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Foto/divulgação: PPGCL

Em busca de uma ficção filosófica
 

(06/06/2019) O estudante Jessé Antunes Torres defendeu na tarde desta quarta (5) sua dissertação intitulada “FLUSSER, HOMO FICTOR: em busca de uma ficção filosófica” na Sala 111, do bloco B, da Unidade Pedra Branca em Palhoça (SC).
 

Fábula, science fiction, contos fantásticos – vários significantes; mesmo fenômeno.
 

A dissertação de Torres teve como objeto a ficção filosófica de Vilém Flusser, que foi um pensador que viveu mais de 30 anos no Brasil. “Minha questão principal foi justamente saber o que é a ficção filosófica em Flusser ou para Flusser”, diz o pesquisador.
 

Conforme o estudante, a duas preposições na questão busca sugerir que a dissertação consiste tanto numa análise que visa a comentar os textos em que se materializa a ficção filosófica de Flusser como uma análise que visa a buscar conceito, motivações e justificativas da ficção na sua obra como um todo.
 

Para Torres, Flusser não foi o primeiro nem o último a lançar mão de histórias para expressar um pensamento filosófico, mas certamente sua ficção filosófica é emblemática e deve ser estudada, pois é extensão natural de uma obra propositiva e ensaística em que predominam a força imaginativa e a retórica.
 

“Para mim, Flusser dilui os limites entre filosofia e literatura, questionando as fronteiras da própria academia e do saber científico e defendendo a igualdade de direitos dos saberes artístico e filosófico”, argumenta.
 

“A ficção de Flusser nos mostra que a arte e a filosofia, ao lado da religião e do mito, não são saberes e práticas menores em relação à ciência, nem menos propiciadores de conhecimento, mas devem ser encarados em pé de igualdade. Isso não significa desmerecer a ciência e seu valor, mas enriquecer o saber científico e torná-lo mais humano por meio da arte e da filosofia”, finaliza.
 

Vilém Flusser (1920-1991), checo naturalizado brasileiro, fugindo do nazismo durante a segunda guerra, mudou-se para São Paulo onde atuou como professor de filosofia, jornalista, conferencista e escritor por cerca de 20 anos. Filósofo brasileiro entre os mais estudados no exterior, voltou sua atenção para a filosofia da comunicação e da produção artística.
 

Foto/divulgação: PPGCL

 

O trabalho, orientado pelo professor Dr. Alexandre Linck Vargas, foi aprovado por banca composta pelos professores Dr. Rafael Miguel Alonso Júnior (Unisosiesc) e Dr. Antônio Carlos Gonçalves dos Santos (Unisul), além da professora Dra. Dilma Beatriz Rocha Juliano (Unisul) na qualidade de suplente.
 

Foto/divulgação: PPGCL

 

A dissertação de Jessé foi antecedida de palestra intitulada “Vilém Flusser: técnica, imagem, imaginação”, proferida pelo professor Dr. Rafael Miguel Alonso.
 

PPGCL


 

Foto/divulgação: PPGCL

“Marcas da Memória” inicia-se com mesa redonda
 

(05/06/2019) Com o tema “passado, presente, ressonâncias na/da história”, iniciou-se no Salão Nobre da Unisul de Tubarão na noite desta terça-feira (5) a 4ª edição do Evento “Marcas da Memória”. Na oportunidade, pesquisadores e estudantes discutiram em mesa-redonda processos de redemocratização e de reparação de injustiças.
 

Abertura
 

O evento foi iniciado com a mesa-redonda “Memória e Democracia”, coordenada pela professora do curso de Relações Internacionais da Unisul Me. Carla Aparecida Marino Borba. Nesta mesa, a estudante Cecília Brancher (UFSC) proferiu a comunicação “Ditadura civil-militar em transição: O direito à memória, verdade, justiça e reparação no Brasil” e o professor Me. Ricardo Duwe (UFSC) proferiu a comunicação “Como se formam as democracias: democracia histórica e os processos de redemocratização no Cone Sul”.
 

Agenda...
 

