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Linguagem em (Dis)curso

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Linguagem em (Dis)curso

volume 2, número 1, jan./jun. 2002


 

CORRELAÇÃO ENTRE AS INFORMAÇÕES

POSTAS E PRESSUPOSTAS E A ATRIBUIÇÃO

DO TRAÇO [± PERMANENTE] AOS LOCATIVOS

DO VERBO IR DE MOVIMENTO

 

Mariléia Silva dos Reis*

 

Resumo: O emprego variável da regência do verbo IR de movimento das formas a/para (padrão) vs em (não-padrão) não se dá aleatoriamente, mas por motivações específicas (Mollica, 1996; Reis, 1998). Partindo destas considerações, neste presente trabalho investigamos até que ponto o conteúdo semântico e as inferências pragmáticas de uma dada asserção podem orientar o falante no emprego de uma ou de outra forma preposicional diante de locativos marcados pelo traço [± permanente].

Palavras-chave: Semântica; pragmática; posto; pressuposto.

Abstract: The variable use of the regency of the verb IR of movement of the forms a/para (standard) versus em (not-standard) is not random, but is due for specific motivations (Mollica, 1996; Kings, 1998). In this work we investigate how the semantic content and the pragmatic inferences of one given assertion can guide the speaker into one or another preppositional item in front of locative cases marked by the permanent trace.

1. Introdução

 

O contexto desempenha um papel muito relevante no sistema de comunicação. Uma palavra possui muitas vezes tantas conotações que a sua utilização isolada não comunica significado algum, particular ou específico. Num contexto dado, uma mesma palavra ou sentença comunica um tipo de conotação, enquanto alguns momentos depois a mesma palavra pode comportar um conjunto muito diferente de referências. O significado de uma expressão verbal pode ser especificado, modificado ou mudado a níveis sempre mais amplos do contexto no âmbito de uma situação de fala, de uma instituição e cultura particular. 

Em relação ao emprego variável da regência do verbo IR de movimento, investigaremos se o conteúdo semântico e as inferências pragmáticas de uma dada asserção podem ser decisivos na orientação do falante em relação ao uso de uma ou de outra forma preposicional nos locativos marcados pelos traços de [± permanência] deste verbo. 

Segundo Stalnaker (1978), a análise semântico-pragmática de uma asserção deve prescindir da análise do seu contexto. Estas são as considerações que levanta: 

a) um enunciado tem um conteúdo, sendo, portanto, a expressão de uma proposição e isto quer dizer que, de uma certa forma, ele está representando o mundo; 

b) as sentenças não são produzidas isoladamente, mas num contexto, e isto implica uma situação que inclui um falante com certas crenças e intenções e um interlocutor também com suas crenças e intenções a quem as asserções são dirigidas; 

c) a determinação do conteúdo de uma asserção está condicionada ao contexto em que é proferida; depende, portanto, de quem a profere, além do momento da sua enunciação; 

d) uma asserção afeta o contexto, em particular as atitudes dos participantes; de como vai afetar o contexto dependerá do seu conteúdo. 

2 O posto e o pressuposto em (1A) e (1B)

 

Neste trabalho queremos investigar a relação entre o posto/pressuposto e o uso variável da regência do verbo IR de movimento nas sentenças (1a) e (1b) retiradas de uma entrevista do VARSUL, na fala de Florianópolis: 

(1a) A gente não vai muito em clube assim, não é um ambiente muito bom pra namorar. (FLP 24 JMC, 875) 

(1b) A gente vai mais pra casa da mãe dela ou vai pra minha casa, né? e quase não sai. (FLP 24 JMC, 882) 

A hipótese levantada é a de que o uso das preposições em em (1a) e pra em (1b) seria motivado pelas informações num plano literal, contidas nos dois enunciados como um todo. A informação da ida pouco freqüente a ‘clube’ está no nível do posto em (1a) ‘a gente não vai muito em clube’, e a da ida mais permanente a ‘casa’ em (1b) ‘a gente vai mais pra casa da mãe dela ou vai pra minha casa’. Assim, a ação desencadeada pelo verbo IR será mais duradoura quando ele reger locativos com traço de [+ permanência], como ‘casa’, e menos duradoura quando reger locativos com traços de [- permanência], como ‘clube’. Este sentido, veiculado pela própria estrutura interna da sentença, segundo Ducrot (1987), está no nível do posto. Então, em (1a) obtemos a informação de que a permanência deste locutor em ‘clubes’ é pouco duradoura, por elementos lingüísticos que incidem sobre o conteúdo semântico que a proposição carrega consigo e pelas pistas contextuais inseridas na sentença como um todo, conduzindo-nos para tal interpretação, que é o caso, por exemplo, das partículas negativas nestas sentenças. Esta pista contextual da negação está manifesta em três momentos: 

a) ‘a gente não vai muito em clube assim' (1a); 

b) ‘o clube não é um ambiente muito bom pra namorar’ (1a); 

c) a gente ‘quase não sai’ (1b). 

