nos levantes na teoria de Georges Didi-Huberman.

"Através do conceito de soulèvements de Didi-Huberman, eu analisei não somente gestos corporais, mas também elementos dos levantes em imagens, palavras, ações da resistência palestina", explica o estudante.

 

Para dar conta desses objetivos, Husein relacionou imagens de levantes na Palestina com a narrativa bíblica de Davi e Golias nas perspectivas judaica, cristã e muçulmana, e a figura de Davi nas obras de arte de Michelangelo, Bernini e Caravaggio, explorando a hipótese de contar como a história do Davi judeu se tornou a história de um Davi palestino.

 

A história dos levantes na Palestina, passando pela Nakba (Catástrofe Palestina), as Intifadas e a Grande Marcha do Retorno, foi utilizada como apoio ao leitor para estabelecer as conexões necessárias para compreender o raciocínio proposto.

 

"Abordei o muro da Cisjordânia e suas relações com outros muros que, segundo Didi-Huberman, refletem o ‘muro psíquico’ construído pelos judeus, um ‘emuramento’ necessário para sua sobrevivência", esclarece Husein. "Por fim, fiz um estudo da desumanização mostrando como as ações violentas e de segregação do estado de Israel provocam consequências que afetam o psicológico dos palestinos, verificando como os conceitos de biopolítica e necropolítica são aplicados neste processo", complementa.

 

A tese de Husein, em síntese, propõe uma nova abordagem da questão Palestina para mostrar que a análise dos gestos de levantes pode dizer mais do conflito do que os próprios relatos históricos dos levantes.

 

Foto/divulgação: PPGCL

 

Orientada pelo professor Dr. Antonio Carlos Gonçalves dos Santos, a pesquisa foi aprovada por banca formada pelos professores Dra. Daniela Queiroz Campos (UFSC), Dr. Pedro de Souza (UFSC), Dra. Dilma Beatriz Rocha Juliano (UNISUL), Dra. Ramayana Lira de Sousa (UNISUL) e Dr. Maurício Eugênio Maliska (UNISUL, suplente).

 

PPGCL


Foto/divulgação: PPGCL

Aula Magna marca início do segundo semestre
 

(05/08/2019) A professora Dra. Janyne Sattler (UFSC) ministrou na manhã desta segunda feira (05) a aula Magna "Linguagem, imagens e poder: uma mirada feminista". Aula marca o início do segundo semestre de 2019 e dá boas vindas aos novos mestrandos e doutorandos do PPGCL na Pedra Branca.
 

Uma mirada feminista
 

Em sua apresentação, Janyne abordou conceitos de linguagem em suas abrangências estéticas, políticas e filosóficas, apontando para o fato de a linguagem ter a capacidade de reproduzir esteriótipos através de seus conceitos. "A linguagem é morada de poder e possui 'poderes mágicos' para moldar o mundo", diz a pesquisadora.
 

Segundo a pesquisadora, o corpo é superfície de linguagem e sofre os efeitos da construção moderna do conceito de linguagem. Para ela, o corpo feminino é o resultado das estruturas e confinamentos dos espaços de poder resultado dos movimentos históricos. “A linguagem pode ressignificar o mundo frente aos cenários contemporâneos de violência”, argumenta.
 

Para a professora Nádia Neckel, coordenadora adjunta do PPGCL, a apresentação de Janyne foi muito relevante para a retomada das atividades do PPGCL. “Foi um momento muito rico de trocas acadêmicas e afetiva entre os pesquisadores professores e alunos e marcam um belo início dos trabalhos desse segundo semestre de 2019”.
 

Foto/divulgação: PPGCL

 

A aula contou com a presença destacada dos professores Zacaria Nassar (Diretor de Campus da Grande Florianópolis) e Hércules Nunes de Araújo (Pró-Reitor de Ensino, Pesquisa, Pós-Graduação, Extensão e Inovação) e foi prestigiada por professores das linhas de Texto e Discurso e Linguagem e Cultura, mestrandos e doutorandos.
 

No segundo semestre, nas segundas e terças, os estudantes cursam disciplinas das áreas de concentração e das linhas de pesquisa do Programa. As aulas do Campus de Tubarão, por sua vez, iniciam-se na quinta (8) replicando as mesmas disciplinas nas quintas e sextas.
 

PPGCL


Foto/divulgação: PPGCL

Eduardo Coutinho é objeto de estudo
 

(31/07/2019) O estudante Igor Miguel da Silveira Rosa defendeu na tarde desta quarta (31) a dissertação “Jogo de cena e o dispositivo fílmico de Eduardo Coutinho como construção de uma ética documental”. Evento ocorreu no Laboratório de Linguagens da Unisul Pedra Branca.
 