Hoje acontece a mesa-redonda “Ressonâncias entre passado e presente”, coordenada pelo professor Dr. Mário Abel Bressan Júnior (PPGCL/UNISUL). Nesta mesa, a professora Dra. Marlene de Fáveri (UDESC) apresentará a comunicação “Disputas na esfera política - a quem incomodam as mulheres?” e a professora Dra. Andréia da Silva Daltoé (UNISUL) apresentará a comunicação “Escola Sem Partido: o ponto de encontro entre uma memória e uma atualidade”. A mesa ocorrerá no Salão Nobre a partir das 19h 15min.
Nas tardes dos dias 6 e 7 de junho, a partir das 14 horas, serão apresentadas comunicações orais no Prédio da Pós-graduação ao lado do Supermercado Althoff. E, na noite do dia 7, no Salão Nobre da Unisul, ocorre a palestra de encerramento: “Os ecos do passado no futuro: distopias e dissidências políticas”, a ser ministrada pela professora Dra. Janyne Sattler (UFSC). Antes desta palestra, está programada a apresentação do monólogo “Vozes da memória”, por estudantes do 2º ano do Ensino Médio da Escola Dr. Otto Feuerschuette
 

Conforme destacou Andreia Daltoé, coordenadora do evento, “Marcas da Memória” vem se consolidado como um espaço importante para a Universidade e para a comunidade em geral participarem de uma reflexão crítica sobre os regimes de exceção vividos na América do Sul, em especial no Brasil, bem como suas ressonâncias no presente.
 

Para o professor Fábio Rauen, coordenador do PPGCL, eventos como este são essenciais para a formação qualificada dos estudantes. “Estudar história de modo consciente e significativo é questão de reconhecer o papel pedagógico do passado para nossas ações que constroem, no presente, nosso futuro”. “O passado ressoa no presente, esse momento único, ao mesmo tempo poderoso e frágil, onde somos capazes de produzir alguma diferença – fazer história”, complementa.
 

O evento, em parceria com a X SPI e fomentado pela Capes e CNPq, é coordenado pelas professoras Andréia da Silva Daltoé e Carla Aparecida Marinho Borba e conta como organizadores os professores Rogério Santos da Costa, Mário Abel Bressan Júnior e Laura Oppa.
 

Foto/divulgação: PPGCL

 

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Foto/divulgação: PPGCL

Primeira edição dos Encontros Imaginários

 

(17/05/2019) Integrantes do Grupo de Pesquisas do Imaginário e Cotidiano participaram na tarde desta quinta-feira (16) da primeira edição dos Encontros Imaginários. A proposta é uma série de encontros por videoconferência com pesquisadores que dedicam suas pesquisas pela perspectiva teórica do Imaginário.

 

Encontro de ideias

 

Nesta primeira edição, apresentaram suas pesquisas a professora Katia Rubio e os doutorandos Rafael Veloso e Neilton de Sousa Ferreira Júnior, integrantes do Grupo de Pesquisas em Esportes Olímpicos (USP). Com 20 anos de experiência com pesquisas do Imaginário e Esporte, trouxeram riquíssimas discussões teóricas e metodológicas sobre as imagens olímpicas contemporâneas e os regimes que regem a formação simbólica.

 

"Nossa intenção é motivar o encontro de ideias, num formato de bate-papo, sem formalidades demasiadas, no sentido de aproximação de nossas reflexões teórico-práticas com pesquisadores da área, estabelecendo redes de discussões", destaca a professora Dra. Heloisa Juncklaus Preis Moraes, líder do Grupo.

 

Foto/divulgação: PPGCL

 

A edição de junho já está sendo programada.

 

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Foto/divulgação: PPGCL

Diferença da imagem na deficiência

 

(10/05/2019) a estudante de mestrado Esian Borges Pedro defendeu o projeto de dissertação intitulado "A diferença da imagem na deficiência: uma análise do filme ‘O filho eterno’, de Paulo Machline", na tarde desta sexta (10), na Sala 7, do Centro de Pós-Graduação, do Campus Tubarão da Universidade do Sul de Santa Catarina

 

Imagem de "diferença"

 

O projeto de pesquisa de Esian tem como objetivo identificar, a partir de uma análise fílmica, a abordagem temática e imagética sobre a síndrome de Down. Mais especificamente, a pesquisadora pretende investigar qual é a diferença da imagem na deficiência, a partir de uma análise do filme "O filho eterno" baseado no livro de Cristovão Tezza.

 

"Ao entendermos que o deficiente gera uma imagem de "diferença" chegamos a uma dicotomia do que é normalidade e anormalidade dentro de uma sociedade", conjectura. "Esta dicotomia nos faz pensar que o indivíduo que se diferencia é tratado de forma negativa socialmente, e constantemente perseguido para moldar-se aos parâmetros de normalidade estabelecidos pela sociedade", complementa a estudante.

