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Notícias

2007


O afrodescendente e suas múltiplas identidades

 

(19/12/2007) A escravidão e a migração são fatores que mantêm o afrodescendente sempre em contato com outras culturas. Os reflexos desta situação na literatura foram abordados pelo professor doutor José Endoença Martins, do Centro Universitário Campos de Andrade (Uniandrade), nesta terça-feira (18/12), no curso de mestrado em Ciências da Linguagem. Ele ministrou a conferência “Negritice: Interculturalidade e Identidades na Literatura Afro-descendente”.

 

Segundo Martins, há três possibilidades de identidade para o afrodescendente. A primeira é a relação assimilacionista, de adesão, na qual assume outra cultura e gosta dela. A segunda é a nacionalista, em que não quer saber da cultura do outro. E a terceira é a catalista, na qual o afrodescendente faz uma fusão entre as culturas, vivendo as duas. Para exemplicar essas posturas, o professor se utiliza da literatura, analisando modelos e exemplos.

 

“Tenho interesse em estudar as relações interculturais. Meus estudos partem da cultura afrodescendente, mas isso pode acontecer em qualquer outra cultura.”

 

Entre os autores citados por Martins estão Shakespeare (Inglaterra), Toni Morrison (EUA), Chinua Achebe (África), Maryse Conde (Caribe), Benjamim Zephaniah (Inglaterra) e o próprio professor, no livro “O olho da cor”. Segundo Martins, os escritores trazem personagens que refletem as três visões.

 

“As posturas vão se repetindo em vários textos, como se houvesse uma conversa entre os textos, entre os autores. Um texto significa sobre o outro que foi escrito antes”, comenta.

 

Para Martins, a vida é uma repetição com algumas transformações. E a literatura também é assim.

 

“Para o filósofo francês Gilles Deleuze o que torna uma literatura forte é justamente como as coisas se dão através da repetição com a mudança”, acrescenta.

 

Na sua visão de escritor, Martins denomina as posturas como Negrice (assimilação), Negritude (nacionalista) e Negritice (catalista). Durante a conferência, o professor relacionou sua prática pedagógica com a contribuição teórica.

 

Ainda no mesmo dia, na parte da tarde, a aluna Sandra Regina de Barros de Souza apresentou sua dissertação, intitulada “O artista e o seu lugar: uma leitura de imagens e de narrativas da mulher araranguaense a partir das esculturas de Marta Rocha”.

 

Juliana Neves - SIC Unisul


Professor analisa evolução e relações científicas

 

(10/12/2007) O professor Jorge Campos da Costa, da PUCRS, ministrou a palestra “Ciências da linguagem: interfaces internas e externas”, nesta sexta-feira (7), em Tubarão. O evento ocorreu no Auditório 211 do Bloco D, às 8h30min.

 

Durante a conferência, o professor trabalhou questões importantes para a formação do profissional de ciências da Linguagem. Primeiramente abordou a relação entre os estudos lingüísticos e a filosofia da ciência de uma maneira geral.

 

Para ele, é possível estabelecer três fases cientificas em todas as ciências. A pré-disciplinar dos gregos até a idade média, disciplinar até meados do século XX. E interdisciplinar, a partir de então. Na linguagem, a gramática tradicional corresponde à fase pré-disciplinar, os estudos lingüísticos puros, à disciplinar e as interfaces da lingüística com as várias áreas do conhecimento, à interdisciplinar.

 

“Vivemos uma fase rica de relações entre as áreas. Temos lingüística e computação, lingüística e ciências cognitivas, lingüística e ciências sociais. São o que chamo de interfaces externas”, explicou Jorge Campos.

 

Destacou que é um erro pensar que a ciência descobre o mundo. “Não devemos perguntar o que é o significado, por exemplo. Significado é aquilo que a teoria sobre o significado diz que ele é. Significado é o que a teoria assume”, afirmou. “Isso vale para todas as ciências. O que é energia? A pergunta está mal-feita. Deveria ser ‘o que a teoria sobre energia, diz sobre o que é energia”, completou.

 

Em seguida, Jorge Campos falou das interfaces internas. Para ele, é possível elaborar inúmeras pesquisas que relacionem pragmática com semântica, fonologia com sintaxe, etc. Estudos que não fazem isso são mais restritos.

 

Jorge Campos participou da defesa de Fátima Hassan Caldeira logo após a palestra.

 

Manuela Prá


Mala direta é tema de palestra

 

(07/12/2007) O professor Normelio Zanotto, da Universidade de Caxias do Sul, apresentou a conferência “Carta circular de Marketing: análise do texto global”, nesta quinta-feira (6). O evento foi realizado na sala 103 do Bloco Sede da Unisul, Campus Sul, às 13h.

 

Para Zanotto, a análise tradicional do texto leva em consideração apenas alguns aspectos. Sua pesquisa tem a intenção se incluir características que são muitas vezes negligenciadas, como as cores e fontes textuais, o suporte do texto, o uso de logomarcas entre outras.

 

“Para a palestra, selecionei para estudo uma carta da Revista Cláudia que divulgava outra publicação da Abril, chamada ‘Mulheres do Brasil’”, explicou Zanotto. “A partir desta carta de marketing analisei os elementos contextualizadores e as pistas paralingüísticas”, completou.

 

Zanotto ressaltou ainda a importância pedagógica da observação desses aspectos, pois o estudo desses elementos ajuda a trabalhar melhor o texto em sala de aula e auxilia as pessoas que desejam aprimorar seu texto e perceber os elementos que constituem a produção textual.

 

O evento reuniu acadêmicos e professores do mestrado em Ciências da Linguagem.

 

Manuela Prá

 


Representante da CAPES discute projeto de doutorado

 

(05/12/2007) O Dr. Benjamin Abdala Júnior proferiu a palestra “Política e critérios da CAPES para a Pós-graduação stricto sensu na área de Letras e Lingüística”, nesta quarta-feira (5), no campus da Pedra Branca. Abdala, que é representante da área de letras na CAPES e professor da USP, participou do fórum “Doutorado em Ciências da Linguagem”, promovido pela Pró-reitoria acadêmica.

 

O evento teve objetivo de discutir o projeto de doutorado em Ciências da Linguagem e envolveu gestores, coordenadores de graduação e docentes do mestrado em Ciências da Linguagem.

 

O professor Sebastião Salésio Herdt iniciou as atividades com a palestra “Nova Política e Diretrizes para Pós-graduação stricto sensu na Unisul”. O fórum também contou com a apresentação da proposta do curso de Doutorado em Ciências da Linguagem, feita pelo professor Fábio José Rauen.

 

Abdala ressaltou que a proposta de doutorado deve revelar a maturidade de pesquisa do corpo docente, revelada principalmente pela produção cientifica e pela qualidade dos egressos do curso de mestrado.

 

Na sua visão, a multidisciplinaridade é uma exigência natural do mundo contemporâneo e a Capes defende esta mudança. Observou a importância de se acelerar a publicação eletrônica de revistas científicas para torná-las mais acessíveis, principalmente, além de baratear o custo. Abdala revelou aos dirigentes da Pró-reitoria Acadêmica a sua surpresa com a Unisul. “Pensei que fosse uma universidade essencialmente de mercado, mas vejo-a preocupada com a qualidade da produção científica”, disse.

 

Confira trecho da matéria publicada pelo UnisulHoje:

 

Autor de 40 livros, entre os quais “Tempos da Literatura Brasileira; Literatura, História e Política”; “Fronteiras múltiplas, identidades plurais; um ensaio sobre mestiçagem e hibridismo cultural”; “De vôos e ilhas: literatura e comunitarismos”; “Literatura de língua portuguesa”, Abdala foi um dos introdutores dos estudos das literaturas africanas no Brasil.

Há cerca de 15 anos, o professor Benjamin Abdala Júnior provocou reações dentro da USP ao defender a inserção da Eca (Escola de Comunicação e Artes) dentro de Letras. Hoje, ele não tem dúvida de que a sua tese estava correta. “É necessário que o jornalismo e letras estejam no mesmo balaio para enriquecer o processo”, salienta.

Ao criticar os docentes que se fecham entre os muros da universidade, Abdala enfatiza a importância da contextualização. “Precisamos do distanciamento crítico para apreciar aquilo que foi figurado no passado, mas não podemos ignorar a necessidade da percepção do presente”. Observa que a cultura erudita apropria-se da cultura popular de forma escamoteada, num ritual equivocado, quando deveria identificar-se abertamente com as manifestações populares.

Ele lembra que na série de publicações da “Literatura Comentada”, pela Abril Cultural, causou frisson no meio literário ao destacar poemas musicais de Chico Buarque, Caetano, Noel Rosa e do africanismo de Gilberto Gil. “Ora, vamos nos inspirar em João Cabral de Melo Neto, cujos poemas são difíceis de assimilação rápida e, no entanto, ele escreveu “Morte e Vida Severina”. “É possível conviver com o erudito sem virar as costas para o popular”, advoga.

Abdala lamenta a insistência dos professores ritualísticos que não criam e sequer se atrevem, limitando-se a ministrar conteúdos de modelo passadiço, negando-se a experimentar o novo.

- Guimarães Rosa, no conto “Orientação”, conclama para a diferença entre o mundo do rio e o mundo da ponte. Há docentes que não se arriscam a atravessar o rio se não for pela ponte. Com isso, ele prefere os óculos com que só vê modelos prontos - exemplifica.

Ele não acredita que a massificação e a velocidade da informação sejam capazes de isolar obras literárias em arquivo morto. “A literatura sempre acaba voltando, mas não há dúvida de que é preciso reenquadrar-se no novo cenário da sociedade veloz”. E cita as tribos e grupos da rede virtual que dialogam e produzem poemas e outras obras literárias e que estão valorizando a discussão e o novo.

Contudo, Abdala vê com preocupação a queda na qualidade da produção literária, embora a demanda de produtos tenha aumentado substancialmente. Para mudar essa realidade, elege sugere que as escolas mudem para perceber as mudanças no mundo.

- Na verdade, falta mesmo é uma política educacional - afirma.

A reforma na concepção de novos cursos superiores preconiza uma base de conteúdos humanísticos para, em seguida, os alunos ingressarem no processo de aprendizagem do conteúdo profissional. Abdala baseia-se nesta tese para lembrar que mais de 50% dos formados em cursos superiores não exercem a sua profissão.

 

Manuela Prá


PPGCL participa do congresso internacional ISAPL

 

Encontro da Sociedade Internacional de Lingüística Aplicada (ISAPL) reuniu pesquisadores para discussão do tema. O evento foi realizado na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre, entre os dias 19 a 23 de novembro.

 

Docentes e discentes do PPGCL da UNISUL apresentaram trabalhos no evento, que contou com a participação de estudiosos da Bélgica, Itália, Romênia, EUA, Polônia, Portugal, Bulgária e de todo o Brasil.

 

O professor Fábio Rauen integrou a mesa-redonda Cognição, Relevância e Interface, com o trabalho Reflexões sobre relevância e irrelevâncias.

 

O grupo de pesquisa GADIPE (Grupo de análise do discurso: pesquisa e ensino) formou uma mesa sobre Princípios do sistema alfabético do português do Brasil e PCSC (Proposta Curricular SC): (res)significando o ensino de língua, coordenada pela professora Mariléia Reis e integrada pelas alunas Raquel da Silva, com o trabalho A conversão do fonema /s/ em contextos competitivos: um estudo exploratório com professores de séries iniciais, e Valdirene Savi, com o trabalho A escrita de alunos de EJA:os contextos competitivos do fonema /ž/, num estudo de caso.

 

Essa mesa-redonda reuniu apresentações que têm como intuito discutir práticas didático-pedagógicas de educadores no que diz respeito ao ensino de língua,  a partir dos fundamentos sobre os princípios do sistema alfabético do português do Brasil, com base em Scliar-Cabral (2003a; b), e da perspectiva teórico-metodológica que subsidia a Proposta Curricular de Santa Catarina (1998; 2005). Trata-se de trabalhos voltados para o estudo da linguagem em uso.

 

“Posso considerar que este encontro foi o que mais beneficiou nosso grupo de pesquisa em 2007, porque estava presente na nossa apresentação a coordenadora regional do projeto Cidadania, do sociólogo Herbert de Souza, e nos convidou para também integrarmos o projeto, junto à professora Leonor Scliar-Cabral (UFSC)”, conta a professora Mariléia.

 

O foco da nossa participação firmará a inclusão pela linguagem, através do domínio dos princípios do sistema alfabético do português. Já foi agendado o primeiro encontro para 04/12, na UFSC. Em Santa Catarina, o projeto será coordenado pela professora Leonor Scliar-Cabral, e eu entrarei como coordenadora-adjunta. Estamos muito felizes, porque o projeto tem alcance internacional. Então, posso dizer que vamos encerrar o ano com muito sorriso à vista' , declara a professora Mariléia.

 

Manuela Prá

 


Mestrado apresenta projeto pedagógico 

 

(06/11/2007) O professor Fábio Rauen participou do Ciclo dos Projetos Pedagógicos dos Mestrados nesta terça-feira (6), às 09h30min, na Sala de Treinamento do Campus de Tubarão. Durante a reunião Rauen apresentou o projeto pedagógico do mestrado em Ciências da Linguagem para os coordenadores do Campus Tubarão.

 

O Ciclo destina-se à apresentação dos Projetos Pedagógicos – PP's dos  Mestrados em Ciências da Linguagem, Educação, Administração e Ciências da  Saúde para os Diretores de Campus, Coordenadores de Programa,  Coordenadores de Graduação e Coordenadores de Unidades Acadêmicas – UnA's da educação presencial e à distância.

 

Para a coordenadora da graduação em Pedagogia, Maria Sirlene Schlickmann, o evento estreita relações entre a graduação e a pós-graduação. “O ciclo está fortalecendo os vínculos, o que possibilita trabalhar em sincronia articulando linhas e projetos de pesquisa”, explica.

 

As apresentações do Ciclo iniciaram no dia 24 de outubro e vão até o dia 7 de novembro. O evento foi organizado pela Coordenação de Pós-graduação da Pró-Reitoria Acadêmica – ProAc.  

 

O Pró-reitor Acadêmico e Vice-reitor, Salésio Herdt (foto), abriu a reunião com um Painel sobre Política e Diretrizes da Pós-graduação Stricto Sensu na Unisul. Ele ressalta que uma universidade tem que se distinguir pela consistência nas suas áreas de conhecimento. “É importante consolidar uma transversalidade do conhecimento. Não só através de programas e cursos, mas avançando com profundidade. E os cursos Stricto Sensu são fundamentais para isso”, afirma.

 

O professor Fábio Rauen apresentou a organização acadêmica do curso (área de concentração, objetivos, disciplinas), além das perspectivas para o futuro projeto de doutorado. Falou sobre a produção científica do programa, o sítio do PPGCL e perspectivas de melhoria na interação pós-graduação e graduação na universidade.

 

Outra apresentação como esta já havia sido realizada, no último dia 24 de outubro, para equipes da Pedra Branca, na sala de videoconferência do Campus da Unisul Virtual.

 

Manuela Prá

 


Participação de alunas no V SENALE ganha destaque na Internet

 

(12/11/2007) A professora Cristiane Gonçalves Dagostim juntamente com as colegas de Mestrado Eloíse Machado de Sousa Alano e Édina da Silva de Freitas participaram do V SENALE - Seminário Nacional sobre Linguagem e Ensino de Línguas, realizado em Pelotas, de 09 a 11 de outubro de 2007, pelo programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Católica de Pelotas.

 

O V SENALE propôs criar condições para o debate sobre o impacto das diferentes teorias lingüísticas no processo ensino-aprendizagem de línguas. Para a organização do evento, " confrontar os avanços da lingüística com a realidade da sala de aula, promovendo o entrecruzamento produção científica/prática pedagógica, poderá servir para inovar, mas também para relativizar posições e concepções acerca do que se considera viável no desenvolvimento das aulas de língua materna e de línguas estrangeiras".