Jogo de Cena em pauta
 

Nesta pesquisa, Rosa procurou perceber como determinados protocolos e artifícios, desenvolvidos a partir de uma preocupação ética com as relações que são estabelecidas nos documentários de Eduardo Coutinho, aparecem ao longo da filmografia do diretor, de forma a contribuírem na construção de um dispositivo fílmico.
 

“Para dar conta desse objetivo, foi necessária uma conceitualização do termo dispositivo no estudo do documentário e a análise da filmografia documental do diretor para pensar como esses elementos são construídos a cada filme”, explica o estudante. “Com essas ações, procurei perceber como as relações éticas e os dispositivos aparecem em Jogo de Cena (2007), e o que esse documentário difere dos outros da carreira do diretor”.

 

Rosa constatou que as demandas éticas levam a construção do dispositivo fílmico ao longo da filmografia documental de Eduardo Coutinho. “A construção do dispositivo de Jogo de Cena é o que possibilita as relações éticas no documentário”, conclui.
 

A dissertação, orientada pela professora Dra. Ana Carolina Cernicchiaro, foi aprovada por banca formada pelas professoras Dra. Consuelo da Luz Lins (UFRJ), Dra. Nádia Régia Maffi Neckel (UNISUL) e Dra. Giovanna Gertrudes Benedetto Flores (UNISUL, suplente).

 

PPGCL


 

Foto/divulgação: Autor

Memória Teleafetiva será lançada nesta terça


(28/06/2019) O professor Mário Abel Bressan Júnior lança nesta terça feira (30) às 19h30 o livro Memória Teleafetiva. Evento ocorre no Céu da Boca em Tubarão (SC). Professor apresentou sua obra no Jornal do Almoço da NSC Criciúma.

 

Destaque merecido

 

Professor Mário Abel Bressan Júnior participou nesta terça-feira da edição do Jornal do Almoço da NSC de Criciúma. Na pauta, o lançamento de seu livro Memória Teleafetiva, que vai ser lançado oficialmente nesta noite no Céu da Boca em Tubarão. Na oportunidade, Bressan destacou como a televisão é capaz de proporcionar espaços de nostalgia ao reapresentar produções audiovisuais.

 

Em seu livro, o pesquisador trabalha o conceito de teleafetividade justamente para dar conta dessa nova forma de revisão de nosso passado. "Quando assistimos novamente algo que acompanhamos no passado reconstruímos afetivamente aqueles momentos", argumentta.

 

O lançamento é aberto a toda a comunidade. O Céu da Boca, Bar e Restaurante, fica na Rua Lauro Müller, número 278 no centro de Tubarão. O evento ocorre às 19h30min.

 

PPGCL


Foto/divulgação: Editora

O Brasil pode ser independente?
 

(09/07/2019) Professora Dra. Giovanna Benedetto Flores publica capítulo no livro “Jornalismo e Estudos Mediáticos: Memória II” da Universidade Fernando Pessoa em Portugal. Intitulado “O Brasil pode ser independente? A emancipação brasileira nos jornais portugueses do século XIX”, o texto de Giovanna discute reverberações da independência na imprensa da época.
 

A emancipação sob o ponto de vista de Portugal
 

No capítulo, Giovanna produz um entrecruzamento entre a análise do discurso e a história da imprensa. No texto, a autora debate a independência do Brasil e a consequente separação de Portugal. Para dar conta desse objetivo, analisa dois periódicos, um brasileiro e outro português, ambos da década de 1820. Conforme sua análise, do ponto de vista de Portugal, o Brasil não deveria ser independente.
 

Conforme o prólogo de Jorge Pedro Sousa, organizador da obra, “para os portugueses, de acordo com os ecos da imprensa, o povo brasileiro não era civilizado e não possuía educação, por ser descendente de índios, negros escravizados ou mestiços, não tendo, por isso, viabilidade a criação de uma nação brasileira”.
 

periódicos defendendo a união entre os lusitanos e brasileiros e outros defendendo a separação política e a criação da nação brasileira. Essa discussão passa também pelo modo como o povo brasileiro era retratado na imprensa além-mar”, esclarece a autora
 

O texto integra os resultados de estágio de pós-doutorado que a professora realizou entre fevereiro e agosto de 2018, na Universidade Fernando Pessoa, sob a supervisão do professor Dr. Jorge Pedro Sousa.
“O estágio foi importante para poder compreender a história de Portugal e da imprensa lusitana para a minha pesquisa”, esclarece a autora.
 