 

Foto/divulgação: PPGCL

 

Orientado pelo professor Dr. Alexandre Linck Vargas, o projeto de Esian foi aprovado pelos professores Dra. Jussara Bittencourt de Sá e Dr. Mário Abel Bressan Junior.

 

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Docente do PPGCL apresenta palestra no IFSC/Criciúma

 

(09/05/2019) O professor Fábio José Rauen apresentou a palestra "Elaboração de Projetos" na noite desta quarta (8) no Instituto Federal de Santa Catarina em Criciúma (SC). A atividade fez parte do III Seminário de Avaliação do Curso de Licenciatura em Química.

 

A interdisciplinaridade no ensino de química

 

Com o objetivo de acompanhar o projeto de implantação do Curso de Licenciatura em Química do IFSC, Campus de Criciúma, docentes, estudantes e comunidade escolar participam nos dias 8 e 9 de maio do III Seminário de Avaliação. Entre as atividades, o professor Fábio José Rauen proferiu a palestra sobre elaboração de projetos.

 

"Minha palestra girou em torno da definição e da estrutura dos artigos científicos com ênfase na redação acadêmica e na argumentação científica", explica o palestrante. "A tese que venho defendendo é a de que, respeitando a comunidade discursiva de cada área do conhecimento, um texto acadêmico, desde sua concepção ou projeto, precisa tornar explícitos dois argumentos, aquele que dá sustentação ao objetivo e aquele que dá sustentação à conclusão", complementa.

 

Foto/divulgação: PPGCL

 

Antes da palestra, Rauen participou de reunião do Grupo de Pesquisa "Educar IFSC". Nesta interação, apresentou aspectos sobre a produção de artigos acadêmicos, especialmente do ponto de vista da orientação. O Grupo, liderado pelas professora Dra. Marleide Coan Cardoso e Dra. Michele Alda Rosso Guizzo, atua nas linhas de pesquisa: "Educação Matemática e processo ensino aprendizagem"; "Educação Profissional e Tecnológica, qualidade de vida e desenvolvimento social" e "Informática na Educação".

 

O evento prossegue hoje com socialização e avaliação das atividades produzidas no campus.

 

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Foto/divulgação: PPGCL

Mulheres em Movimento

 

(08/05/2019) A professora Dra. Ramayana Lira de Sousa, do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem proferiu Aula Magna a convite do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Ouro Preto, em Minas Gerais. A fala da professora teve como título "Perspectiva Política e Cartográfica das Mulheres em Movimento no Cinema" e abordou recentes discussões que vem desenvolvendo em suas pesquisas dentro do PPGCL/Unisul.

 

Perspectiva Política e Cartográfica

 

Conforme a professora Ramayana, a Aula Magna, que aconteceu no Auditório do ICSA/UFOP no dia 7de maio, foi um "importante momento de trocas, ainda mais em um momento onde as instituições públicas de ensino superior se encontram em um processo cruel de precarização".

 

Foto/divulgação: PPGCL

 

A professora iniciou sua fala em Ouro Preto ressaltando a necessidade de encontros entre pesquisadores para garantir uma sólida rede que permita o fortalecimento da geração de conhecimentos e experiências e, em seguida, falou sobre sua atual investigação que tematiza a presença das mulheres em espaços públicos nos filmes latino-americanos.

 

Utilizando imagens de filmes produzidos na América Latina, a professora construiu um vídeo-ensaio na tentativa de demonstrar que o pensamento sobre o cinema pode ser expresso de maneira audiovisual e não apenas verbal e escrita.

 

Ela ressaltou em sua fala que "A partir de um exercício de montagem que emparelha, aglutina, faz roçar a pele contra a pele, fricciona os corpos, tensiona os desejos, des/reterritoriliza as subjetividades, construímos uma pequena marcha de mulheres no cinema, constituída por uma comunidade de imagens, de afetos, de gestos de insubmissão que compõem o pequeno ‘milagre’ de andar sobre a terra." Sua fala foi seguida de debate com os presentes.

 

Foto/divulgação: PPGCL

 

A professora Ramayana avaliou positivamente a experiência afirmando que "convites como esse confirmam o trabalho de qualidade que estamos fazendo no PPGCL e que ganham dimensão nacional". Além da Aula Magna a professora também participou da banca de defesa de mestrado de Rafael Francisco, que versou sobre questões de gênero nas animações dos Estúdios Disney.

 

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