 

Para isso, a programação buscou contemplar a dimensão pragmática das atuais e principais teorias lingüísticas, suas possibilidades e limites de aplicação. Aconteceram palestras, mesas-redondas, conferências, comunicações (individuais ou coordenadas) e minicursos desenvolvidos por pesquisadores de diferentes instituições universitárias do país.

 

As professoras Cristiane, Eloíse e Édina, respectivamente de Criciúma, Tubarão e Içara, mestrandas do Curso em Ciências da Linguagem, pela Universidade do Sul de Santa Catarina - UNISUL - apresentaram o trabalho intitulado: CONTRIBUIÇÕES DAS SEQÜÊNCIAS DIDÁTICAS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA, na quinta-feira, pela manhã.  As pesquisadoras apresentaram a necessidade de rever o enfoque das aulas, suas metodologias, buscando reflexões e aprimoramento da língua e das práticas discursivas: oralidade, leitura e escrita. Para isso, utilizaram como referencial teórico: Os Parâmetros Curriculares Nacionais (1998), a Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina (1988) e os ensinamentos de Bakhtin (1997). Para as conferencistas, é necessário um novo olhar sobre o fazer pedagógico e as novas concepções de ensino para assim, acompanhar as mudanças e as novas propostas no tocante ao ensino de língua.

 

Publicado no site das Faculdades Energia

http://www.faculdadesenergiasul.com.br


PPGCL participa de seminário no Paraná

 

(01/11/2007) Professores e alunos do mestrado em Ciências da Linguagem, da especialização e da graduação em Letras da Unisul participaram do XVIII Seminário do CELLIP - Centro de Estudos Lingüísticos e Literários do Paraná - realizado entre os dias 25 e 27, na Universidade Estadual de Ponta Grossa.

 

Os inscritos participaram de atividades diferenciadas, como conferências, palestras, mesas-redondas, oficinas e painéis. Foram apresentados, nas diferentes modalidades, 34 trabalhos de profissionais e acadêmicos da Unisul.

 

Uma das participações de maior destaque do PPGCL no congresso foi a do professor Adair Bonini com a mesa-redonda Gêneros textuais e ensino: avanços e retrocessos. Com a mediação da professora Sandra do Rocio Ferreira Leal, Adair debateu o tema com os pesquisadores Renilson José Menegassi (UEM) e Djane Antonucci Correa (UEPG), dia 26, Auditório do Teatro Ópera (foto).

 

“Falar em uma mesa do Cellip é uma grande oportunidade para um pesquisador, dado o amplo e qualificado público que comparece a esse evento”, comenta Bonini.

 

Para a professora Mariléia Reis este seminário desacomodou o pesquisador-de-gabinete. “Eu diria que o ensino no século XXI deve ser marcado pela didatização da teoria para cada público-alvo. Caso contrário, não haverá mais razão para investimentos institucionais para a melhoria da educação no Brasil”, conta. “Além dos participantes que apresentaram trabalhos, muitos colegas estiveram envolvidos direta e indiretamente com os projetos. Como os que se inscreveram e prestigiaram o evento, e os profissionais que não foram, mas orientaram as pesquisas e trabalhos apresentados”, completa.

 

Na mesma semana o programa apresentou pesquisas no Unisul Contexto, realizado em todas as unidades do campus sul da universidade.

 

Conheça os trabalhos apresentados em Ponta Grossa:

 

Mesa-redonda:

 

Gêneros textuais e ensino: avanços e retrocessos, Adair Bonini

 

Comunicações:

 

Discurso midiático e identidade: o imperativo do corpo magro e identidades corporais

adolescentes na revista Capricho, Adriana Alves Daufemback

 

A linguagem do mundo mágico: construindo idéias com a brinquedoteca, Alba da Rosa Vieira

 

O relacionamento interpessoal no uso do correio eletrônico empregado na modalidade

de Ensino a Distância: a linguagem virtual em evidência, Cátia Melissa Silveira Rodrigues

 

Os recursos da EaD como alternativa didática de trabalho das representações semióticas no processo ensino aprendizagem da matemática, Cintia Rosa da Silva e Jeanine Ferreira dos Anjos da Costa

 

O uso da publicidade de estampa como instrumento eficaz no ensino da língua italiana, e Cristiane Gonçalves Dagostim

 

Estratégias de leitura: um estudo sobre os candidatos ao processo seletivo “Passaporte” da Universidade do Sul de Santa Catarina, Albertina Felisbino e Diana Liz Reis

 

O gênero comentário nos jornais Folha de S. Paulo e Diário Catarinense: uma análise-piloto, Daniela Arns Silveira Monteiro

 

A linguagem no contexto escolar: interação e pluriculturalismo, Édina da Silva de Freitas

 

Interpretações do poema O barro, de Paulo Leminski: uma análise das justificativas de notas com base na Teoria da Relevância, Eva Lourdes Pires

 

Graus de explicitação: aspectos metodológicos para aferição de marcas da intervenção oral docente em reescrita de produção textual, Fábio José Rauen

 

Graus de explicitação: marcas da intervenção oral docente em reescrita de produção textual, Jamille Militão de Souza

 

Literatura Infantil - a construção de uma nação do futuro, Juliana Fagundes de Carvalho e Gutemberg Alves Geraldes Junior

 

A concordância nominal na fala de Chico Bento: a variação lingüística em histórias em quadrinhos, num estudo de caso Layla Antunes de Oliveira e Mariléia Reis

 

Processo permanente de letramento em docentes universitários, Lucimar Ferreira da Silva Oliveira

 

Os gêneros da embalagem de produtos alimentícios, com análise na perspectiva bahktiniana, Maria Angélica Cardoso

 

Literatura Gótica: o dualismo morte/vida transcendendo os tempos, Maria Luísa Nunes das Neves

 

As redundâncias são mesmo redundâncias?, Maria Marta Furlanetto

 

O texto na sala de aula: critérios de avaliação num estudo de caso, Mariléia Reis

 

Mapeamento das variantes lingüísticas não-padrão em Chico Bento: a inclusão pela diversidade lingüística, Daiane Beatriz Silva Bittencourt, Talita Reis e Mariléia Reis

 

Usos e (des)usos da flexão verbal de 2ª pessoa do singular em textos orais de informantes de Tubarão (SC): um estudo de caso, Patrícia Schlickmann Orlandi

 

Leitura - uma prática (re)pensada à luz das teorias Semiótica, Lingüística Discursiva e

Lingüística Textual, Perpétua Guimarães Prudêncio

 

‘Quando eu pensso que é para pôr “ss”, o correto é “ç” ou vice e verça’: a conversão do fonema /s/ em contextos competitivos, num estudo de caso, Raquel da Silva

 

Inserção de questões de segunda ordem e explicitação lingüística de elementos da forma lógico-proporcional de enunciados em textos reescritos: estudo com base na Teoria da Relevância, Rosane Maria Bolzan

 

Gestão democrática escolar e variação lingüística: desafios para a educação brasileira, Silvana Edinezia Campos da Luz

 

Interpretações das leitoras de revistas para adolescentes: uma perspectiva discursiva crítica, Susi Mari Pratts

 

A Língua Portuguesa no Ensino Fundamental a partir da avaliação discente: perspectiva de letramento em um estudo de caso, Suzete da Rosa Gonçalves

 

Verdade: uma visão multifacetada, Vanessa Feltrin Pinheiro

 

Manuela Prá

 


Mesa-redonda discute Linguagem e ensino na Unesc

 

(24/10/2007) A mesa-redonda "Linguagem e Ensino", formada por três docentes do Mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul, fez parte do 8º Ciclo de Ensino de Letras da Unesc. O evento foi realizado na segunda-feira (22), no auditório Ruy Hülse, em Criciúma.

 

Na oportunidade, o professor Fábio Rauen falou sobre suas recentes pesquisas na área de lingüística. Intitulada "Teoria da relevância: práticas de leitura e produção textual em contexto escolar", a conferência analisou processos de leitura e escrita no contexto escolar. “Meus trabalhos servem como forma de reflexão sobre os mecanismos de compreensão com base no feedback de situações concretas de ensino-aprendizagem”, explicou Rauen.

 

A fala da professora Maria Marta Furlanetto analisou como a proposta curricular do estado de Santa Catarina vem sendo assimilada e executada pelos educadores. “É preciso fazer uma ponte entre o discurso cientifico e pedagógico para que a proposta curricular seja mais bem compreendida pelos professores”, destaca Maria Marta.

 

O papel do Marquês de Pombal na definição da Língua Portuguesa como língua oficial do país foi o tema abordado por Mariléia Reis. De acordo com a professora, em 1757, com o Diretório dos Índios, Pombal proíbe o Nheengatu, ou língua-geral, de ser falado no país. Esta atitude gerou o mito de um país monolíngüe. “Uma das conseqüências imediatas da política pombalina foi a expulsão dos jesuítas e o fechamento das missões”, contou Mariléia. “Temos o português como único idioma oficial é a conseqüência mais duradoura”, completa.

 

A mesa-redonda também fez parte do Unisul Contexto, e foi realizada às 19h30min na sala 210 do Bloco Pedagógico. Nesta oportunidade, a professora Andréa Daltoe substituiu Maria Marta e falou sobre aspectos da interpretação dos discursos.  

 

Na foto, de março deste ano, o professor Fábio Rauen ministra aula Magna do Curso de Letras da Unesc.

 

Manuela Prá

 


MCL participa de seminário na UFSC

 

(18/10/2007) Professores e alunos do mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul participaram do primeiro SINPEL, seminário Integrado de Pesquisas em Lingüística, em Florianópolis.

O evento ocorreu entre os dias 16 e 19 de outubro, na Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC.

 

Esta foi a primeira edição do seminário e reuniu professores e alunos da UFSC, e de outras universidades, em palestras e mesas-redondas, qualificações de projetos de mestrado e doutorado, comunicações individuais e painéis.

 

De acordo com a organização do evento, o SINPEL tem o objetivo de integrar profissionais e divulgar suas pesquisas na área de lingüística.

 

O coordenador do MCL de Tubarão, Fábio José Rauen, considerou a participação no seminário muito construtiva. “Esse evento permitiu que professores e estudantes da Unisul e das demais universidades, especialmente a UFSC, trocassem experiências acadêmicas. E isso permite que todos os cursos evoluam em qualidade”, explicou.

 

O SINPEL foi gratuito e direcionado para estudantes de graduação, professores e profissionais das áreas de Letras e Línguas.

 

 

 

Trabalhos apresentados:

 

O livro: O baú do conhecimento, quanto mais se abre mais se aprende , de Alba da Rosa Vieira

  

Os ascensos revolucionários de fevereiro e outubro de 1917 na Rússia nos livros didáticos de história, de Antonio Pedro Gonçalves e Ingo Voese

 

Ordem indireta nas orações do texto jurídico, de Célia Maria da Silva, Kim Filipe Santos, Samuel Soares e Cláudio Andrade

 

Gerundismo, de Célia Maria da Silva, Natália Lima, Fabrício Mendina e Renan Borges

 

A construção da linguagem escrita no ensino da matemática por meio das frações e do tangram, de Cíntia Rosa da Silva e Jeanine Ferreira dos Anjos Costa

 

O ensino de língua portuguesa por meio de seqüências didáticas estratégicas, de Cristiane Gonçalves Dagostim, Édina da Silva Freitas e Eloíse Machado de Souza Alano

 

Leitura e hiperleitura em disciplina na modalidade a distância, de Cristina Klipp de Oliveira

 

Processos de compreensão de leitura: das abordagens ascendentes até as abordagens interacionistas, num estudo de caso, Diana Liz Reis 

 

Coesão no texto jurídico, de Diane Dalmago, Rita Ferreira, Célia Maria da Silva e Luciana Santos

                                                              

Uma leitura de imagens: a expressão da identidade feminina nos cds funk, de Edinéia Aparecida Chaves de Oliveira

 

Semiologia, semiótica, semiose e objeto. Sobre o fragmento “a literatura como Mathesis”, de Elizio Jorge Eluan Jr.

 

O ensino de leitura e produção textual: alguns apontamentos sobre o papel dos gêneros discursivos, de Emerson de Lima

 

Análise com base na teoria da relevância das justificativas de avaliações atribuídas por docentes de língua portuguesa às interpretações do poema o barro, de Paulo Leminski e Eva Lourdes Pires

 

A nona arte: história em quadrinhos como forma de arte, de Fábio Ballmann

 

Patrimônio edificado de laguna: conhecer, interpretar e preservar, de Gizely Cesconetto de Campos

 

A construção da linguagem escrita no ensino da matemática por meio das frações e do tangram, de  Cintia Rosa da Silva e Jeanine Ferreira dos Anjos Costa

 

O “outro” como mecanismo de legitimação do discurso, de Josiane Fidélis e Maria Marta Furlanetto

 

Machado de Assis e a linguagem em cena: no seu tempo, no nosso tempo, da Profa. Dra. Jussara Bittencourt de Sá

 

A concordância variável de número no gênero história em quadrinhos: Chico Bento e o português não-padrão, de Layla Antunes de Oliveira e Mariléia Reis

 

O “poder” da escola, de Leonir Alves e Izandra Alves

 

A trajetória de letramento em docentes universitárias, de Lucimar Ferreira da Silva Oliveira

 

 

Um olhar semiótico-discursivo sobre o texto publicitário -  uma prática possível nas séries do ensino médio, de Perpétua Guimarães Prudêncio

 

Influência da intervenção escrita do docente em textos dissertativo-argumentativos reescritos: análise com base na teoria da relevância, de Rosane Maria Bolzan Orientador: Prof. Dr. Fábio José Rauen

 

Gestão democrática escolar e variação lingüística: a função social da escola na (trans) formação do educando a partir da inclusão pela linguagem, de Silvana Edinezia Campos da Luz

 

A perspectiva marcana dos evangelhos canônicos: análise conceitual e produção semântica, de Wesley Knochenhauer Carvalho

 

O gênero carta do leitor: análise de exemplares publicados no jornal Folha de S. Paulo, de Zulmar Teresinha Barbosa Corrêa

 

A posteriorização /õw/ na alternância fônica do ditondo nasal /ãw/ na fala de informantes bilingües de terceira idade do município de treze de maio (sc) - evocação da tradição ítalo-brasileira, de Lisandra Trento e Mariléia Reis

 

Análise do verbete da wikipédia sob a ótica da teoria de gênero como ação social, Vanessa Wendhausen Lima

 

Mesa redonda “Linguagem e ensino”

 

Prof. Dra. Maria Marta Furlanetto (UNISUL)

Prof. Dra. Mariléia Reis (UNISUL)

Prof. Dr. Fábio Rauen (UNISUL)

 

Palestra "O contínuo entre notícia e reportagem e a questão da fronteira entre gêneros"

 

Prof. Dr. Adair Bonini (UNISUL)

 

Os professores Fábio Rauen, Maria Marta Furlanetto e Mônica Trindade também participaram da qualificação dos projetos: “O discurso do professor no processo de reestruturação curricular da disciplina de língua, da doutoranda Nara Caetano Rodrigues e “Metáforas com verbos de mudança de estado”portuguesa”, da mestranda Dieysa Fossile.                  

 

Manuela Prá


Mestrado em Ciências da Linguagem participa de seminário nacional

 

(17/10/2007) O V SENALE, Seminário Nacional sobre Linguagem e Ensino de Línguas, foi realizado em Pelotas (RS), de 9 a 11 de outubro, e contou com a participação do mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul.

 

A professora Mariléia Reis e seis alunos da turma 2007 do Programa de Pós-graduação em Ciências da Linguagem apresentaram cinco trabalhos no evento.  

 

O seminário tem como objetivo proporcionar maior interação possível entre professores dos diferentes níveis de ensino e pesquisadores de instituições universitárias, e também uma reflexão sobre problemas ligados ao ensino de línguas.

 

Esta edição do evento contou com a participação de pesquisadores como Leda V. Tfouni e Diana Luz Pessoa de Barros, da USP; Roxane Rojo, da UNICAMP, Vilson Leffa, da UCPEL, Maria José Coracini, da UNICAMP, Maria Helena de Moura Neves, da UNESP e Luiz Carlos Travaglia, da UFU.

