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A linguagem cinematográfica: modelos sociais e os mitos futuristas.

 

Vanessa Cavalli


Dia 8 de dezembro de 2006, às 16h30

Sala Auditório Bloco G do Campus Pedra Branca – Palhoça

Dr. Aldo Litaiff – UNISUL (orientador)

Dr. Acir Dias da Silva – UNIOESTE (avaliador)

Dra. Fernando Simão Vugman – UNISUL (avaliador)

Dr. Antônio Carlos Gonçalves dos Santos – UNISUL (suplente)


Resumo:

 

O objetivo deste trabalho é verificar a forma pela qual a linguagem cinematográfica apropria-se de “paradigmas” sociais, reforçando-os e naturalizando-os, transformando-se em veículo propagador de mitos. Objetiva-se, também, verificar pontos de difusão do pensamento filosófico “dualista”, fundamentado pelo “corte epistemológico”, em três obras fílmicas: Metropolis (Fritz Lang, 1927), Blade Runner (Ridley Scott, 1982) e Matrix (Andy e Larry Wachowski, 1999) e a naturalização dos mitos futuristas. Para tanto, o trabalho traz a revisão do pensamento de autores como Thomas Kuhn, Charles Sanders Peirce, Pierre Bourdieu, William James e Richard Rorty. Claude Lévi-Strauss e Roland Barthes esclarecem questões quanto ao pensamento mítico. Robert Stam, seguido de Gilles Deleuze, delineiam o quadro teórico quanto ao estudo da linguagem cinematográfica. 

 

Palavras-chave:

 

Linguagem cinematográfica, hábitos de ação, mito.


versão integral

 

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