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Foto/divulgação: Editora

O Brasil pode ser independente?
 

(09/07/2019) Professora Dra. Giovanna Benedetto Flores publica capítulo no livro “Jornalismo e Estudos Mediáticos: Memória II” da Universidade Fernando Pessoa em Portugal. Intitulado “O Brasil pode ser independente? A emancipação brasileira nos jornais portugueses do século XIX”, o texto de Giovanna discute reverberações da independência na imprensa da época.
 

A emancipação sob o ponto de vista de Portugal
 

No capítulo, Giovanna produz um entrecruzamento entre a análise do discurso e a história da imprensa. No texto, a autora debate a independência do Brasil e a consequente separação de Portugal. Para dar conta desse objetivo, analisa dois periódicos, um brasileiro e outro português, ambos da década de 1820. Conforme sua análise, do ponto de vista de Portugal, o Brasil não deveria ser independente.
 

Conforme o prólogo de Jorge Pedro Sousa, organizador da obra, “para os portugueses, de acordo com os ecos da imprensa, o povo brasileiro não era civilizado e não possuía educação, por ser descendente de índios, negros escravizados ou mestiços, não tendo, por isso, viabilidade a criação de uma nação brasileira”.
 

periódicos defendendo a união entre os lusitanos e brasileiros e outros defendendo a separação política e a criação da nação brasileira. Essa discussão passa também pelo modo como o povo brasileiro era retratado na imprensa além-mar”, esclarece a autora
 

O texto integra os resultados de estágio de pós-doutorado que a professora realizou entre fevereiro e agosto de 2018, na Universidade Fernando Pessoa, sob a supervisão do professor Dr. Jorge Pedro Sousa.
“O estágio foi importante para poder compreender a história de Portugal e da imprensa lusitana para a minha pesquisa”, esclarece a autora.
 

Foto/divulgação: Giovanna Flores

 

Giovanna Benedetto Flores possui doutorado em Linguística/Análise do Discurso (Unicamp 2011) com pós-doutorado em Ciências da Informação/Jornalismo (Universidade Fernando Pessoa. Portugal, 2019), mestrado em Ciências da Linguagem (Unisul, 2005) e graduação em Jornalismo (Unisinos, 1985). Líder do Grupo de Pesquisa Discurso Cultura e Mídia, é docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem e da graduação em Jornalismo da Unisul desde 2000.
 

PPGCL


 

Foto/divulgação: Unisul Hoje

Memória Teleafetiva: conceito inédito vira livro
 

(04/07/2019) Professor Mário Abel Bressan Junior, docente do PPGCL, lança o “Memória Teleafetiva, publicado pela editora Insular. Publicação apresenta tema desenvolvido no Doutorado na PUCRS. (Matéria do UnisulHoje).
 

Nostalgia
 

A nostalgia pode ser definida como a saudade de algo do passado ou como a vontade de voltar ou reviver um momento que já tenha acontecido. Esta tem sido a aposta de muitas empresas que trabalham com séries e telenovelas: reprisar produções antigas ou produzir novas com base nesse passado. Rememorar o já visto tem acumulado audiência e gerado lucros. A explicação para isso pode estar nos estudos do Doutor em Comunicação Social (PUCRS), Mário Abel Bressan Junior, professor da Unisul, que lança um livro com o inédito conceito de Memória Teleafetiva.

Para a formulação dessa nova definição, Mario se propôs a observar o passado que a televisão recorda através das reprises, principalmente de novelas, e o porquê de as memórias serem tão fortes nesse meio de comunicação. Ele analisou o Canal Viva, que possui uma audiência muito alta na TV a cabo e trabalha com reprodução de telenovelas antigas e que já fizeram sucesso na programação.

“Minha pesquisa analisou os efeitos e que estratégias existem nesse tipo de programação, que é totalmente déjá-vu, e por que trazia tantos efeitos nostálgicos, tanta movimentação nas redes sociais, como no Twitter. Eu percebia que jovens que não tinham visto aquela telenovela, por exemplo, também acompanhavam. Então, busquei entender que memória era essa que eles carregavam, e que memória tinham as pessoas que já haviam assistido na primeira vez e que agora estavam revendo no Canal Viva”, destacou Mário.

Memória teleafetiva

O livro Memória teleafetiva defende um termo que até então não existia publicado e busca trazer as explicações para a afetividade que as pessoas têm pela programação televisiva. “A memória teleafetiva recupera a recordação de uma experiência vivida em determinada época, data ou ano, em que pessoas tiveram acontecimentos diante da TV ou rememorados a partir dela. Uma cena ou uma música, por exemplo, podem evocar sensações prazerosas e sentimentais sobre algo vivido. Isso em virtude de uma relação afetiva intensificada pela TV”, esclarece Mario.