 

"Foi muito bom encontrarmos com professores cujos livros são adotados aqui no programa, como o Leffa, Kleiman, Tfouni e Roxane. Tietagem e discussão num só momento", destaca Mariléia.

 

O V SENALE foi promovido pelo do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Católica de Pelotas.

 

 

 

Trabalhos apresentados no evento:

 

1. Formação continuada de docentes do 'Brasil Alfabetizado' na UNISUL: práticas de textualidade e de letramento. (Profa. Mariléia Reis)

2. A escola enquanto promotora da redução da linguagem e da perda do poder (Leonir Alves).

3. Contribuições das seqüências didáticas no ensino de Língua Portuguesa. (Cristiane Gonçalves Dagostim, Édina da Silva de Freitas e Eloise Machado de Souza Alano).

4. A escrita-matemática como uma linguagem na construção de conceitos geométricos. (Cíntia Rosa da Silva e Jeanine Ferreira dos Anjos Costa). 

5. Leitura e compreensão textual de alunos que chegam à universidade: e o PISA tinha razão. (Diana Liz Reis)

 

Manuela Prá


Francisco Fialho realiza conferência na Unisul

 

(08/10/2007) "Estruturalismo e Pós Estruturalismo na Cognição e Linguagem" foi o tema da Palestra que o Professor Francisco Antônio Pereira Fialho, da UFSC, ministrou para alunos de Letras da Unisul, nesta sexta (5/10) no auditório D 211.

 

Qualidade Técnica e emoção marcaram a conferência do professor Francisco Fialho na Unisul. Autor do livro "Ciências da Cognição, Fialho é Doutor em Engenharia de Produção e especialista em temas como engenharia e gestão do conhecimento. Com slides primorosos, o conferencista passeou por correntes relacionadas ao estruturalismo e pós-estruturalismo, defendendo a tese de que é preciso transcender os modelos para obter uma compreensão mais abrangente dos objetos de investigação.

 

"Essa coversa se originou com nossas reflexões sobre o texto muito bem escrito de Fabiano Zoldan. Ele usou de estruturas para explicar como as pessoas percebem algo tão subjetivo como Opus 16 de Siberius", disse o professor Fialho. "O tempo foi pouco tanto para mim como para o Fabiano", lamenta.

 

Fialho se refere à dissertação de Fabiano Zoldan, intitulada "A diferença da percepção musical entre indivíduos: uma investigação sobre a formação do significado baseada na teoria de Charles Sanders Peirce", que foi defendida dia 5 de outubro à tarde. Nesse trabalho, Zoldan investiga como os indivíduos percebem o Opus 16 de Siberius, levando em conta noções teóricas da Semiótica peirceana.

 

A conferência é mais um evento dos Seminários de Estudos da Linguagem, uma iniciativa do Programa de Pós-graduação em Ciências da Linguagem com apoio das coordenações de graduação da Unisul.


Palestra valoriza História Oral

 

(08/10/2007) A professora Fabíola Holanda Barbosa, da Universidade Federal de Rondônia, ministrou palestra em Tubarão nesta quinta (4/10). A conferência História Oral e Patrimônio Imaterial ocorreu no auditório 211 do Bloco D, às 19h e 30 min.

 

"História oral é uma forma de conhecimento baseada na experiência das pessoas. É aprendida através de narrativas sobre as histórias de vida de cada um, constituídas através do processo de entrevista", explica Fabíola. "E patrimônio imaterial é o não edificado, que diz respeito à cultura. Danças e memórias são exemplos", complementa.

 

Fabíola é doutora em História pelo Programa de Pós Graduação em História Social da USP. Ela conta também que acha muito interessante trabalhar em ambiente acadêmico tipos de conhecimento vastos e profundos, mas que não são necessariamente adquiridos em universidades, como a história oral e o patrimônio imaterial.

 

Estiveram presentes alunos e professores do mestrado em Ciências da Linguagem e das graduações em Letras e História da Unisul.

 

Manuela Prá


 

Ciências da Linguagem começa a elaborar projeto de doutorado

 

(20/09/2007) Reunião do colegiado para discutir linha de pesquisa e disciplinas do primeiro doutorado da Unisul ocorreu nesta quarta-feira na Pedra Branca.

 

Grupo de professores do mestrado em Ciências da Linguagem começou a planejar nesta quarta-feira o primeiro doutorado a ser oferecido pela Unisul. Até novembro, o colegiado do mestrado apresenta o projeto à pró-reitoria Acadêmica da universidade.

 

Depois, a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) é quem irá avaliar o trabalho. A idéia é abrir o doutorado em Ciências da Linguagem em 2009.

 

No primeiro encontro, 15 professores e alunos debateram o projeto do doutorado, disciplinas básicas, disciplinas obrigatórias, linhas de pesquisa, conteúdos mínimos, referências bibliográficas e outros itens pertinentes ao tema. A reunião ocorreu na Pedra Branca, em Palhoça. Também foi feita a divisão de tarefas para os integrantes do colegiado agilizarem a produção do projeto que será submetido à Unisul e à Capes.

 

Estudos textuais, discursivos e de produtos culturais devem ser a base do doutorado. O professor Fábio Rauen, que coordena o mestrado em Tubarão e preside o colegiado do programa de pós-graduação em Ciências da Linguagem, pediu clareza e afinidade aos professores diante do projeto, que precisa de harmonia e coerência entre os campi de Tubarão e Grande Florianópolis. A coordenadora de pesquisa da Unisul, Solange Gallo, também participou da reunião do colegiado.

 

O mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul é recomendado pela Capes.

 

SIC - Unisul

 


ANPOLL discute financiamento em letras e lingüística

 

(14/09/2007) A Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Letras e Lingüística, ANPOLL, realizou o XXII Encontro Nacional, em Brasília, para discutir financiamentos de pesquisas na área. O evento ocorreu entre os dias 10 e 12 de setembro e contou com a participação do Programa de Pós-graduação em Ciências da Linguagem da Unisul.

 

O encontro foi realizado na Fundação de Empreendimentos Cientifico e Tecnológicos, Finatec, e discutiu financiamentos em pesquisas na área de letras e lingüística no Brasil. Foram analisadas as políticas de avaliação dos projetos de pesquisa e os pareceres técnicos das agências financiadoras de pesquisa.

 

O coordenador do PPGCL, professor Fábio José Rauen, representou a Unisul no evento. “O encontro é fundamental pra alinhar a pesquisa de nosso mestrado às políticas da área”, afirma. “A pesquisa é o coração de um programa de pós-graduação e deve ser pela pesquisa que a Unisul terá crescimento e consolidação no cenário nacional e internacional”, complementa.

 

Entre as decisões do encontro, organizou-se uma comissão para apresentar sugestões de critérios de qualificação e excelência de livros, eventos e revistas científicas na área de letras e lingüística. Compõem esta comissão os professores Fábio José Rauen, da Unisul (presidente); Fábio Akcelrud Durão, da Unicamp; Amanda Eloina Scherer, da UFSM; e Jaime Ginzburg, da USP.

 

O próximo encontro da ANPOLL será na Universidade Federal de Goiás, entre os dias 2 e 4 de julho de 2008. O tema da edição do ano que vem será “Produção do conhecimento em letras e lingüística: identidades, impacto e visibilidade”.

 


Notícias do Programa

 


Página com Notícias do 4o Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais


Colaboradores avaliam SIGET

 

(03/09/2007) O 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, realizado entre 15 e 18 de agosto, ainda tem repercussão entre os estudiosos que participaram do evento.

 

O SIGET reuniu pesquisadores de 16 países em palestras, mesas redondas, apresentação de trabalhos e minicursos. Foram mais de 800 inscritos entre acadêmicos de graduação, mestrado e doutorado, além de profissionais da área.

 

“O SIGET permitiu a troca de conhecimentos e o avanço dos debates no campo dos estudos de gênero, mostrou que o Brasil não apenas consome e aplica teorias produzidas no exterior, mas também contribui para a construção e o avanço de um campo de debates teóricos e aplicados”, afirmou uma das organizadoras do evento, professora Débora de Carvalho Figueiredo. “Os comentários sobre o evento são os mais elogiosos possíveis, tanto durante o evento quanto depois dele, seja em relação ao nível acadêmico do congresso, seja em relação à sua organização impecável”, complementa.

 

Débora contou ainda que o evento saiu melhor que o esperado e estreitou os laços entre pesquisadores e instituições brasileiras e internacionais.

 

Além da comissão organizadora, trabalharam no simpósio como monitores, funcionários da universidade, alunos e egressos da graduação em Letras e do MCL. Foram mais de 70 bolsistas que participaram do SIGET e de sua realização.

 

Para a mestranda Eloíse Alano, trabalhar na monitoria do SIGET foi muito importante. “Aprendi muito, nunca tinha participado da organização ou de um evento desse porte”. Ela conta também que recebeu elogios de vários simposiastas, sobre a cidade e a própria organização do evento.

 

O congresso teve dois idiomas oficiais, o português e o inglês, que foram traduzidos e transmitidos aos participantes por fones de ouvido, assim puderam escolher o idioma do palestrante ou a tradução.

 

O coordenador do Mestrado em Ciências da Linguagem, professor Fábio Rauen, diz que o congresso trouxe bons resultados. “O SIGET provou que Tubarão pode fazer eventos desse porte, o que credencia a Unisul ao circuito de pesquisas internacional”.

 

O próximo SIGET será realizado em Caxias do Sul-RS, em 2009.

 

Manuela Prá


Minicursos encerram 4º SIGET 

 

(20/08/2007)  O encerramento do 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, SIGET,  ficou por conta de 12 minicursos ministrados no Bloco D (Pedagógico) da Unisul. Na manhã de sábado (18/08) pesquisadores do Brasil, Estados Unidos e Suécia ministraram aulas sobre temas específicos.

 

A ultima programação agendada no 4º SIGET foi realizada entre 8 e 11 horas da manhã de sábado. Entre os minicursos em inglês se destacaram: “Transnational companies and the Internet”, com Britt-Louise Gunnarsson, da Uppsala University, Suécia; e “Taking-up genres in context: using ethnographic strategies to study and teach genre uptake”, com Melanie Kill, da University of Washington, USA.

 

Em português, foram ministrados os minicursos: “Análise crítica de gêneros textuais: perspectivas metodológicas”, com Anna Elizabeth Balloco e Gisele de Carvalho, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil; “Rádio escolar e competência discursiva”, com Marcos Baltar da Universidade de Caxias do Sul, Brasil; “Práticas de leitura de gêneros discursivos”, com Maria Aparecida Garcia Lopes-Rossi, da Universidade de Taubaté, Brasil; “Gêneros textuais na produção de material didático de inglês”, com Vera Cristóvão, da Universidade de Londrina, Brasil; “Gêneros digitais: descrição e implicações para o ensino”, com Júlio César Araújo, da Universidade Federal do Ceará, Brasil; “Gêneros, convenções e variações: foco no artigo acadêmico”, com Maria Ester Wollstein Moritz , da Universidade do Sul de Santa Catarina, Brasil; “Forma polêmica de inscrição no discurso de divulgação científica”, com Solange Leda Gallo e Marci Fileti Martins, da Universidade do Sul de Santa Catarina, Brasil; “Análise e produção de elaboração didática para leitura e para produção textual a partir dos gêneros do discurso”, com Rosângela Hammes Rodrigues, da Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil; “Entrevista de emprego: o que a Análise Crítica do Discurso pode revelar sobre as representações midiáticas dos/das participantes”, com Aleksandra Piasecka-Till, da Universidade Regional de Blumenau, Brasil; e “Passos para a elaboração e avaliação de material didático para o ensino de gêneros de textos”, com Eliane Lousada, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/Aliança Francesa, Brasil e Luzia Bueno, da Universidade São Francisco, Brasil. 

 

O SIGET foi organizado pelo Mestrado em Ciências da Linguagem e reuniu mais de 800 professores, pesquisadores e estudiosos do tema.


Soltando a língua: intérpretes são os reis da comunicação

 

(20/08/2007) Para os participantes acompanharem os trabalhos do Simpósio Internacional de Gêneros Textuais, Tânia e Amilcar fazem tradução simultânea da língua nativa dos palestrantes.

 

TUBARÃO - Instalados numa espécie de cabine de som, nos fundos do auditório do Espaço Integrado de Artes, Amilcar D´Ávila de Mello e Tânia Regina Candemil chamam a atenção por acompanharem, quadro a quadro, os palestrantes que, sucessivamente, se apresentaram no 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, evento que mobilizou os acadêmicos da Unisul durante toda a semana. A atenção redobrada tem motivo: como muitos dos palestrantes são de outros países, Amilcar e Tânia tiveram que ser contratados para fazer a devida tradução das línguas inglesa e espanhola para o bom e velho português _ idioma oficial da maioria absoluta do público presente. A dupla desempenha a nobre (e um tanto exótica) função de “intérpretes de conferência”, nicho de mercado dos mais salutares, neste país de dimensões continentais, onde eventos de distintos portes, reunindo estrangeiros, são comuns do Oiapoque ao Chuí.

 

Tânia, moradora de Imbituba, observa que é comum provocar estranhamento em amigos e conhecidos quando anuncia sua profissão. “As pessoas não compreendem exatamente o que faço _ agora vão ficar sabendo, através do jornal!”, comemorou. A intérprete conta que sempre teve aptidão com idiomas, destacando-se com méritos na língua de Shakespeare, fato que a levou ao aperfeiçoamento contínuo. Há 18 anos, conheceu Amilcar, um de seus principais parceiros de tradução, em ocasiões das mais diversas. “Costumo dizer que tenho dois casamentos: um que eu escolhi, com meu marido, e outro que ocorreu por força da profissão, que é com o Amilcar. Quando começamos a trabalhar juntos havia acabado de noivar”, observa, divertida.

 

Amilcar, que nasceu na fronteira do Uruguai com o Rio Grande do Sul, teve o privilégio de se alfabetizar num instituto mantido pelo Conselho Britânico, onde aprendeu o inglês tal e qual sua língua-mãe. O tradutor conta que já desempenhou as funções mais díspares na vida: formou-se em História, trabalhou com pesquisas, atuou com aviação comercial, exportação, até que veio parar em Florianópolis, onde começou a dar aulas de inglês, traduzir e interpretar em conferências. Foi quando conheceu a parceira, Tânia.

 

Água - Na cabine utilizada para a tradução simultânea dos palestrantes estrangeiros, onde Amilcar e Tânia chegam a ficar até cinco horas seguidas, muita água e lanches leves. Afinal de contas, os intervalos são bastante curtos e a fala, contínua.

 

“Para que nosso trabalho seja possível, é necessário todo este aparato aqui. Além da cabine, equipamentos de ponta, com os fones e as ferramentas adequadas”, explica Amilton. Uma empresa especializada em conferências, de Florianópolis, foi especialmente contratada para o evento na universidade.

 

Viagens, conhecimento e bons salários

 

TUBARÃO - No Brasil, são poucas as escolas de formação de intérpretes de conferência. “Acredito que existam apenas duas, uma em São Paulo, outra no Rio Grande do Sul”, observa Amilcar, que também trabalha com o espanhol. Quanto às vantagens de se desempenhar profissão tão fascinante, a lista é extensa. “Este trabalho nos mantém extremamente bem informados. Acabamos assimilando o que há de mais atual, justamente devido ao tema das conferências”, diz a dupla.

 

Um dos temas que mais fascinou a intérprete Tânia _ que na infância já sonhava em dublar artistas famosos em filmes de Hollywood _ foi um treinamento com cães farejadores, realizado em Florianópolis, por uma equipe americana. “Também foi muito interessante um seminário que contou com a participação de equipes do FBI, também em Florianópolis, onde foram abordados temas como seqüestro, segurança mundial, tecnologias de ponta, microchips e afins”, acrescenta Amilcar.

 

Outra vantagem tentadora inerente à função de tradutor diz respeito às inúmeras viagens, que eventualmente devem ser feitas, a trabalho. “Já conhecemos lugares muito bacanas, Brasil afora”, dizem. Além do mais, tradutores intérpretes ganham muito bem _ ponto importantíssimo para a escolha de uma profissão.