De acordo com as informações dadas, a ida pouco freqüente do locutor a ‘clubes’ chega até ser justificada nos momentos 2o e 3o acima, na tentativa de que sejam esclarecidas as razões que não o fazem ir muito a este lugar. Tal explicação se dá tanto no nível do posto (enunciado) ‘o clube não é um ambiente muito bom pra namorar’ quanto no do pressuposto, pois se o clube não é um ambiente no qual ele se sinta mais à vontade para namorar, então, pressupõe-se que ele conheça a existência de um outro que o seja, e que, neste contexto, é representado pela sua casa ou a de sua namorada. Assim, fica implícito por que o traço de [+ permanência] recai sobre o enunciado (1b). 

Nesta perspectiva, em (1b) temos um traço que estabelece uma relação de permanência oposta a (1a), inserida na informação de que o locutor costuma ficar mais tempo (e o faz consciente) na casa da sua namorada e na sua casa. Estas informações estão no nível do posto nas sentenças, no momento em que ele próprio declara que ‘vai mais pra casa da mãe dela e pra sua casa’. 

Assim, ainda neste primeiro nível de análise, que é a análise do conteúdo posto, acreditamos ter motivação suficiente que pode nos levar à seguinte formalização: 

a) IR para - é usado diante de locativos em que a permanência do sujeito do verbo seja de natureza mais duradoura; 

b) IR em - é usado diante de locativos em que a permanência do sujeito do verbo seja de natureza menos duradoura[1].

Nesses termos, em (1a), somos informados que o locutor ‘não vai muito em clube’ e atribuímos ao locativo ‘clube’o traço de [- permanência]; em (1b), somos informados que ele ‘vai mais pra casa da mãe dela ou pra sua casa’ e atribuímos ao locativo ‘casa’ o traço de [+ permanência]. 

Mas, num segundo nível de análise, segundo Moura (1999, p. 13), somos levados a considerar outras informações não afirmadas literalmente, mas inferidas a partir da enunciação dessas duas sentenças como um todo. A estas informações que podem ser inferidas da enunciação de (1a) e (1b) denominamos de conteúdo pressuposto ou pressuposição. 

Assim, para aceitarmos a verdade do que está posto em (1a), em que é negada a ida freqüente do locutor a um ‘clube’, e do que está posto em (1b), onde o locutor, por outro lado, ratifica que costuma ir com mais freqüência pra ambas as casas (para a dele e para a de sua namorada), precisamos de outras informações não expressas literalmente, mas inferidas a partir do conhecimento de mundo que temos em relação aos locativos ‘clube’ e ‘casa’. Precisamos ressaltar que a completa aceitação do pressuposto envolve o conhecimento compartilhado dos interlocutores. Para a completa aceitação da atribuição do traço [+ permanente] a ‘casa’ e [- permanente] a ‘clube’, é possível que seja na sua ‘casa’ o locativo em que ele fique mais tempo, inclusive para namorar, já que neste contexto estamos analisando apenas estes dois locativos postos na sentença. E, pelo conhecimento compartilhado entre nós, os interlocutores destes enunciados, se tivermos que reconhecer um local em que seja mais comum ocuparmos, de um modo mais geral, com [+ permanência] e este local se limitar a uma ‘casa’ ou a um ‘’clube’, com certeza, reconheceremos a ‘casa’. Esse tipo de interpretação é uma resolução plausível, por se aproximar mais do conhecimento geral do mundo dos ouvintes de (1a) e (1b). Matsui (1997) chama esta linha de raciocínio de ‘critério com base na verdade’ e a apresenta a partir dos enunciados (2a) e (2b), na tentativa de resolver a ambigüidade deles: 

(2a) O carro rodopiou em direção ao orelhão, e ele bateu nele. 

(2b) O carro rodopiou em direção ao orelhão, e ele o parou. 

Para entendermos que, em (2a), ‘ele’ refere-se à palavra ‘carro’ e ‘nele’ à orelhão e, em (2b), ‘ele’ refere-se à orelhão e ‘o’ à carro, temos que usar a informação, por exemplo, de que quando um carro rodopia em direção a um orelhão, o carro pode bater no orelhão e ter como conseqüência desta batida uma parada. As interpretações resultantes destes exemplos são perfeitamente plausíveis, e definitivamente mais aceitas do que outras possíveis interpretações. Então, confirmam o pressuposto de que o ouvinte deverá escolher a interpretação que mais se aproximar do seu conhecimento geral. Nesses termos, é pelo nosso conhecimento de mundo que podemos reconhecer ‘casa’ como um locativo no qual ficamos mais tempo e ‘clube’ menos tempo. 

