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Conquistas, desafios e perspectivas do ensino bilíngue e intercultural na educação escolar indígena: estudos em aldeias Guarani-MBYÁ de Santa Catarina e Rio Grande do Sul

 

Kenya Simas Tridapalli


Dia 30 de setembro de 2011, às 10 horas;

Cine Pedra Branca, Bloco A, do Campus da Grande Florianópolis da Unisul;

Dr. Aldo Litaiff – UNISUL (orientador);

Dra. Maria Dorothea Post Darella – UFSC (avaliadora);

Dra. Solange Maria Leda Gallo – UNISUL (avaliadora); e

Dr. Fernando Simão Vugman – UNISUL (suplente).


Resumo:

 

O presente trabalho tem como objetivo investigar a diversidade linguística no Brasil, focalizando as línguas indígenas, sobretudo a língua Guarani-Mbyá (um subgrupo do Guarani, assim como Kaiowa e o Ñandeva ou Xiripá), tomando como base territorial nove comunidades do estado de Santa Catarina e cinco comunidades no Rio Grande do Sul. Essa etnia foi investigada com o intento de conhecer sua geografia, história, cultura e língua. A escolha pelo tema foi motivada pela percepção da necessidade de reflexões e debates voltados ao fomento e valorização da discussão sobre a diversidade étnica e linguística do país. Parte-se da premissa de que a preservação dos hábitos e da língua dessas comunidades é de suma importância, visto que constitui uma enorme riqueza antropológica, que corresponde à história e ao patrimônio cultural da nação brasileira. Considera-se que para o desenvolvimento sustentável de um país democrático é necessário que haja uma consciência coletiva de inclusão social de todas as etnias que compõem o país. Analisou-se o contexto escolar indígena em comunidades de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, cuja proposta é de um ensino bilíngue e intercultural, isto é, as crianças indígenas têm a oportunidade, pela primeira vez na história (depois de terem sua língua proibida durante séculos por colonizadores e ditaduras), de se alfabetizar na sua língua materna, bem como na língua portuguesa, com professores indígenas e não indígenas. Com a Constituição de 1988, as políticas públicas iniciaram uma nova fase: proteger a diversidade linguística, reconhecendo, enfim, o caráter heterogêneo do país. Constatou-se que o linguista tem um papel fundamental na elaboração, no desenvolvimento e na efetivação dessas políticas. A pesquisa bibliográfica forneceu as bases necessárias para amparar o estudo, bem como as análises da pesquisa de campo.

 

Palavras-chave:

 

Diversidade linguística. Educação Escolar Indígena. Instrumentos linguísticos.


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