Foto/divulgação: Giovanna Flores

 

Giovanna Benedetto Flores possui doutorado em Linguística/Análise do Discurso (Unicamp 2011) com pós-doutorado em Ciências da Informação/Jornalismo (Universidade Fernando Pessoa. Portugal, 2019), mestrado em Ciências da Linguagem (Unisul, 2005) e graduação em Jornalismo (Unisinos, 1985). Líder do Grupo de Pesquisa Discurso Cultura e Mídia, é docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem e da graduação em Jornalismo da Unisul desde 2000.
 

PPGCL


 

Foto/divulgação: Unisul Hoje

Memória Teleafetiva: conceito inédito vira livro
 

(04/07/2019) Professor Mário Abel Bressan Junior, docente do PPGCL, lança o “Memória Teleafetiva, publicado pela editora Insular. Publicação apresenta tema desenvolvido no Doutorado na PUCRS. (Matéria do UnisulHoje).
 

Nostalgia
 

A nostalgia pode ser definida como a saudade de algo do passado ou como a vontade de voltar ou reviver um momento que já tenha acontecido. Esta tem sido a aposta de muitas empresas que trabalham com séries e telenovelas: reprisar produções antigas ou produzir novas com base nesse passado. Rememorar o já visto tem acumulado audiência e gerado lucros. A explicação para isso pode estar nos estudos do Doutor em Comunicação Social (PUCRS), Mário Abel Bressan Junior, professor da Unisul, que lança um livro com o inédito conceito de Memória Teleafetiva.

Para a formulação dessa nova definição, Mario se propôs a observar o passado que a televisão recorda através das reprises, principalmente de novelas, e o porquê de as memórias serem tão fortes nesse meio de comunicação. Ele analisou o Canal Viva, que possui uma audiência muito alta na TV a cabo e trabalha com reprodução de telenovelas antigas e que já fizeram sucesso na programação.

“Minha pesquisa analisou os efeitos e que estratégias existem nesse tipo de programação, que é totalmente déjá-vu, e por que trazia tantos efeitos nostálgicos, tanta movimentação nas redes sociais, como no Twitter. Eu percebia que jovens que não tinham visto aquela telenovela, por exemplo, também acompanhavam. Então, busquei entender que memória era essa que eles carregavam, e que memória tinham as pessoas que já haviam assistido na primeira vez e que agora estavam revendo no Canal Viva”, destacou Mário.

Memória teleafetiva

O livro Memória teleafetiva defende um termo que até então não existia publicado e busca trazer as explicações para a afetividade que as pessoas têm pela programação televisiva. “A memória teleafetiva recupera a recordação de uma experiência vivida em determinada época, data ou ano, em que pessoas tiveram acontecimentos diante da TV ou rememorados a partir dela. Uma cena ou uma música, por exemplo, podem evocar sensações prazerosas e sentimentais sobre algo vivido. Isso em virtude de uma relação afetiva intensificada pela TV”, esclarece Mario.

Uma das explicações do professor para a criação desse novo conceito é a existência do laço social e da afetividade. Pois, mesmo com a programação on demand (em livre escolha) que a internet possibilita, a televisão continua pautando os assuntos em conversas e ela socializa. “Essa socialização acaba gerando afetos”, defende Mario. Já o laço social surge através da ligação invisível que existe entre pessoas que assistiram a uma mesma programação. “Eu defendo que esse laço é revisitado ao rever aquele conteúdo. Lembranças surgem, assim como a conexão com as pessoas que hoje pode se estender para as redes sociais e gerar conversas sobre o tema”, complementa.

Sobre o autor

Foto/divulgação: Unisul Hoje

 

Mario Abel Bressan Junior é natural de Tubarão e trabalha na Unisul há 22 anos. Ele é docente da instituição desde 2003 e atualmente leciona nos cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo e no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem (mestrado e doutorado). A televisão sempre permeou os interesses de estudos do professor e o compartilhar de conhecimento também. Em 2011, a dissertação de mestrado também se tornou um livro intitulado de Semiótica do Crime: a semiótica da narrativa na telenovela.

Agora, ele publica seu segundo livro pela editora Insular, o Memória Teleafetiva. Em breve, Mario organizará o lançamento de seu livro na cidade Azul, tanto na Unisul junto aos cursos onde leciona como fora da Universidade, apenas a data ainda não está definida.
 

UnisulHoje


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