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O cinema que pensa a pedagogia: autonomia e emancipação nas práticas pedagógicas dos filmes O contador de histórias e Entre os muros da escola

 

José Carlos dos Santos Debus


Dia 8 de dezembro de 2011, às 15 horas;

Sala de Treinamento do Bloco A do Campus Sul da Unisul;

Dra. Ramayana Lira de Sousa – UNISUL (orientadora);

Dra. Monica Fantin – UFSC (avaliadora);

Dra. Alessandra Soares Brandão – UNISUL (avaliadora); e

Dra. Heloisa Juncklaus Preis Moraes – UNISUL (suplente).


Resumo:

 

A pesquisa “O Cinema Que Pensa a Pedagogia: autonomia e emancipação nas práticas pedagógicas dos filmes O Contador de Histórias e Entre os Muros da Escola” busca entender como as práticas pedagógicas, projetadas nas narrativas fílmicas, se abrem aos conceitos de igualdade, liberdade, emancipação do indivíduo e mobilidade social. Para tanto, optou-se por duas narrativas fílmicas que pudessem favorecer reflexões sobre os conceitos de autonomia, emancipação e multiculturalidade: Entre os Muros da Escola (Laurent Cantet, 2008) e O Contador de Histórias (Luiz Vilaça, 2009). Trata-se de filmes que usam o espaço escolar e educacional como lugar e construção da narrativa. Além de analisar os aspectos da linguagem cinematográfica, buscou-se também, a partir deste contexto, analisar espaços de confluência entre a narrativa fílmica e a escola. O referencial teórico relativo à educação, ao cinema e ao multiculturalismo foi o aporte para esta pesquisa. Na educação, buscou-se auxílio nas reflexões/experiências produzidas por Jacques Rancière (2007) e Paulo Freire (2005, 2006, 2008). Para compreender e relacionar educação e multiculturalismo, tomamos como base o arcabouço teórico desenvolvido por Stuart Hall (2005, 2006), Homi Bhabha (1998) e Peter Mclaren (2000). Para a leitura da análise fílmica, buscou-se apoio em Francis Vanoye; Golliot-Lété (1992) e Ella Shohat e Robert Stam (2006), que possibilitaram uma análise mais abrangente com atenção à estrutura narrativa, às convenções do gênero e ao estilo cinematográfico. Toda a narrativa fílmica aqui estudada propiciou uma reflexão sobre a ineficácia de antigos e atuais modelos de ensino. Os filmes O Contador de Histórias e Entre os Muros da Escola evidenciaram uma conjuntura educacional atrofiadora e embrutecedora. As narrativas e os autores aqui estudados projetaram conceitos e ideias dentro do universo ensino/aprendizagem que podem servir para formular novas perspectivas de ensino, cabendo ao nosso tempo o desafio de formular novos conceitos de convivência humana e construir currículos de ensino que possam modificar as atuais estruturas.

 

Palavras-chave:

 

Cinema. Educação. Multiculturalidade.


versão integral

 

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