 

“Algumas características facilitam aos que decidirem por optar por esta carreira. O intérprete deve contar com uma excelente memória, e é importante que sempre esteja bem informado, por conta própria”, concluiu Tânia, enquanto se preparava para mais uma sessão de tradução simultânea, na Unisul.

 

Matéria escrita por Marina Albuquerque para o Diário do Sul

Diário do Sul  www.diariodosul.com.br - publicado em 18/08/2007

 


Pesquisador de Universidade chinesa ministra última palestra do SIGET

 

(18/08/2007) O professor Vijay Bhatia, da City University of Hong Kong, China ministrou a plenária “Interdiscursividade na análise crítica de gênero”. A palestra foi realizada no Espaço Integrado de Artes, às 18 horas e foi a última desta edição do SIGET.

 

Segundo Bhatia, na literatura de gêneros, os gêneros profissionais são entendidos e analisados em função das práticas dessas profissões. Apesar disso, os analistas estudam os textos de maneira isolada, desvalorizando o papel e a função da interdiscursividade.

 

“Minha fala explorou vários contextos profissionais, e propôs uma análise mais profunda da interdiscursividade como forma de propiciar uma compreensão mais abrangente e crítica das práticas discursivas e profissionais”, disse Bhatia.

 

A palestra foi seguida da mesa-redonda “Gênero textual e atividades profissionais: contribuições e perspectivas”, dos professores Carolyn Miller, da North Carolina State University (USA), Orlando Vian Jr., da Universidade Federal de São Paulo e Shurli Makmillen, University of British Columbia (Canadá), que apresentou a comunicação de Anthony Pare, McGill University, Canadá.

 

O evento encerra sábado, dia 18, ao meio-dia, com a realização de 15 mini-cursos.

 

Manuela Prá

 


Emoção marca o lançamento de obras no SIGET

 

(18/08/007) A feira de livros, realizada durante o 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, programou um lançamento coletivo de algumas das obras expostas. Durante os lançamentos os autores que estavam no congresso falaram sobre seus livros. O evento foi realizado no Bloco D, às 16 horas do dia 17.

 

“O lançamento dos livros foi muito emocionante. De um lado, nosso programa estava lançando o livro do professor Ingo, ainda marcado pelo seu falecimento recente. De outro a lembrança do professor Marcuschi, que representa o evento, e está convalescendo de um acidente vascular. Ausências sentidas, mas lembradas”, disse o Coordenador do Mestrado em Ciências da Linguagem, professor Fábio Rauen.

 

A professora Márcia, viúva do professor Ingo, visivelmente emocionada participou do lançamento e recebeu os cumprimentos pela obra do marido, O Contexto Refletido: vozes sobrepostas de um diálogo. “Ingo já estava finalizando mais um livro. Vamos fazer o possível para editá-lo brevemente”, contou Márcia. 

 

Désirée Motta-Roth, professora da Universidade Federal de Santa Maria, também lembrou do professor Luiz Antônio Marcuschi ao dizer que "ele é a cara do Siget". Além de Désirée, também prestaram homenagem a  Marcuschi, Prof. Adail Sobral (conhecido lingüista e tradutor) e o Prof. Adair Bonini, coordenador do evento. No evento foram lançadas as obras Fenômenos da Linguagem: reflexões semânticas e discursivas e Cognição, Linguagem e Práticas Interacionais, de Marcuschi.

 

Conheça os livros lançados no evento aqui.

 

Na foto Charles Bazerman, da University of California, EUA, que lançou as obras "Escrita, Gênero e Interação Social", "Gênero, Agência e Escrita" e "Handbook of Research on Writing-History, Society, School, Individual, Text".

 

Manuela Prá

 

Lançamentos de livros

 

Dezenas de livros de autores nacionais e estrangeiros foram lançados nessa sexta-feira (17/8), em evento realizado no hall do bloco pedagógico da Unisul, campus Tubarão. Os lançamentos fizeram parte do quarto Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (Siget).

 

“O Contexto Refletido: vozes sobrepostas de um diálogo”, do escritor Ingo Voese, professor do mestrado de Ciências da Linguagem da Unisul, falecido no dia 31 de julho, foi uma das obras lançadas na ocasião. A viúva do autor Márcia Garibaldi Voese esteve presente ao evento.

 

“As obras dele, assim como a vida, sempre foram pautadas pela busca da liberdade. Para que as pessoas possam expressar suas opiniões, as diferenças conviverem e dialogarem”, comenta.

 

Outros livros lançados foram “Handbook of Research on Writing, History, Society, School, Individual, Text”, do norte-americano Charles Bazerman, “Words of Written Discourse: A Genre-Based View”, do chinês Vijay Bhatia, além de diversas obras nacionais.

 

SIC - Unisul

 


Doutores acreditam que comentário de Lula foi infeliz

 

O pronunciamento que o presidente Lula fez nesta quinta-feira (16/8) ao inaugurar a extensão de um Centro Federal de Educação Tecnológica, em Congonhas, Minas Gerais, repercutiu no meio acadêmico. Ele afirmou que é um “contra-senso” pessoas criticarem o programa Bolsa-Família, mas não as bolsas para formar um doutor no exterior.

 

Professores doutores que participaram do quarto Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (Siget) na Unisul de Tubarão acreditam que o comentário incluído no discurso foi infeliz porque não tem como comparar os dois tipos de auxílio.

 

José Luiz Meurer, doutor em Lingüística pela Universidade de Georgetown, em Washington, Estados Unidos, acredita que ambas são válidas, entretanto a função da bolsa para um professor é parte de um avanço. Segundo ele, “é uma situação de investimento em educação e pesquisa para o país”. Já a Bolsa-Família é um atraso porque tenta cobrir uma deficiência.

 

“Este auxílio é uma dívida de organização do Brasil. Enquanto a primeira bolsa ajuda a ir além, a outra para um aquém”, disse o professor.

 

Meurer sugere que o governo deveria contar com a ajuda destes doutores para encontrar uma solução para o término do problema.

 

Para o professor Wilson Shuelter, doutor em Administração da Educação pela Universidade de Concordia, nos Estados Unidos, o Brasil precisa de desenvolvimento e de tecnologia, então a ajuda financeira para professores é importante para atingir esta meta. Ele também se mostra preocupado com as crianças de rua.

 

“Não podemos deixar as crianças mendigando, mas dar uma bolsa não é suficiente, precisa-se mais do que isso e pode-se começar diminuindo o nível corrupção do país”, alfineta Shuelter que é professor da Unisul.

 

Já a pós-doutora Desirée Motta-Roch questiona os critérios para o recebimento dos auxílios do Bolsa-Família.

 

“Para ganharmos ajuda para estudar devemos enfrentar uma grande burocracia, além de concorrermos com muitos professores. O Bolsa-Família é assim? Será que há verificação do nível de pobreza de quem recebe?”.

 

A ex-estagiária de pós-doutorado no Instituto Inglês de Linguagem da Universidade de Michigan, Estados Unidos, diz que não se pode estabelecer comparação entre os auxílios, embora qualquer assistência seja importante, desde que se saiba para que é destinada.

 

SIC- Unisul

 


Tubarão muda de idioma com o 4º Siget

 

(17/08/2007) Ao receber pesquisadores de 16 países e de boa parte do Brasil, a cidade de Tubarão discute linguagem, gêneros e se transforma.

 

No 4º Siget (Simpósio Internacional de Estudo de Gêneros Textuais) realizado na Unisul, em Tubarão, pesquisadores de 16 países transitam pelas palestras, debates,  mesas-redondas e minicursos que compõem o evento, ao lado de estudiosos de todo o Brasil.

 

Rita Pallaskallo, Suvi Honkanen e Henna Makkonen vieram da Finlândia, e como isso sugere, são loiras, altas e de olhos azuis. Elas lecionam na Universidade de Helsink e é a primeira vez que vêm ao Brasil.

 

“Estamos tendo um pouco de dificuldade para nos comunicar, já que não falamos português. Mas as pessoas têm nos ajudado no que precisamos”, comenta Honkanen.

 

Já o alemão Hans Peter Weiser não tem encontrado dificuldades com o idioma. Em um português claro, apesar do sotaque, ele conta que há 20 anos trocou a neve germânica pelas praias de Fortaleza.

 

“Conheci a minha mulher lá. Voltei para a Alemanha, mas não era tão fácil como hoje manter contato. O romantismo das cartas e do telefone vocês não pegaram”, brinca o professor da Universidade Estadual do Ceará, que diz que quando a conta telefônica ficou muito cara achou mais econômico a mudança definitiva para o Brasil.

 

O Siget é organizado pelo mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul e se encerra sábado (18/08).

 

Além do Brasil, estão representados no simpósio pesquisadores da Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Estados Unidos, Finlândia, Inglaterra, Israel, Japão, Malásia, Portugal, Suíça, Suécia e Uruguai. Entre os inscritos há mais de 800 pessoas.

 

SIC - Unisul

 


Nem tudo pode ser considerado gênero, afirma John Swales

 

(17/08/2007) Um dos mais respeitados estudiosos de gêneros textuais, John Swales da Universidade de Michigan – Estados Unidos, foi destaque no SIGET e faz reflexão sobre o tema.

 

As transformações da sociedade incluem, além de toda a tecnologia desenvolvida e de melhoras significativas na qualidade de vida, mudanças na maneira que os textos são elaborados e para quem serão elaborados. Para Swales, deve haver limitações ao definir os gêneros textuais. Ele defende que nem tudo pode ser considerado gênero, o que, classifica como pré-gênero. “Para considerar algum gênero, os textos devem ser bem elaborados”, comenta o professor, que sugere três tipos: os do cotidiano, os utilizados em cursos de graduação e aqueles que são empregados em teses e dissertações de mestrado e doutorado.

 

A linguagem virtual, utilizada em programas de mensagens instantâneas e sites de relacionamentos, é considerada por alguns estudiosos como gênero textual. O norte-americano ainda não pode classificar uma maneira de expressão por não possuir intimidade com o universo eletrônico. “Novos pesquisadores devem estudar estas ferramentas e o que elas representam”, sugere.

 

Swales compara os gêneros com a música popular brasileira. Segundo ele, textos estão inseridos na sociedade e cada um possui uma maneira de utilizar e a música tem características específicas de cada região. “As culturas das regiões do Brasil transformam a música em algo característico de cada lugar e o povo expressa a sua maneira, porém esta música terá sempre a mesma função”, diz. Para o professor é possível identificar as diferenças, mas perceber que tudo desempenha o mesmo significado.

 

O professor falou para o público que participou do 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (Siget), na quarta-feira (15/08). Apresentou a palestra “Mundos dos gêneros – metáforas do gênero”. O evento continua até sábado, dia 18 de agosto, na Unisul de Tubarão.

 

SIC - Unisul

 


Siget discute teorias de Bakhtin

 

(17/08/2007) Mesa-redonda sobre teoria Bakhtiniana abre atividades do terceiro dia do Siget.

 

“Diretas Já!” A frase curta marcou as reivindicações pelas eleições presidenciais diretas em 1984. As duas palavras são carregadas de significados e por trás delas estão pessoas que não tinham direito ao voto e pediam democracia. A teoria Bakhtiniana do pesquisador lingüístico russo Bakhtin estuda exatamente isso, o que foi dito e não dito nas frases, toda a carga do passado e as várias vozes que podem ser percebidas nas interpretações, a chamada polifonia. No 4º Simpósio internacional de Estudos de Gêneros Textuais o pesquisador foi abordado na sexta-feira (17ago), na mesa-redonda com o tema “Desafios da análise Bakhtiniana de gêneros discursivos”.

 

O congresso que já esta no seu terceiro dia é realizado no Espaço Integrado de Artes da Unisul, em Tubarão.

 

Discursaram Paul Prior da Universidade de Illinois na cidade de Urbana-Champaign nos Estados Unidos, Rosângela Hammes Rodrigues da UFSC e Roxane Rojo da Universidade Estadual de Campinas.

 

Prior apresentou o tema “De Voloshinov e Bakhtin aos sistemas de gêneros Multimodais mediados”. “Voloshinov e Bakhtin observam o gênero como um fenômeno histórico e que servem não apenas para a compreensão dialógica, mas também para compreensão da formação de indivíduos e sociedade”, afirma Prior.

 

Já Rosângela discursou “A teoria de gêneros do discurso de Bakhtin no horizonte dos estudos da lingüística” e Roxane falou sobre “Gêneros do discurso no Círculo de Bakhtin – ferramentas conceituais e metodológicas para análise de enunciados em dispositivos e práticas didáticas”.

 

“Essa teoria não tem despertado interesse apenas em pesquisadores, mas também de sistemas educacionais e de professores de línguas devido à colocação dos gêneros como um objeto de ensino de língua, que contribui para o aumento da capacidade de leitura, escrita e oralidade”, conta Roxane.

 

O Siget, que reúne teóricos da linguagem de 16 países, é realizado pelo mestrado em Ciência da Linguagem da Unisul e vai até sábado (18/8).

 

SIC - Unisul

 


Professora faz reflexão sobre ensino e estudo de linguagem

 

(16/08/2007) A professora Désirée Motta-Roth, da Universidade Federal de Santa Maria ministrou plenária sobre as contribuições dos estudos de Gênero textual para o ensino. O evento ocorreu às 18 horas do último dia 16, no Espaço Integrado de Artes.

 

O trabalho intitulado “Contribuições da Análise Crítica de Gêneros Discursivos para o Estudo e Ensino da Linguagem” foi destaque no segundo dia do SIGET.

A pesquisadora tem se destacado na pesquisas que aplicam os estudos da linguagem no ensino.

 

Désirée foi presidente do terceiro SIGET, realizado na UFSM em 2005. Para ela o conceito de gênero textual é essencial para educação. “Esse conceito surge como ferramenta de teorização e de explanação sobre como a linguagem funciona para criar e recontextualizar interações sociais”.

 

Em sua apresnetação, Désirée fez um balanço dos conceitos de gênero na literatura recente, análises e interpretações da linguagem como gênero crítico e identificou contribuições do gênero discursivo para o ensino linguagem.

 

Após a plenária a noite do dia 16 foi encerrada com a mesa-redonda “Gênero textual e discurso: interdependências”, com os professores Jim Martin, da University of Sydney, Australia, J. L. Meurer, da Universidade Federal de Santa Catarina e Thomas Huckin, da University of Utah, USA

 

Em entrevista para o site contato.net no dia 18/08, Désirée disse que o trabalho de escrever não é valorizado.

 

Tubarão - Um bom texto nem sempre é valorizado. A opinião é da professora Desireé Motta-Roth, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que participou do 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (Siget).

Para ela, nem sempre escrever um texto é fácil, seja redação, artigo, reportagem ou dissertação. Exige conhecimento, habilidade e prática. No entanto, muitas pessoas ainda pensam que escrever bem não é um trabalho que mereça destaque.

“Quem trabalha com a linguagem não é como o ar que está disponível para todos de graça. É como qualquer outro e deve ser valorizado”, afirma a doutora em Letras.

Segundo Desireé, a linguagem é tão importante que está presente em todas as áreas. Ela diz que, ao formar professores, costuma fazê-los entender que tudo o que deve ser transmitido aos alunos deve possuir um contexto com o real.

O Siget é organizado pelo mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul de Tubarão.

 

Manuela Prá

 


O rap como um gênero do discurso em debate no sul

 

(16/08/2007) Mesa-redonda sobre gênero e cognição abre as atividades do segundo dia do Siget, na Unisul de Tubarão.

 

“Conhecimento e corpo não são separados, são construídos na prática e não há distinção entre pensar e saber”. A afirmação foi feita por Anna Christina Bentes, da Universidade Estadual de Campinas, que participa do 4º Simpósio Internacional de Estudos dos Gêneros Textuais (Siget), na Unisul, em Tubarão. Anna fez parte da mesa-redonda “Gênero textual e cognição: pontos para realimentar o debate”, em que falou a respeito de “Gênero e cognição: sobre o estatuto do conceito de gênero discursivo no interior de uma teoria prática”.