Uma das explicações do professor para a criação desse novo conceito é a existência do laço social e da afetividade. Pois, mesmo com a programação on demand (em livre escolha) que a internet possibilita, a televisão continua pautando os assuntos em conversas e ela socializa. “Essa socialização acaba gerando afetos”, defende Mario. Já o laço social surge através da ligação invisível que existe entre pessoas que assistiram a uma mesma programação. “Eu defendo que esse laço é revisitado ao rever aquele conteúdo. Lembranças surgem, assim como a conexão com as pessoas que hoje pode se estender para as redes sociais e gerar conversas sobre o tema”, complementa.

Sobre o autor

Foto/divulgação: Unisul Hoje

 

Mario Abel Bressan Junior é natural de Tubarão e trabalha na Unisul há 22 anos. Ele é docente da instituição desde 2003 e atualmente leciona nos cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo e no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem (mestrado e doutorado). A televisão sempre permeou os interesses de estudos do professor e o compartilhar de conhecimento também. Em 2011, a dissertação de mestrado também se tornou um livro intitulado de Semiótica do Crime: a semiótica da narrativa na telenovela.

Agora, ele publica seu segundo livro pela editora Insular, o Memória Teleafetiva. Em breve, Mario organizará o lançamento de seu livro na cidade Azul, tanto na Unisul junto aos cursos onde leciona como fora da Universidade, apenas a data ainda não está definida.
 

UnisulHoje


Foto/divulgação: Unisul Hoje

Documentário sobre Tunga abre sessões do Cineclube
 

(03/07/2019) O Cineclube abre a programação de julho com o documentário Tunga – O Esquecimento das Paixões, dirigido por Miguel de Almeida e que relata a trajetória do escultor, desenhista e artista performático, a partir de fragmentos de suas performances, instalações e obras. (Matéria: UnisulHoje).
 

Ciclo Artistas e Segunda Semana Vitrine Filmes
 

Durante o mês acontece o Ciclo Artistas e a Segunda Semana Vitrine Filmes, em sessões promovidas em parceria com a Cinemática, além do Festival da Semana do Rock Catarinense. As sessões são exibidas de quinta-feira a domingo com entrada gratuita, no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis.
 

Conheça a programação aqui.
 

UnisulHoje


Foto/divulgação: PPGCL

Discurso capitalista e mal-estar
 

(03/07/2019) A estudante Clarinice Aparecida Paris defendeu na tarde desta terça (2) a dissertação “O domínio do discurso capitalista na produção do mal-estar na contemporaneidade”. A sessão pública ocorreu no Laboratório de Linguagens, Sala 111B da Unisul Pedra Branca.
 

O domínio do discurso capitalista na produção do mal-estar na contemporaneidade
 

A pesquisa de Clarinice teve como objetivo investigar o domínio do capitalismo e do discurso capitalista na produção do mal-estar na subjetividade contemporânea. “Minha investigação fundamentou-se principalmente em Freud e Lacan e fez correlações com autores oriundos da filosofia, da sociologia e do materialismo histórico”, diz a autora.
 

A estudante realizou o procedimento metodológico a partir do estudo sobre os discursos de Lacan (1992) no Seminário 17: O avesso da psicanálise, no qual o autor fundamenta o funcionamento dos discursos. “Aprofundei o estudo a respeito do discurso capitalista em outros textos de Lacan e demais autores, no intuito de compreender seu poder de comando, como um discurso dominante na produção dos fenômenos que geram o desconforto do sujeito na contemporaneidade”.
 

Através da investigação, Clarinice constatou que o domínio do capitalismo, que induz ao consumismo, revirou a subjetividade, produzindo novas figuras subjetivas. “Agora é o próprio sujeito que exerce o controle sobre si, ao modo que o discurso do capitalista se encontra articulado na produção do sintoma”, conclui.


 

Foto/divulgação: PPGCL

 

Orientada pelo professor Dr. Maurício Eugênio Maliska, a dissertação de Clarinice foi aprovada pelo professor Dr. Jeferson Rodrigues (UFSC) e professora Dra. Dilma Beatriz Rocha Juliano (Unisul). A banca contou com a suplência da professora Nádia Régia Maffi Neckel (Unisul).

PPGCL


Foto/divulgação: https://www.facebook.com/anpolloficial/

ANPOLL realiza XXXIV Enampoll
 

(01/07/2019) A professora Nádia Neckel participou nos dias 26, 27 e 28 de junho do XXXIV Encontro Nacional da ANPOLL na Universidade Estadual de Maringá (PR). O Encontro reúne coordenadores de programas de pós-graduação e de grupos de pesquisa de linguística e literatura.
 