Além disso, se de um lado podemos dizer que o conteúdo posto depende do pressuposto, como vimos acima, em que é mais comum ficarmos mais tempo em nossas casas, se as compararmos a um clube, a aceitação do pressuposto como verdadeiro também depende da informação do conteúdo posto. Seria o caso, por exemplo, em que tomássemos o locativo ‘clube’ como o trabalho permanente de um dado sujeito. Neste contexto, ‘clube’ poderia ser o local em que ele ficasse mais tempo que em sua ‘casa’. E mais: se, além de trabalhar no clube, ele fosse sócio, sendo que, para exercer tal função com mais responsabilidade, passasse a morar também neste local? É claro que, neste contexto, aceitaríamos como verdadeiro o fato de que ‘clube’ teria o traço de natureza [+ permanente] do que alguma ‘casa’ a que este sujeito precisasse se dirigir. Então, ainda que o pressuposto diga que é mais normal estar mais tempo em casa, mas se o conhecimento compartilhado dos interlocutores puder agregar uma outra informação específica que diz que ‘para x é mais normal estar mais tempo no clube’, o pressuposto geral continuaria válido. 

Então, retomando as sentenças (1a) e (1b), este conhecimento compartilhado entre os interlocutores e que não está expresso literalmente nestas sentenças em relação à atribuição do traço de [+ permanência] do locutor ao locativo ‘casa’ e de [- permanência] a ‘clube’, também dependem do conteúdo posto nas sentenças. Neste caso, o posto em (1a), em que expressa que o locutor ‘não vai muito em clube’, confirma o pressuposto levantado anteriormente, que é o traço de natureza [- permanente] a este locativo. O mesmo ocorre em relação a (1b). 

Para demonstrar esta relação de dependência entre as informações do posto/pressuposto e do pressuposto/posto num enunciado, é interessante recorrermos também à noção de domínio contextual, abordada por McCawley (1993, p. 355). Tomamos como domínio contextual o conjunto das entidades tratadas como o conhecimento compartilhado pelos participantes no discurso, e que se assemelha muito à noção de contexto, no sentido de que tanto um quanto outro consistem de proposições assumidas como verdadeiras pelos participantes de um discurso (proposições, em um caso, e entidades, em outro). Nesses termos, ambos são aumentados à medida em que a conversação progride, isto é, à medida em que as proposições são adicionadas ao contexto, e à medida em que as entidades a que se referem são adicionadas ao domínio contextual. Assim, do mesmo modo que as proposições expressas pelos antecedentes das condicionais ou pelos primeiros conjuntos de orações conjugadas servem como um “contexto extra” para as conseqüentes ou para as que fazem parte dos conjuntos seguintes, também o são as entidades a que estas proposições se referem. 

Em (1a) e (1b), a adição de outras informações enunciadas à medida em que o discurso progrediu (refiro-me aqui à entrevista da qual retirei (1a) e (1b)), também contribuíram para que mantivéssemos a idéia de que o locutor só se dirigia ao ‘clube’ em situações menos duradouras que a sua ida pra ‘casa’. O clube não era, portanto, o seu lugar de trabalho nem a sua residência. 

3 Filtro: definindo um contexto para a pressuposição

(1a) A gente não vai muito em clube assim, não é um ambiente muito bom pra namorar. 

(1b) A gente vai mais pra casa da mãe dela ou vai pra minha casa, né? e quase não sai. 

Tomamos como pressuposto de (1a) e (1b) a sentença (1c): 

(1c) A ida do locutor no clube é menos duradoura que a ida pra sua casa ou pra casa da sua namorada. 

Ao analisarmos (1c), observamos que estamos diante de um mesmo pressuposto para (1a) e (1b). Mas, se modificássemos (1b) em (1d), retirando os modalizadores ‘mais’ de ‘a gente vai mais pra casa da mãe dela’ e ‘quase’ de ‘a gente quase não sai’, teríamos duas orações coordenadas alternativas excludentes entre si, pela disjunção ‘ou’ mantendo os pressupostos das orações componentes: 

(1d) Ou a gente vai pra casa da mãe dela ou pra minha casa, né? e (a gente) não sai. 

O pressuposto das três sentenças de (1d) (‘ou a gente vai pra casa da mãe dela/ou pra minha casa/a gente não sai’) é mantido, conforme (1e): 

(1e) Existe alguém que, se sai para algum lugar, este lugar é uma das duas casas: a do locutor ou a de sua namorada. OU: 

Existe alguém que, se sai para algum lugar, este lugar não é um clube. 