 

Para exemplificar sua pesquisa foi utilizado um rap da banda Racionais MC's, considerando o rap um gênero do discurso. "A música vai contar uma história, fazendo representação sobre o que ele sabe, sobre a sua realidade e que muitas vezes não é próxima da nossa. O som pode ter efeito imaginativo e eles utilizam recursos além da fala. São recursos verbais e não-verbais para mostrar uma situação", explica Anna.

 

Participou da mesma mesa Carol Berkenkotter, da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, com o tema “Gêneros multimodais e mudança cognitiva”. E direto da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, também nos Estados Unidos, Charles Bazerman com o tema “Gênero e desenvolvimento cognitivo”.

 

Sobre o Simpósio, Anna elogia a troca de idéias. "Este evento cresceu muito neste momento. O que é mais interessante é que ele é temático e estabelece uma rede de relações com pesquisadores de várias partes do mundo. Este intercâmbio de conhecimento é muito difícil de acontecer e isso é uma iniciativa do sul", acrescenta.

 

O Siget, que reúne teóricos da linguagem de 16 países, é realizado pelo mestrado em Ciência da Linguagem da Unisul e vai até sábado (18/8). São 21 palestrantes e 15 minicursos.

 

SIC - Unisul

 


Pôsteres abrem segundo dia do SIGET

 

(16/08/2007) As atividades do segundo dia do SIGET, Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, iniciaram com a exibição de pôsteres no Hall de entrada do Espaço Integrado de Artes da Unisul. A mostra foi realizada das 9 às 10 da manhã e foram apresentados cerca de 40 trabalhos.

 

A modalidade pôster consiste num espaço para discussões a respeito do conteúdo exposto em painéis auto-explicativos. Essa categoria de apresentação destina-se a graduandos, graduados e mestrandos.

 

“A principal diferença entre uma apresentação de pôster e uma comunicação individual ou coordenada, é que o pôster usa de uma linguagem mais visual, simples e concisa. É preciso resumir o tema e elaborar elementos visuais que transmitam bem a mensagem”, explica o professor Richarles de Carvalho.

 

Na época de sua inscrição no simpósio, Richarles ainda era acadêmico do Programa de Pós-graduação, por esse motivo apresentará trabalho nessa modalidade.

 

A mostra continua amanhã entre 9 e 10 da manhã no EIA, com outros 42 pôsteres.

 

Manuela Prá

 


Simpósio movimenta Unisul

 

(16/08/2007) Feira de livros possibilita aos participantes do 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, SIGET, a oportunidade de adquirir livros sobre o tema.

 

A feira funcionará no Bloco D, das 9 da manhã às 10 da noite até o fim do evento, na manhã de sábado. Estão expostas várias obras de diversos autores que farão um lançamento coletivo no local, sexta-feira, às 16 horas.

 

Acir Mário Karwoski, responsável pela feira, diz que esta é uma ótima oportunidade para os autores e estudiosos do tema. “Por ser um evento que reúne pesquisadores de nível nacional e internacional é muito interessante divulgar os livros, que são sobre os temas abordados no simpósio. Acredito que isso engrandece o evento e fornece mais material para os estudiosos”.

 

Além da feira de livros os visitantes podem adquirir, no mesmo local, peças de artesanato. Os membros da Associação Tubaronense de Artesanatos comercializam peças de roupa, brinquedos em madeira, pinturas em tela e bijuterias. “Nós adoramos fazer artesanato e conhecer pessoas. É muito legal fazer esse contato, conhecer gente de diversos lugares e oferecer nossas obras como lembrança do evento e até da cidade”, conta Carlos Fromming, presidente da Associação.

 

A feira de artesanato funcionará das 11 às 18 horas até sexta-feira.

 

Manuela Prá

 


Balanço entre gêneros e ensino abre Siget

 

Abertura oficial do Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais foi realizada nesta quarta-feira (15/8) na Unisul, em Tubarão, com uma mesa-redonda sobre o tema.

 

A preocupação de pesquisadores com o ensino e a importância para as novas gerações foram ressaltadas pelo reitor da Unisul, Gerson Luiz Joner da Silveira, durante a abertura do quarto Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (Siget), realizada nesta quarta-feira (15/8), em Tubarão.

 

“O processo de transformação da linguagem requer cuidados e preocupação dos pesquisadores, sob pena de termos nossos jovens desinteressados por formas mais ricas de linguagem, e com dificuldade de expressão do pensamento complexo, na ansiedade de viver somente o presente”, disse Silveira.

 

As observações do reitor continuaram em discussão durante a primeira atividade do Siget que foi uma mesa redonda com o tema “Gênero textual-discursivo e ensino: um balanço crítico”. A mesa foi formada por Amy Devitt da Universidade do Kansas nos Estados Unidos, Maria Marta Furlanetto da Unisul e Mary R. Lea da Universidade Aberta do Reino Unido.

 

O Siget que reúne teóricos da linguagem de 16 países é realizado pelo mestrado em Ciência da Linguagem da Unisul e vai até sábado (18/8). São 21 palestrantes e 15 minicursos.

 

Além do Brasil, estão representados no simpósio pesquisadores da Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Estados Unidos, Finlândia, Inglaterra, Israel, Japão, Malásia, Portugal, Suíça, Suécia e Uruguai. Entre os inscritos há mais de 100 professores da rede estadual e municipal de ensino.

 

O Siget possibilitará parcerias entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros e ajuda na renovação do ensino de linguagem no Brasil e no mundo.

 

Nesta edição, o Siget enfatiza temas como análise de gênero textual; gêneros textuais, ensino e aprendizagem da linguagem; a utilização desses gêneros na formação de professores; nas práticas sociais diversas; e metodologia de análise de gêneros textuais.

 

Durante os quatros dias serão realizadas três modalidades de apresentação. As comunicações coordenadas, em que acontecem as explanações orais e discussão de trabalhos de pesquisadores em torno de um tema comum; a comunicação individual, com apresentação oral em torno de uma pesquisa desenvolvida ou em desenvolvimento; e a exposição de pôsteres, com a discussão a respeito do conteúdo exposto em painel.

 

Durante todo o evento, os participantes contam com tradução simultânea, o que possibilita a participação internacional.

 

SIC - Unisul

 


Tubarão na rota de pesquisadores internacionais

 

(15/08/2007) Tubarão amanheceu diferente nesta quarta-feira (15/8). Sotaques de todos os cantos do Brasil e diversas línguas, entre elas, o inglês e japonês. Os visitantes pesquisadores vieram em busca de novos conhecimentos e atualizações no 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, na Unisul. O encontro realizado pelo mestrado em Ciência da Linguagem tem mais de 800 participantes inscritos e as atividades vão até o próximo sábado (18/8).

 

Pela primeira vez em Santa Catarina, a mestranda da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE), Jailze de Oliveira Santos, veio de Recife participar do encontro.

 

“Estou estudando muitos teóricos e um grande número deles estarão aqui, não tinha como perder esta oportunidade. Quem vem a este evento, valoriza. É um intercâmbio positivo e um congresso que eu esperava há muito tempo”, conta depois de elogiar a beleza das cidades catarinenses rodeadas pelo mar.

 

Acadêmica do mestrado em Lingüística lá na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e direto de Triângulo Mineiro, Maria Helena Gomes Naves também veio a Tubarão em busca de novidades.

 

“Sou professora e aqui posso ter novos conhecimentos e descobrir formas diferentes e melhores para trabalhar com meus alunos, já que o congresso é voltado a gêneros textuais e discursivos. O mestrado nos exige a participação e fazemos com maior prazer. O Siget é muito comentado”, explica Maria Helena.

 

O trajeto percorrido foi bem menor, mas a busca é a mesma. Acadêmica do curso de Direito da Unisul em Araranguá, Janaina Ramos Souza veio de Sombrio.

 

“Eu quero agregar conhecimento, ser mais objetiva na forma de escrever e interpretar e resultar em um maior entendimento num curto espaço de tempo”, afirma Janaina.

 

SIC - Unisul

 


Simpósio internacional reúne 16 países em SC

 

(15/08/2007) Começou nesta quarta-feira, 15 de agosto, em Tubarão, o 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (Siget), organizado pelo mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul. O evento vai até sábado, dia 18, com a participação de teóricos da linguagem de 16 países.

O evento ocorre no Espaço Integrado de Artes e no salão nobre da Unisul em Tubarão e tem mais de 800 participantes inscritos. Entre os inscritos há mais de 100 professores da rede estadual de ensino.
 

Além do Brasil, estão representados no simpósio pesquisadores da Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Estados Unidos, Finlândia, Inglaterra, Israel, Japão, Malásia, Portugal, Suíça, Suécia e Uruguai. São 21 palestrantes e 17 minicursos.
 

A coordenação do Siget lembra que o evento tem a participação de pesquisadores centrais na história dos estudos de gêneros textuais no Brasil e no mundo. Haverá tradução simultânea, o que possibilita a participação internacional, sem descaracterizar o evento como uma instância de formação de novos pesquisadores e com a participação de inúmeros profissionais da educação. Além disso, a publicação dos anais simultaneamente ao evento possibilita um aproveitamento imediato da produção científica divulgada no encontro.
 

O simpósio internacional também é importante para sedimentar a pesquisa na Unisul e prepara a universidade para ser sede de outros congressos e conferências do mesmo porte. O Siget também possibilitará parcerias entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros e ajuda na renovação do ensino de linguagem no Brasil e no mundo.
 

Haverá três modalidades de apresentação. As comunicações coordenadas, em que acontecem as explanações orais e discussão de trabalhos de pesquisadores em torno de um tema comum; a comunicação individual, com apresentação oral em torno de uma pesquisa desenvolvida ou em desenvolvimento; e a exposição de pôsteres, com a discussão a respeito do conteúdo exposto em painel.
 

Para o coordenador do Siget, Adair Bonini, o evento pretende propiciar a troca de experiência entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros de gêneros textuais, além de divulgar os trabalhos realizados por professores e estudantes da área da linguagem.
 

“O estudo dos gêneros é de enorme importância para o ensino em todos os níveis, para as atividades de formação profissional e para o entendimento sobre como a sociedade funciona, uma vez que a linguagem se materializa nas práticas dos indivíduos em todas as esferas sociais”, comenta.
 

Nesta edição, o Siget enfatiza temas como análise de gênero textual; gêneros textuais, ensino e aprendizagem da linguagem; a utilização desses gêneros na formação de professores; nas práticas sociais diversas; e metodologia de análise de gêneros textuais.
 

Nos dias 15, 16 e 17, às 18 horas, haverá palestras com conceituados estudiosos da área da linguagem. A primeira será ministrada pelo professor John Swales, da Universidade de Michigan (EUA). Ele abordará as transformações dos gêneros, suas funções e importância. Swales trabalha principalmente na área do discurso e é pesquisador dos gêneros textuais e métodos de análise de discurso.
 

A professora Desirée Motta Roth, da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, doutora em Letras (Inglês e Literatura Correspondente), apresentará uma síntese da discussão sobre o conceito de gênero na literatura recente e vai falar das contribuições do conceito de gênero discursivo para as práticas pedagógicas de linguagem, no dia 16.
 

No dia 17, o professor Vijay Bhatia, da Universidade da Cidade de Hong Kong, na China, vai abordar os gêneros nos contextos profissionais. Bhatia analisará a interdiscursividade como forma de propiciar uma compreensão mais abrangente e crítica das práticas discursivas e profissionais.


O simpósio foi realizado anteriormente em 2003, 2004 e 2005, em Londrina, União da Vitória e Santa Maria.

 

SIC -Unisul

 


Simpósio congrega pesquisadores internacionais em Tubarão

 

(07/08/2007) 4o Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (SIGET), organizado pelo mestrado em Ciências da Linguagem, será realizado neste mês de agosto e terá palestrantes reconhecidos mundialmente.

 

Grandes teóricos da linguagem, de prestígio mundial, farão parte do 4º Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais (SIGET), que será realizado neste mês de agosto na Unisul em Tubarão.

John Swales, que ministrará a primeira palestra no Simpósio, dia 15 de agosto, é professor de Lingüística da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Trabalha principalmente na área do discurso e é pesquisador dos gêneros textuais e métodos de análise de discurso. Na Unisul, abordará as transformações dos gêneros, suas funções e importância.

 

A professora da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Desirée Motta Roth, é doutora em Letras (Inglês e Literatura Correspondente) e realizou estágio de pós-doutorado na Universidade de Michigan. Durante o Siget, Desirée apresentará uma síntese da discussão sobre o conceito de gênero na literatura recente. A professora, que falará no dia 16, também identificará as contribuições do conceito de gênero discursivo para as práticas pedagógicas de linguagem.

 

No dia 17, o professor Vijay Bhatia, da Universidade da Cidade de Hong Kong, China, explorará os gêneros nos contextos profissionais. Bhatia analisará a interdiscursividade como forma de propiciar uma compreensão mais abrangente e crítica das práticas discursivas e profissionais.

 

O Siget será realizado de 15 a 18 de agosto, e além dessas palestras terá mesas-redonda, apresentação de trabalhos, pôsteres e minicursos. O encontro também trará diversos pesquisadores dos Estados Unidos, Canadá, Europa, China e Austrália.

 

O Simpósio pretende congregar pesquisadores brasileiros e estrangeiros que estejam trabalhando com gêneros textuais para discutirem questões teóricas e aplicadas, além de divulgar os trabalhos realizados por professores e estudantes da área da linguagem.

 

SIC - Unisul

 


Mestrandos qualificam seus projetos de dissertação

 

(06/08/2007) Os alunos do Mestrado em Ciências da Linguagem, da turma 2006, qualificaram seus projetos de dissertação na última semana. As defesas ocorreram nos dias 31 de julho e 1o de agosto, em Florianópolis, e 2 e 3 de agosto, em Tubarão.

 

Para o coordenador do PPGCL, Fábio Rauen, a defesa é uma etapa importante do curso de mestrado. “A semana das qualificações é uma excelente oportunidade para os acadêmicos, pois os docentes do programa podem indicar melhorias nos projetos dos estudantes”, explica Fábio.

 

Em Tubarão as defesas foram marcadas pelo falecimento do professor Ingo Voese. “A ausência do professor Ingo nas atividades já estava programada em função de sua internação hospitalar, mas a certeza da ausência permanente do colega e amigo foi um grande impacto para todos nós”, lamenta Fábio.

 

Entre os trabalhos defendidos, “O discurso publicitário enquanto mediação do consumo: efeitos sobre o desenvolvimento da consciência”, de Vinicios Valença, foi orientado por Ingo.

 

Acesse os projetos defendidos aqui

 

Manuela Prá


Professora pesquisa linguagens da matemática 

 

(06/08/2007) Acadêmica do curso de Especialização em Educação Matemática pesquisa novas representações semióticas para ensinar a matemática e vai aprofundar o estudo no Mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul com bolsa da Capes/Prosup.

 

Na educação, as formas de aprender e ensinar estão sempre em evolução. Para a acadêmica do curso de Especialização em Educação Matemática da Unisul, campus Tubarão, Cíntia Rosa da Silva, para acompanhar as inovações é necessário pesquisar. Na monografia do curso, a aluna estuda as diversas linguagens da matemática, usadas a partir da Educação a Distância (EaD), como facilitadoras do processo ensino-aprendizagem.

 

"O EaD pode ser visto como uma alternativa didática de trabalho e utilizar representações semióticas no processo de ensinar a matemática pode facilitar a compreensão dos conceitos", explica Cíntia.

 

A monografia desenvolvida por Cíntia, “Os recursos da Educação a Distância como Alternativa Didática de Trabalho das Representações Semióticas no Processo Ensino-Aprendizagem da Matemática”, não vai parar no curso de Especialização.

 

A defesa do trabalho será apenas no final de agosto, mas ela apresentou o projeto de pesquisa e foi aprovada pela Capes/Prosup (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior/Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares). Além de aluna, Cíntia é professora contratada temporária do Estado e ganhou uma bolsa integral para cursar o Mestrado em Ciências da Linguagem na Unisul.