Espaço de discussão de políticas de pós-graduação
 

A participação da professora Nadia Neckel no evento foi dupla. De um lado, fez parte do encontro dos coordenadores de Grupos de Trabalho, representando o GT de Análise do Discurso e, de outro, fez parte do encontro dos coordenadores de pós-graduação, representando o professor Fábio Rauen coordenador do PPGCL.
 

“O encontro é um importante espaço de discussão das políticas de pós-graduação na área de linguística e literatura junto aos órgãos de avaliação e fomento como a CAPES e o CNPq”
 

Entre as atividades de destaque, o evento contou com conferência do coordenador adjunto da área de Linguística e Literatura da CAPES, o Prof. Dr. José Magalhães; a mesa redonda “Pesquisa em Literatura e Linguística indicadores e estratégias de ação junto a pós-graduação” com a participação dos professores: Dr Arquimedes Belo Paiva (Coordenador do Programa de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais – COCHS/CGCHS/DEHS), a Profa. Dra. Gladis Massini-Cagliari (Representante de área Linguística junto ao CNPq) e a Profa. Dra. Zilá Bernd (Representante de área Literatura junto ao CNPq).
 

O Grupo de Trabalho em Análise do Discurso é um dos mais tradicionais da área e teve início já no I Congresso Nacional da ANPOLL, em 1986, tendo como sua primeira coordenadora a Profa. Dra. Eni Orlandi. Atualmente o GT conta com três linhas, assim distribuídas: Linha 1 – História das Ideias Linguísticas sob a coordenação de Claudia Pfeiffer (UNICAMP), Ana Cláudia Fernandes Ferreira (UNICAMP) e Maristela Cury Sarian (UNEMAT); Linha 2 – Práticas discursivas, diferentes materialidades e movimentos na história sob a coordenação de Suzy Lagazzi (UNICAMP), Solange Gallo (UNISUL) e Helson Flávio da Silva Sobrinho (UFAL); e Linha 3 – Processos de subjetivação, identificação, cultura sob a coordenação de Maria Cristina Leandro Ferreira (UFRGS); Maria Teresa Celada (USP) e Maria Onice Payer.
 

Na foto, momento de descontração e reencontro entre os coordenadores de pós-graduação: Profa. Dra. Nadia Neckel (Coordenadora Adjunta do PPGCL) e Profa. Dra. Vanice Sargentini (Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Linguística da UFSCAR).

PPGCL


 

Foto/divulgação: PPGCL

Símbolos de Imbituba em destaque
 

(28/06/2019) A estudante Emanuelle Querino Alves de Aviz defendeu nesta sexta (28) dissertação intitulada “Símbolos de Imbituba/SC: Análise comparativa entre o brasão do município e o imaginário das crianças das escolas municipais”. A sessão pública ocorreu às 14 horas na Sala 7, do Centro de Pós-Graduação do Campus Tubarão da Universidade do Sul de Santa Catarina.
 

Imaginário infantil
 

A dissertação de Emanuelle tem como tema a análise comparativa entre o Brasão do Município de Imbituba e o Imaginário das crianças das escolas municipais. “O brasão, instituído em 1970, é o principal elemento imagético da comunicação municipal e apresenta figuras que registram parte da história da cidade”, afirma a autora.
 

O objetivo da pesquisa foi o de descobrir se o imaginário infantil continua sendo alimentado pelo mesmo imaginário que o inspirou. O trabalho lidou com conceitos como os de schèmes, arquétipos, símbolos e mitos, assim como os regimes diurno e noturno da imagem de Durand. Do ponto de vista metodológico, Emanuelle utilizou a culturanálise de grupos de Paula Carvalho e a análise mitocrítica de Durand.
 

“Meus resultados apontaram que o imaginário infantil reflete em partes o imaginário do Brasão, mas também está permeado por outras influências, indicando uma mudança de fase na bacia semântica”, relata Emanuelle. “O principal mito encontrado é o de Dionísio, com relações aos mitos do Minotauro e Ícaro”, finaliza.
 

A dissertação foi orientada pela professora Dra. Heloisa Juncklaus Preis Moraes. O trabalho foi aprovado com distinção por banca formada pelos professores Dra. Eunice Simões Lins (UFPB), Dra. Jussara Bitencourt de Sá (UNISUL) e Dr. Mário Abel Bressan Júnior (UNISUL) como suplente.
 

PPGCL


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