A terceira sentença reafirma este pressuposto em (1e), que é o de que ‘ninguém sai de casa’. Desse modo, a sentença (1d) como um todo pressupõe (1e), sendo que, em (1d), uma sentença sozinha não elimina a outra (como em (1f), por exemplo). 

Mas, num outro nível, segundo a análise de Katturnen (1973 apud MacCawley, 1993, p. 345; Moura, 1999, p. 46), (1d) negaria (1a), pelo fato de (1d) só admitir a ida do locutor a uma das duas casas mencionadas, seja ela a da mãe da sua namorada, ou a sua própria casa. O traço de natureza [- permanente] seria eliminado nesta análise, porque não há possibilidade de uma ida a um ‘clube’, confirmado pela negação da sentença seguinte, em que o locutor alega que ‘não sai’ de uma destas casas. Aqui, estaríamos diante de um filtro, visto que o pressuposto de (1a) é a ida do locutor, ainda que pouco freqüente, a um clube. 

Um outro modo de interpretar o filtro se daria se tivéssemos (1f): 

(1f) Ou a gente vai pra casa da mãe dela ou não se vai pra lugar nenhum. 

Mais uma vez, a pressuposição de que a este locutor pudesse ir a algum ‘clube’ está eliminada. A primeira sentença (‘a gente vai pra casa da mãe dela’) pressupõe que o locutor tenha ido a algum lugar, mas (1e) como um todo elimina este pressuposto, visto que a segunda sentença não autoriza essa pressuposição. 

Assim, segundo Moura (1999, p. 48), ‘a depender do uso, o conectivo ‘ou’ elimina ou não os pressupostos das sentenças simples que compõem as sentenças complexas e este é um problema tratado na literatura como projeção da pressuposição’. 

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 

As sentenças (1a) e (1b) permitiram a análise segundo a qual o uso de para pode ser favorecido em contextos cujo locativo apresente um traço semântico-pragmático de natureza [+ permanente], assim como o uso de em pode ser favorecido em contextos cujo locativo apresente um traço semântico-pragmático de natureza oposta: [- permanente]. 

A viabilidade desse tipo de análise se deu porque tanto o pressuposto de (1a) quanto o de (1b) são equivalentes e se mantêm nestes dois enunciados como um todo, conforme vimos em (1c). 

Por outro lado, é certo que a análise contextual das sentenças (1d) e (1f), criadas a partir de (1a) e (1b), mas com seus pressupostos modificados pelo acréscimo de um filtro, ofereceram-nos uma análise mais enriquecida do ponto de vista semântico-pragmático em relação às primeiras, proferidas por um locutor em situação real de fala, retiradas do Banco de Dados do VARSUL. Entretanto, pela análise das sentenças virtuais (1d) e (1f) a possibilidade de relacionarmos o uso variável da regência do verbo IR de movimento a traços semânticos de certas palavras que compõem as sentenças, como os locativos ‘casa’ e ‘clube’, é excluída. Então, a inclusão deste segundo tipo de análise neste estudo se deu para que se refletisse sobre abordagens diferentes de análises a enunciados superficialmente semelhantes, mas que trazem consigo sentidos completamente diferenciados. 

Referências

DUCROT, Oswald . O dizer e o dito. Campinas: Pontes, 1987 

MATSUI, Tomoko . Identification of reference and consideration of relevance. Paper No. 0352. Pergamon, Oxford, 1997 

McCAWLEY, J. . “Pressupposition”. In: Everything that linguistics have always wanted to know about logic. Chicago: University of Chicago Press, 1993 

MOURA, Heronides M.M. . Significação e Contexto: uma introdução a questões de semântica e pragmática. Série Didática, Vol. 1, Semântica. Florianópolis: Editora Insular, 1999. 

REIS, Mariléia Silva . A regência variável do verbo IR de movimento na fala de Florianópolis. Trabalho de conclusão de curso. Orientação: Profa. Dra. Edair Gorski. Florianópolis: UFSC, 1998. 

STALNAKER . ‘Assertion’. In: Cole, P. (ed.). Sintax and Semantics, 9: pragmatics. New York, Academic Press, 1978.  

Notas


* Doutoranda em Letras/Lingüística da UFSC; Docente do Curso de Letras e do Curso de Mestrado em Ciências da Linguagem da Unisul; Docente da Rede Estadual de Ensino.

[1] A formalização acima é decorrente não só de (1 a/b), mas dos dados de um estudo em que foi analisado o emprego variável da regência do verbo IR de movimento na fala de 18 informantes de Florianópolis, sob a orientação da professora Edair Gorski, em Reis (1998). Segundo tal estudo, o uso de para diante de locativos com traço de [+ permanência] se mostrou quase categórico, alcançando um peso relativo de (.98) nas amostras analisadas.

 

 

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