 

"Sempre quis continuar os estudos, mas não imaginava que fosse conseguir tão rápido. Para trabalhar como professora, com a graduação apenas, quase não se consegue aula, com especialização ajuda muito e agora com o mestrado abrem-se diversas outras possibilidades", conta Cíntia.

 

"A bolsa é um incentivo à pesquisa. A monografia é a oportunidade de aprofundar o conhecimento e uma chance de chegar ao mestrado. É o amadurecimento teórico. Um grande problema é a questão financeira e a porta que a Cíntia mostra é a bolsa de pesquisa que muitos não conhecem" conta a professora e orientadora da monografia, Marleide Coan Cardoso.

A pesquisa de Cíntia também é um exemplo para os estudantes que têm interesse na formação continuada.

 

"A pesquisa é importante para o professor, o ensino muda, a educação é movimento. A formação continuada é a grande chave para permanecer no mercado", acrescenta Marleide. 

 

SIC - Sistema Integrado de Comunicação


Morre professor do mestrado em Ciências da Linguagem

 

(03/08/2007) Ingo Voese, pesquisador do mestrado, faleceu na última terça-feira (31/7), numa perda incalculável para a universidade.

 

Pensamentos nostálgicos e lembranças da alegria e da inteligência do professor Ingo Voese deixam o mestrado em Ciências da Linguagem e toda a Unisul com a sensação de que alguém especial está fazendo muita falta.

 

Na terça-feira (31/7) o pós-doutor, de 67 anos, não resistiu ao câncer e faleceu. Colegas, surpresos com a notícia, não deixam de destacar a contribuição como homem e profissional a todos que estavam ao seu redor.

 

Para o coordenador do Mestrado de Tubarão, Fábio Rauen, seu papel será insubstituível porque sua contribuição foi essencial, tanto para os colegas de trabalho, quanto para todos os alunos.

“É incalculável a perda do professor Ingo. Era muito brincalhão e vivia fazendo piadas inteligentes sobre tudo. Possuía uma metodologia própria da análise do discurso, o que nos fazia admirá-lo muito como professor”, comenta.

 

“Era daquelas pessoas alegres, agradáveis e positivas. Possuía uma carreira consolidada e sempre chamava a atenção pelo bom astral que tentava transmitir para as pessoas”, recorda Antônio Carlos Santos, coordenador do curso em Florianópolis.

 

Com seis livros lançados, o pós-doutor trabalhava principalmente a relação entre o poder político e econômico com os discursos. Neste mês lançaria seu sétimo livro pela Editora Unisul no 4º Simpósio Internacional de Estudos e Gêneros Textuais. Segundo Fábio Rauen, “O contexto refletido” será lançado em memória do professor.

 

Formado em Letras pela Universidade de Passo Fundo em 1972, possuía mestrado e doutorado em Lingüística e Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Seu pós-doutorado foi concluído em 1996 pela Universidade de Campinas. Era professor no mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul desde 2002. 

 

SIC - Sistema Integrado de Comunicação


Pesquisa na internet é tema de conferência

 

(02/08/2007) Gustavo Daniel Constantino ministrou, no último dia 26, a palestra “Introducción al Análisis del Discurso en la Investigación Cualitativa en Internet”, na Unisul Pedra Branca. O evento foi realizado na sala de videoconferência da Unisul Virtual, às 14 horas, e foi promovido pelo Mestrado em Ciências da Linguagem em colaboração com o Campus Virtual da Universidade.

 

Doutor em Ciências da Educação e mestre em Metodologias e Tecnologias da Informação, Constantino é pesquisador do Centro de Investigaciones em Antropología Filosófica y Cultural e do Conselho Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas – CONICET, da Argentina.

 

Para o professor Wilson Schuelter, o tema abordado pelo convidado foi de grande importância para os pesquisadores. “Ele fez uma exposição das diversas modalidades e abordagens de pesquisa dando ênfase à pesquisa do ambiente digital, e suas potencialidades e limitações”, explica Wilson.

 

A palestra, dirigida para um grupo de 30 pessoas, foi transmitida na Internet por videoconferência para mais de 300 alunos.

 

Além desse evento, o professor Daniel Constantino participou da defesa pública da dissertação da estudante Vanessa Wendhausen Lima, intitulada Análise do verbete da WIKIPÉDIA sob a ótica da teoria de gênero como ação social, na manhã do dia 26.

 

Manuela Prá


Professor canadense estuda mitos indígenas no Brasil

 

(31/07/2007) Robert Crépeau, professor do setor de antropologia da Universidade de Montreal no Canadá, ministrou palestra sobre os hábitos e cultura indígenas. O evento foi realizado na tarde de segunda-feira(30), na sala 212 do BLOCO B, Unisul Pedra Branca.

 

Crépeau está no Brasil para realizar estudos em uma aldeia Kaingang da cidade de Chapecó, oeste do estado. Ele esteve na Unisul como convidado para a abertura da Semana de Qualificação de Projetos de Dissertação do curso de mestrado de Ciências da Linguagem.

 

Em seus estudos, Crépeau analisou diferentes aspectos da vida indígena, entre eles a ecologia, o contexto econômico e a religiosidade. “Na religiosidade vemos uma transformação clara e forte da linguagem, afinal, com a chegada dos jesuítas, a religião dos índios passou a se mesclar com o catolicismo, e as lendas e mitos não ficaram sem essas modificações. A tribo Kaingang possui muitos mitos e a linguagem em torno deles foi adaptada pelo uso de algumas versões bíblicas”, explicou Crépeau.

 

Durante a palestra “Linguagem e mito” o professor explicou algumas características sócio-culturais indígenas.  “O mito, tanto para os Kaingang, quanto para qualquer outra tribo, é totalmente atemporal e sem um autor definido. Os mitos são contados através das gerações, e, portanto, sempre adaptados à linguagem que se encontra na época em que o mito é narrado. Isso porque a mitologia não possui contradições de linguagem, mas sim complementos”, define.

 

O professor contou ainda que a mitologia foi deixada de lado durante as décadas de 60 e 70. “Mas, hoje se consolida um novo fenômeno, que vem com a globalização. Tendemos a criar uma cultura global, não muito bem fundamentada, mas, da mesma forma, tendemos também a firmar uma cultura local, que durante sua construção revive os mitos, mas sempre com outra linguagem”, finalizou Crépeau.  

 

A palestra de Crépeau teve a participação de professores, alunos e coordenadores de todos os cursos da universidade. 

 

SIC - Unisul


Aula magna discute a exploração de catástrofes pela Comunicação Social

 

(30/07/2007) A exploração de catástrofes, reais ou fictícias, pelo cinema, jornalismo e publicidade foram os temas das reflexões do professor Dr. Fábio de Carvalho Messa durante a aula magna do curso de Comunicação Social da Unisul, Campus Tubarão, realizada na sexta-feira (27/7).

 

"É importante para os estudantes entenderem de onde vem essa verdade em que se baseiam, que buscam. No caso da ficção, se existe alguma intenção escondida, desmitificar, decifrar códigos para entender o que cada narrativa provoca no público, e em nós mesmos", explica Messa.

 

Fábio Messa também tratou de grandes obras literárias e cinematográficas, além de material jornalístico e publicitário, sobre o aquecimento global. Os danos provocados à natureza pelo ser humano, as possíveis profecias presentes em antigas obras, e a acusação direta ao homem nos trabalhos atuais.

 

O evento foi promovido pelo curso de Comunicação Social e estiveram presentes professores e acadêmicos de todos os semestres.

 

Manuela Prá

 


Seminário discute Alfabetização e formação de professores no Brasil

 

(26/07/2007) Dr. Marcos Antonio Rocha Baltar, da Universidade de Caxias do Sul, ministrou o seminário "Letramento e gêneros textuais na formação de professor", na noite do último dia 26. Promovido pelo Mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul de Tubarão, o evento foi realizado no Salão Nobre.

 

O formando de Letras Português/Inglês, Waldir Gomes elogia a interação entre o palestrante e os participantes durante a conferência. “Ele iniciou diferenciando e denominando os temas, e a partir daí desenvolveu as reflexões, sempre abrindo espaço para comentários e participação dos alunos e professores. Também apresentou dados estatísticos sobre alfabetização no Brasil e a formação dos profissionais. Gostei muito”, conta Waldir.

 

Baltar é pós-doutor pela Universidade de Genebra, Suíça e doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Letras e Comunicação Social e em 2004 publicou o livro "Competência discursiva e gêneros textuais: uma experiência com o jornal de sala de aula". Atua principalmente nas áreas de educação, comunicação e lingüística aplicada: teorias do agir humano, teorias de gêneros textuais, letramento e formação de professores.

 

Manuela Prá


Mestrado realiza primeira banca através de videoconferência

 

(25/07/2007) A defesa foi da aluna Tatiani Daiana de Novaes, do Mestrado em Ciências da Linguagem, e foi realizada na tarde dessa quarta-feira.

 

O nervosismo e a ansiedade eram os mesmos. Toda apresentação de trabalho em uma universidade causa estas emoções. Tatiani Daiana de Novaes também estava apreensiva para que sua banca começasse logo. Nesta quarta-feira (25/07) ela defendeu sua dissertação de mestrado em Ciências da Linguagem com uma grande diferença. Uma examinadora da banca participou através de videoconferência. De Florianópolis, a professora doutora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Marialice de Moraes, pôde fazer parte da apresentação do trabalho final da aluna. Foi a primeira vez que o programa do mestrado utilizou o recurso para facilitar a comunicação entre a banca e o pesquisador.

 

O coordenador do mestrado em Ciências da Linguagem Fábio Rauen acredita que esta ferramenta poderá aperfeiçoar a qualidade das bancas apresentadas. “Esta é a primeira defesa realizada por videoconferência, mas nossas bancas poderão contar com avaliadores que possuem grande representação para o meio acadêmico, de qualquer universidade”, comenta Rauen.

 

O trabalho de Tatiani, aprovado pela banca, também envolveu novidades no meio tecnológico. Ela fez um comparativo de leitura e interpretação de textos utilizando o meio eletrônico e o impresso. Dois grupos de voluntários responderam as mesmas questões em meios diferentes. Um através do computador e outro através de um questionário impresso. Seu objetivo era verificar se havia diferença entre os meios e se isto poderia influenciar nas respostas dos voluntários. Segundo Tatiani, algumas pessoas argumentam que ler através de um monitor pode ser cansativo e estar mais propício a uma desconcentração. Mas ela pôde perceber que os voluntários que realizaram as atividades de maneira digital obtiveram mais êxito que o segundo grupo, apesar da diferença não ser tão grande.  Para a pesquisadora “a pessoa deve prestar atenção da mesma maneira, mas o suporte eletrônico traz mais facilidades ao usuário porque possui hiperlinks que auxiliam com mais agilidade a compreensão de dúvidas”, diz a aluna referindo-se a ferramenta de buscas e fóruns de discussões disponíveis na internet. A resolução de questões no meio digital acontece, principalmente, através de cursos a distância e pode, no futuro, ser o suporte mais utilizado porque diminui custos e pode ser acessado em qualquer lugar.

 

SIC-Sistema Integrado de Comunicação - UNISUL


Aula magna traz reflexões sobre ensino e internet

 

(13/07/2007) A professora Albertina Felisbino ministrou a aula inaugural da turma 2007 do Mestrado em Ciências da Linguagem de Tubarão. O evento foi realizado nesta quinta-feira (12), às 16 horas, na sala 105 do Bloco Sede.

 

A aula magna, “Sujeito: uma identidade planetária?”, trabalhou o surgimento da internet e a mudança da identidade das pessoas quem tem acesso a ela, além da possibilidade de uma reforma na metodologia de ensino atual, para que acompanhe o novo perfil do aluno.

 

“Realizei reflexões sobre a ‘mundialização’ via rede, sobre o homem visto com um cidadão planetário, as mudanças que isto acarreta nas diversas áreas de relações pessoais ou de trabalho, além de provocar questionamentos sobre os temas”, conta Albertina.

 

O sujeito é um dos elementos discutidos na análise do discurso trabalhado pelos estudantes e profissionais da área. Albertina finaliza dizendo que existem alunos que ainda não têm acesso à internet, mas que muitos deles já possuem, e o professor precisa mudar para trabalhar bem essas diferenças.

 

Manuela Prá

 


Evento discute conceitos lingüísticos e filosofia

 

(11/07/2007) Luiz Alberto Hebeche, professor de Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina, ministrou palestra no último dia 6, em Tubarão.

 

Hebeche falou sobre Filosofia da Linguagem, trabalhada pelo filósofo austríaco, Ludwig Joseph Johann Wittgenstein (1889-1951). Hebeche brinca que o tema o escolheu e não o contrário, e conta que Wittgenstein usa a noção de semelhanças de família para desconstruir o essencialismo e criticar as filosofias da linguagem. “Não há uma ciência comum, não existe uma essência que estabeleça a base do significado. O que Wittgenstein quer mostrar é que essa ânsia de generalidade, porque sempre queremos encontrar termos e pontos comuns, gera uma vagueza na linguagem, que as Semelhanças de Famílias buscam explicar”, complementa.

 

A palestra “Não pense, veja – a noção de semelhanças de família em Wittgenstein” foi realizada na sala de treinamento do Campus Sul, às 9 horas. Estiveram presentes Acadêmicos e professores do mestrado em Ciências da Linguagem, da graduação em Letras e do curso de Direito.

 

Leia o artigo de Luiz Alberto Hebeche: http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/veja.pdf  

Saiba mais sobre Wittgenstein: http://pt.wikipedia.org/wiki/Wittgenstein

 

Manuela Prá

 


Cinema transnacional é debatido na aula inaugural de mestrado

 

(10/07/2007) Os novos alunos do mestrado em Ciências da Linguagem tiveram hoje, 9 de julho, a primeira aula do semestre com a doutora em língua inglesa e literatura, Anelise Reich Corseuil.

 

A professora Anelise Reich Corseuil analisou três filmes do ponto de vista político, estético, econômico, social, ético, as várias formas de narrativas, contextos históricos e locais. Os filmes “Um lugar chamado Chiapas”, “Salvador” e “Diários de motocicleta” analisados por Anelise, revelam, segundo a professora, a quebra de fronteiras em relação aos termos analisados. Para ela, o cinema sempre foi transnacional (mais que nacional) porque sempre acaba envolvendo outras questões além do próprio filme, como a tradução, o elenco, recursos recebidos de fora, por exemplo.

 

Anelise disse que atualmente é difícil existir um cinema estritamente nacional, pois o próprio “local e a narrativa transcendem, é quase universal. Inclusive o que o universal nos traz podemos adaptar ao local”.

 

“O cinema transnacional não deixa o nacional, ele usa o contexto e as questões estéticas mais importantes, também em termos econômicos”, explica Anelise, mostrando que um filme nacional brasileiro, com elenco, verba, e tudo que o envolva seja do Brasil, acaba sofrendo outras influências como a tradução e a veiculação em outros países.

 

Atualmente é muito difícil distinguir a nacionalidade dos filmes, muitos falam de um lugar e são filmados em outro, isso caracteriza um cenário transnacional, explica a professora, mas vê a questão da quebra das barreiras da nacionalidade de forma positiva.

 

A exemplo disso, na opinião da professora, o cinema brasileiro melhorou muito comparado aos realizados nos anos 60. “O áudio dos filmes era muito ruim, ficávamos procurando a legenda, porém atualmente as novas tecnologias ajudaram muito neste sentido, o Brasil resolveu este problema”.

 

Anelise acredita que o cinema é uma maneira de se transplantar para um outro lugar, é um meio de se mostrar o mundo e de se comunicar com ele, e para ela “cinema totalmente nacional é discutível”, finaliza.

 

SIC-Sistema Integrado de Comunicação - UNISUL

 


Evento repensa pesquisa e comunicação de massa

 

(26/06/2007) A pesquisa em comunicação social foi tema da palestra ministrada pelo professor Milton Júlio Faccin, da Universidade Estácio de Sá (RJ), no último dia 25 em Tubarão. O evento, realizado às 19h e 30 min, no Auditório do Cettal, reuniu alunos e professores do mestrado em Ciências da Linguagem e da graduação em Comunicação Social.

 

Faccin explica que foi dado enfoque aos momentos mais importantes da história da comunicação, desde que surgiram os primeiros veículos de comunicação de massa até a atualidade. “É importante não só denunciar o poder de influência da mídia sobre a opinião pública, mas estudar sobre isso. Mostrar como se forma, analisar as relações, perceber todos os ‘atores’ deste contexto. Relações político-econômicas, questões editoriais, com as fontes; entre outros, para repensar a própria pesquisa”.

 

O professor também falou sobre seus trabalhos de pesquisa no Rio de Janeiro, suas experiências e atividades. “Realizo um trabalho de mapeamento para abordar as mídias mais centralizadas e também a comunicação alternativa, voltada para mercados menores, comunitários, em rádios e internet, por exemplo”, conta Faccin. “Porque há cada vez menos vagas nos grandes veículos, e estes novos campos oferecem muitas oportunidades, com instrumentos e lugares diferentes”, complementa.

 

Manuela Prá

 


Professor analisa identidades culturais argentinas

 

(25/06/2007) O professor Álvaro de Souza Gomes Neto ministrou no último dia 22 palestra sobre a participação do negro nos contextos histórico-culturais da argentina. O evento foi realizado no Auditório do Bloco da Saúde da Unisul, em Tubarão, às 19 e 30.

 

A palestra “Reflexões sobre a identidade das religiões afro-brasileiras em Buenos Aires: representações conflitivas de cultura, raça e nação”, direcionada ao curso de História e aberta ao público universitário, foi promovida pelo mestrado.

 

“Meu trabalho tem sido uma análise da mentalidade do povo argentino com relação ao papel dos negros em sua história, chegando ao ponto de torná-los invisíveis.Mais recentemente, pesquiso questões contemporâneas vinculadas a cultura das religiões afro-brasileiras na Argentina”, explica Álvaro. “Há uma manipulação histórica, e é muito importante refletir e buscar recuperar essa identidade do negro como argentino e não como curiosidade ou uma identidade transnacional”, complementa.

 

Álvaro é graduado em História pela UFRGS, e fez Mestrado e Doutorado na PUC/RS, onde participou de grupos de pesquisa sobre a região Platina, base para seu estudo. Também é editor da Revista On-Line de História Ibero-Americana – ROHIA, publicada semestralmente desde março de 2005.

 

Manuela Prá

 


Pesquisa analisa formação profissional à luz da Proposta Curricular do Estado

 

(19/06/2007) Verificar o conhecimento de graduandos de Letras sobre a Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina foi o objetivo da dissertação de Josemeri Peruchi Mezari, defendida ontem, dia 18, às 14 horas. Primeiro trabalho de bolsista da Capes no Programa, a banca contou com o prestigiado pesquisador João Wanderley Geraldi. 

 

A pesquisa foi  orientada pelo Prof. Ingo Voese e contou, na banca, com o Prof. João Wanderley Geraldi e a Profa. Mariléia Reis. O trabalho de Josemeri analisou a formação do profissional de letras da Unisul sob a perspectiva da Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina. Sob o título: “Um discurso fragmentado: a Universidade e suas ações sobre a Realidade Social”, a autora questionou graduandos do curso sobre seus conhecimentos da Proposta.  

 

Geraldi participou da elaboração da maioria das propostas estaduais de ensino do país e é um dos autores mais citados no ensino de língua portuguesa. Ele elogiou a proposta da Universidade em avaliar sua própria formação. De uma maneira geral, os trabalhos da academia analisam o professor em exercício profissional, mas pouca atenção se dá à avaliação da própria instituição que forma os docentes. Para Geraldi, a Unisul não pode perder a oportunidade de debater amplamente os resultados dessa pesquisa, porque eles fornecem dados preciosos para a melhoria da qualidade de ensino.

 

Manuela Prá

 


Palestra discute ensino de língua portuguesa

 

(15/06/2007) Língua Portuguesa e redação no contexto do vestibular foram os temas da palestra ministrada pela professora Edair Maria Gorski, da Universidade Federal de Santa Catarina. O evento foi realizado no dia 15, às 19 horas, na Sala de Treinamento do Campus Sul da Unisul.

 

Edair foi avaliadora de redações de vestibular de grandes universidades, como a CESGRANRIO e a UFSC, além de ter lecionado em cursos de capacitação para professores, o que dá base para reflexões acerca do tema.

 

“Faço comentários e considerações sobre o ensino de português, relacionando isto ao que é cobrado em vestibulares. Mostro como é realizada a avaliação das redações em ambos com o objetivo de fazer os profissionais refletirem, entre outros pontos, sobre a realidade do ensino hoje”, explica Edair.

 

A palestra foi direcionada a professores e estudantes de Letras, e do mestrado em Ciências da Linguagem, que promoveu o evento.

 

Manuela Prá  

 


PPGCL seleciona alunos para as turmas 2007

 

(06/06/2007) O Mestrado realizou durante os dias 4 e 5 o processo seletivo 2007, em Palhoça. Professores e candidatos se reuniram no Campus da Pedra Branca para os exames das linhas de pesquisa, de proficiência e entrevistas.

 

A seleção para o Programa foi realizada em três etapas. Na manhã do dia 4, os candidatos prestaram exame de conhecimentos, a partir das leituras apresentadas no edital. Durante a tarde, ocorreu o exame de proficiência em língua espanhola ou inglesa.

 

“Esses exames procuram avaliar as condições dos candidatos para atender as demandas de leitura de textos durante o curso. Muitas vezes, exige-se leitura em língua estrangeira”, explica o coordenador do curso, professor Fábio Rauen.

 

O processo seletivo terminou com entrevistas individuais. Nestas entrevistas, os docentes do Programa avaliaram, com base nos anteprojetos, detalhes sobre a pesquisa do futuro estudante, além de suas condições para fazer o curso.

 

Neste ano, inscreveram-se 35 candidatos para as vagas disponíveis. O resultado da seleção pode ser obtido aqui.

 

Manuela Prá

 


Reunião define metas para doutorado

 

(06/06/2007) A Pró-reitoria Acadêmica da Unisul convocou o colegiado do PPGCL para traçar metas para a elaboração do futuro curso de Doutorado em Ciências da Linguagem.

 

A equipe do mestrado participou de reunião no ultimo dia 4 nas dependências da pró-reitoria Acadêmica no Campus da Pedra Branca. O Prof. Dr. Peter Bürger, coordenador da Pós-graduação da Unisul, convocou a reunião para avaliar o curso de Mestrado em Ciências da Linguagem e estabelecer cronograma de elaboração do projeto de doutorado na área.

 

“A Unisul estabeleceu como meta para 2008 apresentar o projeto de curso de doutorado em Ciências da Linguagem à CAPES”, conta Bürger. “Para conseguir isso o colegiado do curso de mestrado precisa elaborar o projeto no segundo semestre de 2007”, complementa.

 

Manuela Prá

 


Seminário discute produção de sentidos pela linguagem

 

(29/05/2007) O Seminário “Política de Produção de Sentidos: imagem, som, grafia e Cia” foi realizado na última segunda (28), em Florianópolis. A conferência reuniu alunos do Mestrado em Ciências da Linguagem e do curso de Comunicação Social para debates sobre formas contemporâneas de produção de sentido.

 

A palestra, que deu nome a conferência, foi ministrada pela Professora Susy Lagazzi da UNICAMP. Suzy fez uma abordagem sobre o trabalho de análise discursiva de documentários que realiza.

 

A coordenadora de Pesquisa da Unisul, professora Solange Maria Leda Gallo, explica que o principal objetivo do seminário foi integrar os grupos envolvidos na área de divulgação científica para o desenvolvimento de atividades posteriores. “Queremos identificar as convergências que existem entre o projeto Hipermídia da graduação em Comunicação Social da Unisul, e do projeto desenvolvido pela professora Susy Lagazzi na UNICAMP, além da Revista "Ciência em Curso” desenvolvida pelo próprio MCL (Pedra Branca). A partir disto proporemos um projeto comum a todos”, explica.

 

O evento ocorreu na sala 214 do bloco B, da Unisul Pedra Branca e teve início às 14h com a cerimônia de abertura realizada pelos coordenadores dos cursos. Além da palestra da professora Suzy houve apresentação dos projetos: Hipermídia, de Daniel Izidoro e Raquel Wandelli (professores do curso de Comunicação Social da Unisul); Revista Ciência em Curso, de Solange Leda Gallo, Marci Fileti Martins e Giovanna Flores (professoras do Mestrado em Ciências da Linguagem e professora do Curso de Comunicação Social da Unisul, respectivamente) e a apresentação de uma análise do documentário Tereza, de Nádia Neckel e Cláudia Aguirre  (doutoranda do Instituto de Estudos da Linguagem/Unicamp e professora do curso de Comunicação Social/Unisul, respectivamente).

 

A conferência foi encerrada com um debate acerca dos trabalhos apresentados.

 

Na foto apresentação do trabalho da professora Marci Fileti Martins.

 

Manuela Prá

 


Star Wars: mocinho ou vilão do cinema?

 

(28/05/2007) Maio de 1977. Estreava nos cinemas americanos, o clássico cinematográfico, Star Wars. O filme Guerra nas Estrelas é considerado um marco no cinema mundial. Segundo estudiosos, a película causou uma revolução nas obras de ficção científica, inovador com relação a efeitos especiais, a série foi e é um fenômeno cultural.

 

Esse fenômeno inspirou o trabalho do professor Maicon Tenfen da FURB (Universidade Regional de Blumenau), que ministrou no último dia 25 de maio a palestra “Star Wars, estrutura e mitologia”.  O evento foi realizado no auditório do CETTAL na Unisul, e estiveram presentes alunos e professores de Comunicação Social, Letras e do Mestrado em Ciências da Linguagem, que promoveu a conferencia.

 

A pesquisa apresentada analisava cultura de massa, modernidade e indústria cultural. Tenfen explica que escolheu estudar Star Wars, porque a obra marcou sua infância. “Poderia ter escolhido qualquer outro fenômeno cultural, como bestsellers literários, ou outros filmes, mas optei por Guerra nas Estrelas por ter um elo afetivo com a obra. Quero mostrar também essa relação de amor e ódio vista em aspectos como o imperialismo, massificação cultural, contrapondo o entretenimento, e o apego quase sentimental por trabalhos do gênero”.

 

Tenfen fez mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina e utilizou de literatura e cultura de massa para descobrir e formular conceitos sobre fenômenos do tipo. Ele usou vários outros exemplos para fazer sua análise e afirmou que sua intenção com a pesquisa é fazer as pessoas repensarem, “Quero abrir os olhos de nossos amigos para alguns aspectos e peculiaridades deste tipo de produção cultual”.

 

Manuela Prá

 


Ex-alunos ajudam a montar grade curricular

 

(14/05/2007)Os próprios alunos como fonte para elaborar a grade curricular dos cursos. Esta é uma técnica defendida pela doutora em Lingüística formada na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Otília Lizete Martins Heining. Com o tema “Saberes disciplinares: escolhas para a grade curricular de Letras” ela ministrou palestra para professores do mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul, em Tubarão, nesta sexta-feira (11/5).

 

Para modificar a grade curricular do curso de Letras da Furb foram ouvidos os egressos do curso durante 10 anos. "No primeiro resultado, os professores levaram um susto, sempre acharam que estava tudo bem, mas nunca pararam para ouvir os próprios alunos. Agora são os próprios egressos que estão dando as cartas. Eles reclamavam que na sala de aula se fala no ideal, mas faltava o real", conta Otília.

 

As respostas foram alcançadas após analisar as experiências passadas em sala de aula.  "O resultado confirma que existe uma diferença entre teoria e prática. Hoje a prática já começa no primeiro semestre, temos maior inclusão de estágio. Outra mudança foi a ligação com os ex-alunos, hoje eles são ouvidos e tem espaço na universidade", acrescenta.

 

Davi Goulart - SIC Unisul

 


Professora apresenta estudo sobre aprendizado infantil

 

(07/05/2007) A professora Laís de Toledo Krücken Pereira ministrou, na última sexta, a palestra “Linguagem e subjetividade na primeira infância”. Laís fez uma análise da integração do desenvolvimento na infância através das pequenas ações do cotidiano.

 

O estudo foi realizado com uma criança de 18 meses que, brincando com um jogo de conchas de praia criado por ela mesma, desenvolvia várias áreas de conhecimento. A brincadeira consistia em entregar as conchinhas para as pessoas presentes, depois recolher e repetir o processo, brincando com a representatividade dos objetos.

 

“Com estudos como estes nós nos deslumbramos com a riqueza do aprendizado. Vemos o desenvolvimento psicológico, a socialização e capacitação, a construção de uma identidade além de proporcionar o aprendizado da linguagem”, explica a professora.

 

Laís conta ainda que seu trabalho tem inspiração em uma frase de 1934, de Eugène Delacroix: “A aquisição de linguagem é uma caso particular de uma questão mais geral. A formação e a evolução da personalidade no seio de uma sociedade”.

 

A palestra foi realizada na Sala de Treinamento do Bloco sede da Unisul, Campus Tubarão, às 13:30 horas do dia 4 de maio.

 

Manuela Prá

 


Caderno de normas ajudará acadêmicos

 

(04/05/2007) A Biblioteca da Unisul desenvolveu o Caderno de Apresentação de Trabalhos Acadêmicos. O material irá ajudar os alunos a uniformizarem os trabalhos científicos, como TCC’s, dissertações e teses.

 

O caderno traz as normas técnicas, básicas e didáticas, e mais 30 ilustrações para finalização e entrega das atividades, atualizadas de acordo com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

 

“A idéia surgiu da necessidade de se criar um mecanismo de uso interno mais atual, mas observamos a importância de se disseminar esse material, e assim surgiu o caderno. A aceitação tem sido ótima, em todos os níveis de graduação, os materiais trazem exemplos de fácil compreensão e estamos muito satisfeitos”, conta a Coordenadora do programa de Bibliotecas da Pró-reitoria Acadêmica, Cristiane Salvan Machado.


O conteúdo, no formato pdf, pode ser obtido na página da Biblioteca Universitária:

http://www.unisul.br/content/site/biblioteca/apresentacaografica.cfm

 

Os gabaritos formatados em Microsoft Word foram elaborados pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem. O aluno vai poder salvar o material já com as normas e apenas substituir o conteúdo. Pode ser acessado em: http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/servi/mode.htm

 

Também está sendo desenvolvida uma versão impressa do caderno.

 

Manuela Prá

 

Série de livros divulgará trabalhos do Mestrado

 

(27/04/2007) A Coleção Linguagens reunirá estudos de linguagem específicos do campo do texto e do discurso ou coletâneas (com temas selecionados), que podem ser organizadas alternadamente por pesquisadores diversos.

 

Na fase inicial, os livros da coleção vão dar ênfase aos trabalhos de pesquisa dos professores do Mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul. Dissertações de mestrado defendidas no Programa que tenham recebido recomendação da banca examinadora; material acadêmico (comunicações, palestras, conferências) produzido e aceito para seminários de caráter especial, encontros, jornadas, etc.; de interesse da instituição também poderão ser publicadas futuramente, de acordo com critérios ainda a serem especificados e divulgados.

 

Membro da Comissão Editorial, a professora Maria Marta Furlanetto, diz que as publicações são de grande importância, pois servem como incentivo aos alunos e professores. “Esta é uma forma de a Universidade estimular a pesquisa e a divulgação mais rápida do que de bom se produz internamente, a começar pela região – afinal, não poucos trabalhos se voltam para problemas de caráter regional –; para os mestrandos, significa estímulo e reconhecimento por um trabalho bem conduzido e que pode dar frutos em médio prazo. Somando tudo, teremos um material que pode ser uma vitrina do que a Unisul está fazendo e é capaz de fazer pela sociedade”.

 

A primeira obra da coleção. O Contexto Refletido: vozes sobrepostas de um diálogo, do professor Ingo Voese, já foi publicada pela editora Unisul e será lançada em breve.

 

Manuela Prá


Mestrado finaliza relatório da Capes

(03/04/2007) Reunião realizada nas dependências do Campus da Pedra Branca ajusta o Relatório do curso de Mestrado em Ciências da Linguagem, relativo ao triênio 2004-2006, a ser encaminhado à CAPES em abril de 2007.

 

Participaram da reunião (da esquerda para a direita): o Prof. Dr. Fábio José Rauen, Coordenador do Programa de Pós-graduação em Ciências da Linguagem; a Profa. Dra. Sônia Hickel Probst, Pró-reitora Acadêmica Adjunta; a Profa. Dra. Solange Maria Leda Gallo, Coordenadora de Pesquisa; e o Prof. Dr. Peter Johann Bürger, Coordenador de Pós-graduação.

 

A cada ano, os cursos de Mestrado e Doutorado do Sistema Nacional de Pós-graduação elaboram relatórios de seu desempenho para a CAPES. Este ano é particularmente importante para o Mestrado em Ciências da Linguagem, porque fecha os dados do Triênio 2004-2006 e pode gerar mudança de nota para o curso.

 

“A Capes avalia os cursos de três em três anos. Os dois primeiros anos são de acompanhamento e o terceiro ano é de atribuição de nota”, disse Fábio Rauen. “Concentramos nossos esforços para melhorar nossa avaliação para podermos pensar em um curso de doutorado em Ciências da Linguagem”, completa.

 

“Essa reunião é muito importante, porque a Pró-reitoria Acadêmica pode ajudar a aperfeiçoar os dados fornecidos à Capes”, comenta o Prof. Peter. “Ações como essa ratificam o empenho de toda a reitoria em consolidar a pós-graduação stricto sensu da Unisul”, enfatiza a Profa. Sônia.

 

Este ano, a Unisul está encaminhando, além dos dados do Curso de Mestrado em Ciências da Linguagem, os projetos de cursos novos de Mestrado em Administração, Educação e Ciências da Saúde.

A Avaliação dos Programas de Pós-graduação compreende a realização do acompanhamento anual e da avaliação trienal do desempenho de todos os programas e cursos que integram o Sistema Nacional de Pós-graduação, SNPG. Os resultados desse processo, expressos pela atribuição de uma nota na escala de “1” a “7” fundamentam a deliberação CNE/MEC sobre quais cursos obterão a renovação de “reconhecimento”, a vigorar no triênio subseqüente. Para informações mais detalhadas sobre o assunto, acesse: http://www.capes.gov.br/avaliacao/index.html.

PPGCL


Professora apresenta novas idéias sobre os métodos de ensino da Língua Portuguesa.

 

(31/03/2007) A professora Rosângela Hammes Rodrigues, da Universidade Federal de Santa Catarina, ministrou na última sexta (30) palestra sobre ensino em sala de aula. O encontro foi realizado no Bloco Sede da Unisul, às 11 horas, na Sala de Treinamento.

 

A palestra "Os gêneros do discurso em sala de aula: agentes integradores dos conteúdos de ensino" abordou o ensino de língua portuguesa, utilizando principalmente a leitura e a produção de textos, além das interações mediadas entre gêneros discursivos.

 

"O ensino deixa de ser segmentado em sintaxe, acentuação e gramática em geral, mas passa a focar a prática e produção na leitura como estudo do texto", explica Rosângela.

 

O evento foi promovido pelo Mestrado em Ciências da Linguagem, e estiveram presentes acadêmicos e professores do curso.

 

À tarde, Rosângela participou de banca de defesa pública de dissertação de Adriano Baptista Caldeira, intitulada Chamada de capa: análise do gênero jornalístico com abordagem sócio-retórica de Swales. A banca contou ainda com a participação do Prof. Dr. Fábio José Rauen e Dr. Adair Bonini, orientador.

 

Manuela Prá


Ex- aluna colabora com projeto de pesquisa na França

 

(29/03/2007) Kenia Cabral, mestra em Ciências da Linguagem pela Unisul desde dezembro de 2006, está fazendo doutorado em Paris e participa do Grupo de Pesquisa sobre Moda. O grupo Gemode, de pesquisa sobre moda, faz parte do Centro de Estudos sobre o Atual e o Quotidiano (CEAQ) da Universidade René Descartes.

 

Ela apresentou, no dia 26 de março, na França, o trabalho sobre a estilista Gabrielle Coco Chanel e a relação de suas criações com as transformações no comportamento feminino. A apresentação foi uma prévia do que Kenia fará no colóquio do CEAQ, que será realizado no mês de junho.

 

"O acesso que temos aqui às fontes de pesquisa na área de moda é imenso, inclui bibliotecas, museus, maisons de alta costura e de prêt-à-porter e  torna o trabalho muito mais interessante, afinal, paris é a capital mundial da moda e séculos de história estão à nossa disposição", conta Kenia.

 

A dissertação defendida por Kenia no ano passado, na conclusão de seu mestrado, intitulada: A linguagem da moda: uma história de revoluções – da alta costura ao Prêt-à-Porter, mostrava que a história da moda é marcada por rupturas ou revoluções.

Desde sua criação em junho 2001, o GEMODE, Grupo de Estudo sobre Moda, propõe-se a trabalhar sobre o processo da incorporação transitória que é a "MODA". Nós nos propomos, a partir da sociologia do cotidiano, a analisar este processo e a desembaraçar sua rede de sentidos. Esse cotidiano, múltiplo, mostra-se na forma de uma panóplia onde tudo é possível através da pluridisciplinaridade em todos os aspectos da sociabilização. O paradoxo manifesto da moda é visto com os conceitos do conflito tais como: imitação/distinção, único/múltiplo, luxuoso/popular… O campo de aplicação de tal pensamento estende do tribalismo contemporâneo até o trabalho de Leon Bakst sobre a vestimenta de cena. As roupas deixam traços; elas pertencem a estes jogos sociais onde todos, cada ator, têm seu papel através da moda.

O Grupo de Pesquisa pode ser acessado no endereço:

http://www.ceaq-sorbonne.org.

Manuela Prá


“Escolas estão fabricando analfabetos funcionais”

 

(19/03/2007) A declaração da professora emérita Leonor Scliar-Cabral faz um alerta sobre o sistema de alfabetização. Ela participou de evento realizado pelo mestrado em Ciências da Linguagem e gravou entrevista para o programa Grandes Temas da Unisul TV.

 

Alfabetizar letrando e melhorar a qualidade do ensino. Estas foram soluções sugeridas pela professora emérita Leonor Scliar-Cabral para interromper a fabricação de analfabetos funcionais pelas escolas brasileiras. A professora, que participou de evento do curso de Mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul, definiu o analfabeto funcional como o indivíduo que embora possa reconhecer as letras, não capta os valores que essas letras têm para representar determinados sons.


– É analfabeto funcional quando não compreende o que lê – acrescenta.

 

Segundo a doutora em Lingüística, isso é verificado mundialmente.

 

– O aumento de um ano no Ensino Fundamental é um ganho sim, mas não significa que o aluno entre no domínio da escrita, tanto para ler, quanto para escrever. O importante é melhorar a qualidade de ensino.

Leonor comenta que, segundo estudos do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), 65% da população brasileira que deveria estar apta para entender o que lê é analfabeta funcional. Dos 35% que restam, apenas uma pequena parcela está apta a entender e compreender o que lê, “portanto, a atingir aquilo que nós consideramos como letramento”.

 

Como proposta de alfabetização, a doutora adota a de Magda Soares, de que o caminho é alfabetizar letrando.

 

– A alfabetização segundo Magda Soares é você estar apto a, no caso dos sistemas alfabéticos, reconhecer e perceber as letras e as diferenças que elas representam e compreender que uma ou mais letras tem uma função: distinguir significados – comenta Leonor, que afirma que o reconhecimento desses valores precisa estar domado e automatizado.

 

– Só assim o leitor está liberado para processos mais complexos, que são a construção do sentido e a compreensão do texto. E, só então, poder estar liberado para um processamento que é a interpretação.

Outra dificuldade encontrada hoje em dia, segundo Leonor, é o hábito de patologizar.

 

– Quando a criança tem dificuldades, existe hoje uma tendência de colocar o rótulo de Dislexia, que é uma patologia que não incide tão freqüentemente. Apenas uma minoria possui essa doença, o restante é apenas dificuldade mesmo.

 

Variação sócio lingüística é outro desafio na sala de aula. Leonor explica que apesar de termos o português como língua falada em praticamente todo território nacional, não significa que ela seja homogênea.

 

– Vamos encontrar variação, que é determinada por áreas geográficas e pode sofrer interferências de fatores sócio-culturais. O professor deve respeitar essa diferença e não discriminar o aluno. Não ver essa variação como um erro.

 

Porém, segundo a Doutora, o maior problema que existe para alfabetização é que não há contraste entre os sons como há entre as letras.

 

– Percebemos a fala como um contínuo. Não há separação entre as palavras como ocorre na escrita. Por isso, quando vem a escola a criança terá que refazer a percepção que ela tinha da fala.

 

Leonor é autora dos livros Princípios do sistema alfabético do português do Brasil e Guia prático de alfabetização, além do livro O sol caía no Guaíba, uma coletânea de odes e sonetos cuja temática são vivências de Leonor desde a infância no Rio Grande do Sul, e que foi lançado na Unisul de Tubarão no dia 15 de março. Na mesma ocasião, a professora proferiu a palestra Fundamentação teórica e prática no processo de alfabetização. O evento foi promovido pelo mestrado de Ciências da Linguagem.

 

Juliana Neves (SIC - Unisul)


Conferência discute o processo de alfabetização

 

(16/03/2007) Fundamentação teórica e prática no processo de alfabetização foi o tema ministrado pela professora Dra. Leonor Scliar-Cabral, nesta quinta-feira, dia 15, às 19h30min, na sala 201 do Bloco da Saúde da Unisul.

 

Leonor é autora dos livros Princípios do sistema alfabético do português do Brasil e Guia prático de alfabetização. Para ela, os temas que serão discutidos na conferência “remetem à reflexão sobre a complexidade do problema da exclusão lingüística, que não poderá ser resolvido sem a capacitação docente”.

 

Na mesma ocasião a professora lançou o livro O sol caía no Guaíba, uma coletânea de odes e sonetos cuja temática são vivências de Leonor desde a infância no Rio Grande do Sul.

 

O evento foi promovido pelo mestrado de Ciências da Linguagem e contou com a participação de docentes e discentes dos cursos de graduação em Letras e Pedagogia e de pós-graduação em Ciências da Linguagem.

 

Na foto, flagrante da participação da conferencista no Programa Grandes Temas da UnisulTV. Da esquerda para a direita: Profa. Dra. Maria Marta Furlanetto (debatedora),  Profa. Dra Leonor Scliar-Cabral (convidada), Rafael Matos (mediador) e Profa. Dra Mariléia Silva dos Reis (debatedora).

 

SIC - Unisul


Coordenador do mestrado ministra conferência em Criciúma

(15/03/2007) O coordenador do curso de mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul, Fábio José Rauen, falou sobre a aplicação da Teoria da Relevância no ensino, em aula magna do Curso de Letras da Unesc, realizada dia 14 às 19 horas no auditório Ruy Hülse.

 

Intitulada "Teoria da Relevância e Ensino", a conferência constituiu-se em aula inaugural oferecida aos acadêmicos, docentes e convidados do curso de Letras da Universidade do Extremo Sul Catarinense.

 

"As aulas inaugurais que estamos desenvolvendo no curso têm a função de trazer para os acadêmicos de letras temas relevantes na área de investigação da área", disse Carlos Arcanjo Schlickmann, Coordenador do Curso. "Este ano trouxemos à discussão a teoria da relevância, que é um avanço nas investigações pragmáticas", completou.

 

"Um evento como esse é uma oportunidade muito especial de apresentar à graduação uma teoria cujas discussões ainda estão muito restritas à pós-graduação", disse Fábio Rauen. "Como a teoria tem muita aplicação no ensino, levar esse conhecimento aos cursos de formação de docentes é fundamental, finalizou.

 

As atividades foram encerradas com um coquetel oferecido a todos os participantes no saguão do auditório.

 

Manuela Prá


Professora do mestrado foi pauta de A Noticia

 

(09/03/2007) Professora do Mestrado em Ciências da Linguagem, Débora de Carvalho Figueiredo, foi destaque do caderno Anexo Idéias do dia 29 de dezembro, numa matéria sobre o livro “Linguagem e Gênero no Trabalho, na Mídia e em Outros Contextos”, voltado para a interface entre linguagem e gênero social.

 

O livro, organizado pelas professoras Viviane Heberle (UFSC), Ana Cristina Ostermann (UNISINOS), e Débora Figueiredo (UNISUL) e publicado pela editora da UFSC, é uma coletânea de artigos escritos pelas autoras e por outros pesquisadores e pesquisadoras de várias universidades brasileiras que investigam as relações entre a linguagem que usamos no dia-a-dia (no trabalho, na mídia, nas relações pessoais) e as questões de gênero social.

 

A matéria na integra pode ser lida em: www.an.com.br/2006/dez/29/0ide.jsp

 

Mais informações sobre o livro podem ser encontradas em nossa página: http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/pesquisa/livro.htm


Prof. Fábio Rauen obtém pós-doutorado na PUCRS

 

(26/01/2007) O Prof. Dr. Fábio José Rauen obteve seu pós-doutorado ao desenvolver o projeto "Sobre relevância e irrelevâncias: o princípio cognitivo de relevância em revisão", junto ao Programa de Pós-graduação em Letras da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e sob a supervisão do Prof. Dr. Jorge Campos da Costa.

 

O estágio de pós-doutorado ocorreu entre os meses de setembro de 2005 e novembro de 2006 junto ao Grupo de Pesquisa em Lógica e Linguagem Natural. O trabalho focalizou a Teoria da Relevância de Dan Sperber e Deirdre Wilson. Essa teoria vem sendo desenvolvida em seus aspectos descritivos e explanatórios pelo Prof. Fábio Rauen no PPGCL.

 

A Teoria da Relevância baseia-se na suposição teórica de que a comunicação humana é guiada por dois princípios de relevância. O princípio cognitivo assevera que é relevante o estímulo cujos efeitos cognitivos superam o esforço de processamento para obter esses efeitos. O princípio comunicativo defende que a compreensão de estímulos comunicativos é guiada pela presunção de relevância.

 

O Prof. Fábio Rauen focou sua atenção a um paradoxo do princípio cognitivo, segundo o qual a adesão humana a condutas irrelevantes pareciam desmontar a tese de que nossa cognição se pauta por uma economia de ganhos e investimentos cognitivos.

 

"Seguir cegamente o princípio poderia levar a um efeito de hamster dentro daquelas rodas giratórias, quando o bichinho acelera as passadas para compensar a aceleração do mecanismo", disse Fábio. "Para dar conta dessa questão, com base na noção de otimização de Pareto, desenvolvi duas variáveis cujo efeito é o de moderar esse efeito de hamster".

 

Rauen refere-se às variáveis de exaustão dos recursos cognitivos e de saturação. Na primeira, a relação de efeitos e esforços só funciona até um ótimo de Pareto para além do qual novos investimentos cognitivos não são compensados pelos ganhos cognitivos. Na última, reiterações sucessivas de estímulos baixam sua relevância até um nível de transparência onde são considerados tácitos.


Mudanças marcam retorno às atividades

(25/01/2007) Retorno às atividades está sendo marcado pela organização da nova sede do Mestrado. O PPGCL passa a ocupar duas salas nas imediações das salas de treinamento no segundo piso do prédio sede da Universidade.

 

Segundo o Prof. Fábio Rauen, a mudança da sede do Programa pode causar nas primeiras semanas alguns problemas até que todos os móveis e equipamentos estejam corretamente instalados. Na próxima semana haverá uma ação concentrada no sentido de agilizar essas questões, tranqüiliza. "As aulas do Programa recomeçam dia 8 de fevereiro e até lá devemos estar devidamente instalados".

 

Para encontrar a nova sede do Programa basta se dirigir à porta de dá acesso ao segundo piso da ala onde se encontram as salas de treinamento. No topo da escada, é só virar à direita, sala 210.


MAIS NOTÍCIAS DO PROGRAMA

 

 

Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem

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